PSIBlog da Psicologia da Educação UFRGS

outubro 9, 2008

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DEFENDER A ADUFRGS

Arquivado em: Variados — Tags: — admin @ 5:46 pm

PORQUE DEFENDER A ADUFRGS – SEÇÃO SINDICAL DO ANDES-SN

Prezado(a)s colegas:

A diretoria da ADUFRGS acaba de convocar, para o dia 13 de agosto, uma consulta eletrônica aos sócios sobre a transformação de nossa entidade num sindicato municipal de docentes universitários federais. Na prática, isso significa romper com nosso Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN – e extinguir a atual ADUFRGS, que é seção sindical do ANDES-SN, para tentar constituir um sindicato dos docentes federais de Porto Alegre incluindo os docentes da UFCSPA (Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, ex-FFFCMPA) – de forma que se tratará de uma tentativa de fusão do movimento docente de cada IES!

Como docentes da UFRGS e sócios da ADUFRGS, que muitos de nós ajudamos a fundar, pedimos sua atenção para a gravidade da situação e para a necessidade de reagirmos face aos riscos de perdermos nossa unidade nacional e nossa organização independente, frutos de trinta anos de lutas desenvolvidas local e nacionalmente.

Defender a ADUFRGS, contra a divisão

A diretoria da ADUFRGS quer levar para o sindicato municipal a ser criado o patrimônio da ADUFRGS. Para isso será necessário extinguir uma entidade que acaba de completar 30 anos e onde soubemos durante tanto tempo conviver democratica e respeitosamente.

Nossa ADUFRGS foi fundada e fortalecida com base na unidade do movimento docente nacional, enfrentando a legislação que proibia servidores públicos de organizarem sindicatos.

Por sua vez, a proposta de sindicato municipal surge do intuito de constituir uma entidade nacional paralela ao ANDES-SN, da intenção de dividir o movimento nacional docente. Que força e legitimidade poderia vir a ter uma entidade que nascesse da divisão? Como levar para o sindicato de alguns o patrimônio construído por todos?

Precisamos de um sindicato nacional unitário

Somos uma categoria nacional e nossas negociações salariais são com o governo federal. Nosso sindicato deve ser nacional, unitário e é por isso que a decisão de transformar a ADUFRGS em seção sindical do ANDES-SN, em 1992, foi ampla e democraticamente debatida e deliberada por unanimidade, em Assembléia Geral.

Todas as grandes conquistas do sistema de IESs federais e da categoria (Plano de Cargos e Salários – PCS, Regimento Jurídico Único – RJU, etc.), a efetiva defesa de nossos direitos e da Universidade Pública e Gratuita são frutos dessa unidade nacional realizada no ANDES-SN.

Unidade dos docentes, acima das simpatias e das divergências

O sindicato não pode ser a reunião dos professores que simpatizam com uma corrente. Deve ser o espaço de construção da unidade e solidariedade entre todos os docentes, ativos e aposentados, com diferentes titulações, regimes e tempos de serviço.

No seio do ANDES-SN está democraticamente garantida a participação das diversas correntes e posições sindicais e ideológicas. No entanto, os promotores do chamado “Novo Movimento Docente†apostaram na cisão, decidindo abandonar o ANDES-SN: esse não é o caminho da união e do fortalecimento do movimento docente!

O que está em questão não é o nosso acordo ou desacordo com a diretoria do ANDES-SN. A divergência é saudável, deve ser debatida e tratada democraticamente. Entretanto, se a cada divergência os descontentes criarem uma nova entidade, logo teremos várias entidades de docentes, enfraquecidas e sem nenhuma capacidade de mobilização e de pressão sobre o governo federal.

Os “sindicatos municipais†criados até agora não obtiveram registro sindical

Vem sendo alegado que as ações judiciais da ADUFRGS ficaram desprotegidas pela suspensão do registro sindical do ANDES-SN. Entretanto, a ADUFRGS continua encaminhando ações judiciais coletivas sem nenhum prejuízo.

Por sua vez, as tentativas de criação de sindicatos docentes locais não obtiveram o registro sindical até agora, sendo improvável que um sindicato de Porto Alegre o obtenha, pelo menos em curto prazo. E, ao contrário do que tem sido colocado, as ações que estão tramitando em nome da ADUFRGS ficariam a descoberto pela extinção da Associação.

