O Co-link contribuirá para o que George
Landow chama de “embaçamento na fronteira entre o
leitor e o escritoor na web”. A autoria (poder do autor)
poderá ser compartilhada com os visitantes da página,
em um convite à colaboração. Analisando
por esse lado e considerando o argumento de Steven Jonhson que
o hipertexto gera uma força centrífuga – afastando
seus leitores- , pode-se afirmar que a tecnologia dos co-links
tem o potencial de estimular um movimento inverso, centrípedo,
atraindo a inclusão coletiva de novos caminhos.
Acredita-se que este sistema será extremamente interessante
para projetos de educação e pesquisa, além
de seu uso nas comunidades virtuais. No uso educacional, o co-links
poderá ser aplicado em processos cooperativos como a “escrita
por fragmentos” de Jonhson-Eilola. Esta metodologia contribuirá
como estímulo aos estudante para a pesquisa e registro
de informações encontradas na web, promovendo, asim,
as atividades em grupo e a escrita coletiva.
Em grupos de pequisa científicos, Co-link poderá
auxiliar a produção de documentos com diversas referências
digitais, facilitando a organização das fontes relevantes.
Além disso, quando o conteúdo final for disponibilizado
na web, ele estará aberto para a inclusão de novas
referências por parte dos visitantes, motivando a continuação
do estudo dentro daquela comunidade (mantendo, todavia, em qualquer
lugar, a integridade do artigo publicado).
Também, a inclusão futura da tecnologia dos co-links
em blogs e sites de comunidades virtuais, por exemplo, poderão
beneficiar outros grupos sugerindo novos caminhos no compartilhar
de informações oferecidas pelos demais. Isto possibitará
uma participação cada vez maior para os membros do
grupo (algo que já contece de forma semelhante nas janelas
de comentários dos blogs).