Teses 2000-2002
Nível: Doutorado
Título: Discurso Modernista da Pintura (Tarsila, Segall, De Fiori, Guignard e Volpi), O.
Autor:REBOUÇAS, Moema Lúcia Martins
P.Ch.: Semiótica, Estética, Pintura, Artes .
Ano:2000 .
Universidade:PUC/SP .
Orientador:OLIVEIRA, Ana Claudia Mei Alves de .
Resumo: Esta é uma tese sobre leitura de imagens da arte que utiliza como aparato conceitual a semiótica discursiva. Propõe-se a compreender a pintura moderna produzida no Brasil considerando o seu discurso estético, tal como é construído nas e pelas pinturas. Esta semiótica considera não só a pintura mas qualquer linguagem como um texto, preocupando-se com os mecanismos que o engendram e que o constituem como uma totalidade de sentido. No caso as pintura, trata-a pela sua construção explorando as expressões das formas e de sua disposição no espaço, das cores, dos materiais empregados e dos contrastes plásticos que se encontram conenetizados nela, e que constróem categorias de significantes associados a significados. O movimento de análise exigido para a semioticista é o de tornar visíveis esses processos de estruturação da pintura. Na busca de sua significação descreve-se a ação pictórica, re-pintando o conjunto de efeitos no sentido que atuam sobre aquele que a vê. A pintura torna-se visível e o que ela faz ver é o que está inscrito netal. Dividiu-se o trabalho em três grandes tempos. No primeiro, a apresentação do suporte metodológico, dos critérios e justificativas que guiaram a escolha do corpus. Com um olhar ampliado, buscou-se o esboço, na Europa, do projeto estético delineado pela arte moderna, para, em seguida, identificar-se o percurso modernista no Brasil entre 1922 e 1955. O segundo tempo é o das análises, em que se aprende não os efeitos de sentido que emanam de cada uma das pinturas e o discurso estético presente nelas. No terceiro tempo, no entrecruzamento das obras, a sistematização dos que cada análise delineou de modernidade nos discursos.
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