A consulta convocada não é democrática

De acordo com o regimento da ADUFRGS, as decisões devem ser tomadas em Assembléia Geral. Entretanto a diretoria insiste em dizer que a consulta eletrônica vai “deliberar†sobre a “transformação†da ADUFRGS em sindicato. Querem criar um clima de fato consumado.

Outrossim, cabe observar que a questão não foi até agora minimamente debatida. É verdade que foram publicados dois artigos a favor e dois artigos contra a “transformação†numa edição especial do Adverso, mas todas as outras edições – inclusive a última – foram dedicadas à propaganda da proposta da diretoria. E basta que seja acessada a página eletrônica da ADUFRGS para sermos saudados com propaganda louvando o pretenso “Novo Movimento Docenteâ€. Por sua vez, os informativos do ANDES-SN são remetidos para uma pasta que é preciso procurar com afinco para encontrar; aliás, a página da ADUFRGS sequer possui um link para o ANDES-SN: em suma, dois pesos, duas medidas, o que fere a democracia!

Ou seja, o processo todo vem sendo arquitetado, preparado e organizado por uma diretoria cuja posição não é nem um pouco isenta. Lembramos que a proposta de uma comissão paritária para a organização do processo de debate e da consulta não foi aceita pelo presidente da ADUFRGS.

Para discutir o tema “transformaçãoâ€, a diretoria convocou dois debates. Ao primeiro compareceram menos de vinte pessoas. Quanto ao segundo, durou meia-hora (se tanto!), sendo prontamente encerrado. É esse o amplo debate anunciado pela diretoria? Que democracia é essa?

Chamamos a atenção do(a)s colegas para o açodamento, a precipitação que movimentam a diretoria, bem como para as condições absurdamente precárias e desiguais – na verdade: antidemocráticas – nas quais a diretoria pretende convocar uma “Consulta Eletrônica para deliberarâ€, o que não corresponde ao decidido pela Assembléia Geral de 30/04/2008, além de afrontar o Regimento da ADUFRGS.

Por todas as razões acima apontadas, conclamamos o(a)s colegas a defender a ADUFRGS contra a proposta de destruí-la e de cindir o ANDES-SN.

Subscrevem:

José Fraga Fachel (IFCH, Presidente da primeira diretoria da Adufrgs)

Aron Taitelbaum (MAT, Vice-presidente da primeira diretoria da Adufrgs)

Carlos Schmidt – Schmittão (ECO, ex-presidente da Adufrgs)

Fernando Molinos Pires Fº (ODONTO, ex-presidente da Adufrgs)

Rubens Constantino Volpe Weyne (FABICO, ex-presidente da Adufrgs)


Adriana Thoma (EDU)

Alfieri Gobetti (ENG)

Ana Maria e Souza Braga (VET)

Ana Zandwais (LET)

Candido Silveira de Souza (ESC. TÉCNICA)

Carlos Alberto Saraiva Gonçalves (ICBS)

Carmem Juracy Silveira Gottfried (ICBS)

Carmen Lúcia Bezerra Machado (EDU)

Cíntia Inês Boll (EDU)

Dante Barone (INF)

Deborah Veiga (ENF)

Denise Maria Comerlato (EDU)

Diomar Chagas Pereira Xavier (ESC. TÉCNICA)

Eduardo Maldonado Filho (ECO)

Elisabete Búrigo (MAT)

Elizabeth Aguiar (ESC. TÉCNICA)

Enrique Serra Padrós (IFCH)

Evangelina Veiga (FABICO)

Fábio Dal Soglio (AGRO)

Fernando Nascimento (INF)

Guacira Louro (EDU)

Helen Osório (IFCH)

Heloísa Junqueira (EDU)

Ilza Rodrigues Jardim (EDU)

Jacques Marre (IFCH)

Jorge Alberto Quillfeldt (BIOCIÊNCIAS)

Jorge Alberto Rosa Ribeiro (EDU)

José Rerin (FARM)

Laira Vieira Toscani (INF)

Laura Souza Fonseca (EDU)

Laura Verrastro (BIOCIÊNCIAS)

Leci Silva de Freitas (ADM)

Leda Carmen Wulf Gobetti (ENG)

Lívia Piccinini (ARQ)

Luciana Gruppelli Loponte (EDU)

Luiz Dario T. Ribeiro (IFCH)

Luiz Tiarajú dos Reis Loureiro (ENG)

Luzia Mello (EDU)

Marco Paulo Stigger (ESEF)

Margareth Schaffer (EDU)

Margot Ott (EDU)

Maria Beatriz Gomes da Silva (EDU)

Maria Ceci Misoczky (ADM)

Mário Brauner (ESEF)

Marlene Ribeiro (EDU)

Marly Madeira Falcetta (GEO)

Marta Helena Santos Peixoto (ESC. TÉCNICA)

Naira Lisboa Franzói (EDU)

Neuza Tartaglia (ENF)

Paulo Brack (BIOCIÊNCIAS)

Paulo Peixoto Albuquerque (EDU)

Paulo Roberto Oliveira Pereira (ODONTO)

Paulo Francisco Slomp (EDU)

Raimundo Helvécio Aguiar (EDU)

Regina Ribeiro Brasil (EDU)

Renita Algayer (EDU)

Robert Ponge (LET)

Roberto Verdum (GEO)

Ruben Daniel Méndez Castiglioni (LET)

Ruth Francini Ramos Sabat (EDU)

Sandra Mara Corazza (EDU)

Selma Maria Dias Santos (FARM)

Sergio Andrés Lulkin (EDU)

Simão S. Toscani (INF)

Simone Moschen Rickes (EDU)

Sônia Bender Kotzian (GEO)

Sueli Goulart (ADM)

Telmo Pires Mota (MAT)

Tomaz Tadeu da Silva (EDU)

Vera Maria Vidal Peroni (EDU)

.

Recentes adesões:

Alexandre Silva Virginio (ESC. TÉCNICA)
Augusto Triviños (EDU)
Benito Bisso Schmidt (IFCH)
Carlos Mielitz (ECO)
Diogo Onofre de Souza (ICBS)
Eunice Kindel (EDU)
Helena Doria Lucas de Oliveira (EDU)
Liliana Passerino (EDU)
Lorena Holzmann (IFCH)
Manoel Pereira Couto Netto (PSICO)
Maria Eunice Maciel (IFCH)
Mathias Schaff (LET)
Renato Paulo Saul (IFCH)

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QUADRO DE ENSINO 2008 – APPOA

Arquivado em: Psicanalise — Tags: — admin @ 5:45 pm

Associação Psicanalítica de Porto Alegre – APPOA

www.appoa.com.br

QUADRO DE ENSINO 2008

EIXO DE TRABALHO DO ANO

ENCONTROS DE ESTUDO DO SEMINÃRIO “A ANGÚSTIA†DE JACQUES LACAN

Reuniões sistemáticas de trabalho, que acontecerão ao longo do ano, para estudo do Seminário “A Angústiaâ€. Esse estudo envolverá toda a instituição, inspirando também seus eventos.

Coordenação: Carmen Backes, Ligia Víctora e Robson de Freitas Pereira.

Quintas-feiras, 21h, reuniões quinzenais, gratuitas e abertas aos interessados

(último encontro: 30/10/2008)

SEMINÃRIOS

CLÃNICA PSICANALÃTICA NA CONTEMPORANEIDADE

Coordenação: Rosane Ramalho

Segunda-feira, 20h45min, mensal.

LÓGICA “PARA COLORIRâ€

Coordenação: Ligia Víctora

Sexta-feira, 15, 22 e 29 de agosto,18h15min.

O DIVÃ E A TELA

Coordenação: Enéas de Souza e Robson de Freitas Pereira

Sexta-feira, 19h, mensal.

O OLHAR NA ARTE E NA PSICANÃLISE – A PULSÃO ESCÓPICA E SEUS DESTINOS CONTEMPORÂNEOS

Coordenação: Jaime Betts

Segunda-feira, 19h30min, bimensal.

RELENDO LACAN 27 ANOS DEPOIS

Coordenação: Alfredo Jerusalinsky

Quarta-feira, 21h, quinzenal.

SEMINÃRIOS RSI E SINTHOMA: CONSTITUIÇÃO E CORTE DO NÓ

Coordenação: Adão Luiz Lopes da Costa

Segunda-feira, 10h, semanal.

TOPOLOGIA E TEMPO LACANIANOS

Coordenação: Ligia Víctora

Sexta-feira, 18h15min, quinzenal.

A PSICOSSOMÃTICA NA INTERDISCIPLINA E TRANSDISCIPLINA

Coordenação: Jaime Betts

Sábado, 10h, mensal, em Novo Hamburgo.

PROBLEMAS DA CLÃNICA PSICANALÃTICA COM CRIANÇAS

Coordenação: Alfredo Jerusalinsky

Bimensal, em Buenos Aires.

TEXTOS FUNDAMENTAIS DA PSICANÃLISE, DE FREUD A LACAN

Coordenação: Alfredo Jerusalinsky

Bimensal, em Belém do Pará.

GRUPOS TEMÃTICOS

A CONSTITUIÇÃO DO SUJEITO

Coordenação: Carmen Backes

Sexta-feira,10h30min, quinzenal.

AS FORMAÇÕES DO INCONSCIENTE

Coordenação: Gerson Smiech Pinho

Sexta-feira, 16h15min, quinzenal.

CLÃNICA PSICANALÃTICA: ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Coordenação: Carmen Backes

Sexta-feira, 14h45min, quinzenal.

FREUD E LACAN: A CLÃNICA PSICANALÃTICA E O SUJEITO CONTEMPORÂNEO

Coordenação: Maria Ângela Brasil e Eduardo Mendes Ribeiro

Sexta-feira, 10h15min, quinzenal.

FUNDAMENTOS DA PSICANÃLISE FREUDIANA

Coordenação: Otávio Augusto Winck Nunes

Sexta-feira, 11h30min, quinzenal.

HISTÓRIAS DA PSICANÃLISE

Coordenação: Ana Maria Gageiro e Maria Lúcia Muller Stein

Segunda-feira, 18h, quinzenal.

LIDERANÇA E PODER NAS ORGANIZAÇÕES: UMA LEITURA PSICANALÃTICA

Coordenação: Rosana Coelho

Quarta-feira, 19h30min, quinzenal.

PSICANÃLISE DE CRIANÇAS – FUNDAMENTOS PSICANALÃTICOS

Coordenação: Marta Pedó

Segunda-feira, 10h30min, quinzenal.

A ANGÚSTIA E A CLÃNICA PSICANALÃTICA

Coordenação: Rosane Ramalho

Terça-feira, 15h30min, quinzenal, no Rio de Janeiro.

A CRIANÇA E A CLÃNICA PSICANALÃTICA

Coordenação: Izabel Joana Dal Pont e Margareth Kuhn Martta

Segunda e quarta sextas-feiras do mês, 10h30min, quinzenal, em Caxias do Sul.

ADOLESCÊNCIA: ENTRE A CLÃNICA, AS INSTITUIÇÕES E OS SINTOMAS SOCIAIS

Coordenação: Ângela Lângaro Becker e Ieda Prates da Silva

Sábado, 10h, mensal, em Novo Hamburgo.

A PSICANÃLISE, A INFÂNCIA E AS INSTITUIÇÕES: INTERROGAÇÕES ATUAIS À CLÃNICA DE CRIANÇAS

Coordenação: Ieda Prates da Silva e Larissa Costa B. Scherer

Terça-feira, 20h, quinzenal, em Novo Hamburgo.

COMO NASCE UM SUJEITO? A INFÂNCIA NOS SEUS PRIMÓRDIOS

Coordenação: Simone Mädke Brenner

Quinta-feira, 19h30min, quinzenal, em Novo Hamburgo.

PROBLEMAS DE CLÃNICA PSICANALÃTICA

Coordenação: Alfredo Jerusalinsky

Segundo sábado de cada mês, 17h30min, mensal, em São Paulo.

PSICANÃLISE DE CRIANÇAS: TEORIA E CLÃNICA

Coordenação: Ana Sílvia Espig Lang

Quinta-feira, 18h, quinzenal, em Maceió.

PSICANÃLISE E PSICOPATOLOGIA

Coordenação: Charles Lang

Sexta-feira, 19h, semanal, em Maceió.

UMA INTRODUÇÃO À LEITURA DE LACAN

Coordenação: Luciane Loss Jardim

Quinzenal, em Campinas.

GRUPOS TEXTUAIS

A IMAGEM INCONSCIENTE DO CORPO, DE FRANÇOISE DOLTO

Coordenação: Simone Mädke Brenner

Quinta-feira, 18h30min, quinzenal.

MOMENTO DE LER: Textos variados conforme o interesse do grupo

Coordenação: Maria Auxiliadora Sudbrack

Sexta-feira, 16h, semanal.

SEMINÃRIO I DE LACAN – OS ESCRITOS TÉCNICOS DE FREUD

Coordenação: Norton Cezar da Rosa Jr

Sexta-feira, 10h, semanal.

SEMINÃRIO XXIV DE LACAN – “O NÃO SABIDO QUE SABE DE UMA EQUIVOCAÇÃO†OU “O INSUCESSO DO INCONSCIENTE É O AMORâ€

Coordenação: Maria Auxiliadora Sudbrack

Quinta-feira, 14h, quinzenal.

A ANGÚSTIA DE LACAN

Coordenação: Sidnei Goldberg

Sexta-feira, 20h, quinzenal, em São Paulo.

INTRODUÇÃO À PSICANÃLISE – CONCEITOS: O INCONSCIENTE E A CASTRAÇÃO

Coordenação: Walter Cruz

Quarta-feira, quinzenal, em Parnaíba (Piauí).

INTRODUÇÃO À PSICANÃLISE – CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Coordenação: Walter Cruz

Sexta-feira, quinzenal, em Parnaíba (Piauí).

SEMINÃRIO XVII, DE LACAN – O AVESSO DA PSICANÃLISE

Coordenação: Charles Lang

Terça-feira, 17h30min, semanal, em Maceió.

Sábado, 10h30min, semanal, em Maceió.

NÚCLEOS DE ESTUDO

NÚCLEO PASSAGENS – SUJEITO E CULTURA

Responsáveis: Ana Costa, Edson Sousa e Lucia Pereira

Seminários – Leituras: Machado de Assis e Jorge L. Borges

Coordenação: Luis Augusto Fischer

Encontros em 14/08, 18/09 e 23/10, 19h30min, na APPOA

NÚCLEO DAS PSICOSES

Responsáveis: Ester Trevisan, Maria Ângela Bulhões, Mário Corso, Nilson Sibemberg e Rosane Ramalho.

Apresentação de pacientes (com Alfredo Jerusalinsky)

Atividade desenvolvida em conjunto com o Cais Mental Centro.

Segunda-feira, 20h30min, reuniões mensais.

NÚCLEO DE PSICANÃLISE DE CRIANÇAS

Responsáveis: Alfredo Jerusalinsky, Eda Tavares, Ieda Prates da Silva, Gerson Pinho, Marta Pedó e Simone Moschen Rickes.

Sábado, 10h, reuniões mensais.

OFICINAS

Atividades a serem desenvolvidas aos sábados, em horários e datas a serem previstas.

OFICINA DE TOPOLOGIA

Coordenação: Ligia Víctora

Sábado, 10h, semestral.

EXERCÃCIOS CLÃNICOS

Atividade marcada em função da proposição de algum membro da Instituição, e que ocorre sempre aos sábados pela manhã.

27 de setembro, 10h.

PERCURSO DE ESCOLA

TURMA: VIII

Sexto semestre: Temas cruciais da psicanálise; história e formação.

TURMA: IX

Quarto semestre: O sintoma.

PERCURSO EM PSICANÃLISE DE CRIANÇAS

Seminário compartilhado com o Núcleo de Estudos Sigmund Freud.

TURMA: II

Direção da cura na psicanálise de crianças; História da psicanálise de crianças; Intersecções; Infância, adolescência e modernidade.

ATIVIDADES EM CONJUNTO COM O INSTITUTO APPOA – CLÃNICA, INTERVENÇÃO E PESQUISA EM PSICANÃLISE

SEMINÃRIOS

CLINICANDO

Coordenação: Ana Costa

Terceiro sábado do mês, 9h, mensal.

ESCRITAS DA EXPERIÊNCIA

Coordenação: Maria Cristina Poli e Simone Moschen Rickes

Última sexta-feira de cada mês, 9h, mensal.

PSICANÃLISE E SAÚDE MENTAL

Coordenação: Analice Palombini, Ester Trevisan, Francilene Rainone, Maria Cristina Carvalho da Silva e Nilson Sibemberg.

Segunda terça-feira do mês, 20h, mensal.

PSICANÃLISE E SAÚDE PÚBLICA

Coordenação: Elaine Silveira

Data e horário a combinar

GRUPOS TEMÃTICOS

GRUPO DE ESTUDO SOBRE GRUPOS

Coordenação: Jorge Broide

Segunda-feira, 18h45min, mensal.

LINHAS DE TRABALHO

INTERVENÇÕES SOCIAIS NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

Data e horário a combinar

PSICANÃLISE E JUSTIÇA

Data e horário a combinar

PSICANÃLISE E SAÚDE COLETIVA

Data e horário a combinar

PRINCIPAIS EVENTOS DO ANO 2008

CONGRESSO DA APPOA – “A ANGÚSTIAâ€

Data: 14, 15 e 16 de novembro

Local: Hotel Plaza São Rafael – POA – RS.

OBSERVAÇÕES:

1. Maiores informações (datas, programas, bibliografias) sobre as atividades: na secretaria da APPOA. As informações que não forem esclarecidas pela secretaria poderão ser obtidas diretamente com os coordenadores das atividades ou discutidas com os membros da Comissão de Acolhimento da APPOA.

Associação Psicanalítica de Porto Alegre – APPOA

Rua: Faria Santos, 258 – Petrópolis – Porto Alegre – RS
Cep: 90670-150 – Fones: (51) 3333.2140 ou 3333.7922

appoa@appoa.com.br – www.appoa.com.br

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Seminários Saúde Mental e Saúde Coletiva

Arquivado em: Psicanalise — Tags: — admin @ 5:43 pm

O Instituto APPOA, o Conselho Regional de Psicologia (CRP), o Hospital Psiquiátrico São Pedro, a Escola de Saúde Pública (ESP) promovem:

Ciclo de Seminários “Saúde Mental e Saúde Coletiva†com Ana Cristina Figueiredo, doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1996).

Ana Cristina Figueiredo, doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1996), atualmente é Professora Associada do Instituto de Psiquiatria e do Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Professora Colaboradora do Programa de Pós-graduação em Psicanálise da UERJ. Tem experiência na área de Psicologia, com formação em Psicanálise, atuando principalmente nas seguintes sub áreas: psicanálise aplicada, saúde mental, clínica psicanalítica, intervenção terapêutica, atenção psicossocial.

É supervisora de CAPS – Centros de Atenção Psicossocial – e de serviços da rede de Saúde Mental em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde do Rio de Janeiro e com o Ministério da Saúde. Autora do livro “Vastas Confusões e Atendimentos Imperfeitos: a clínica psicanalítica no ambulatório público†da editora Relume Dumará baseado em sua tese de doutorado, além de vários outros artigos com o tema da saúde mental e da atenção psicossocial a partir da orientação psicanalítica.

Datas:
Dia 25/08, às 14hs – na Escola de Saúde Pública, Questões Metodológicas em Pesquisa Qualitativa (aspectos a serem considerados para pesquisa em serviço e para o diálogo com os Comitês de Ética), organizado pela Coordenação de Ensino da Escola de Saúde Pública.
No dia 25/08, às 19h, no Coral Tower, As interfaces do cuidado em saúde mental, com relatos de experiência e debate, atividade programada pelo CRP/07 em homenagem ao dia do Psicólogo.
Dia 26/08, às 9hs, no Anfiteatro do HPSP, O lugar da Psicologia nas Equipes: encontros e desencontros, organizado pelo Ambulatório do HPSP.
Dia 26/08, às 14hs, A construção de caso: Psicanálise e Saúde Coletiva, organizado pela Coordenação de Ensino da Escola de Saúde Pública em parceria com o Ambulatório do Hospital Psiquiátrico São Pedro e o Instituto APPOA.
ATENÇÃO: em função do grande número de pessoas interessadas, esta atividade foi transferida para um local maior, o Batalhão Ambiental, Bento Gonçalves, 3850 (prédio P3), no dia 26/08, às 14hs. Como o estacionamento do Batalhão é pequeno e o espaço acolherá 130 lugares é melhor deixar o carro na ESP/RS ou no estacionamento da PUC (saída pela ruela lateral que dá na ESP/RS) e ir caminhando até a Bento Gonçalves e dobrar a direita e andar alguns metros.
Estas atividades são abertas e gratuítas.
Endereços:
Escola de Saúde Pública - Avenida Ipiranga, 6311 – Porto Alegre – RS
Coral Tower – Avenida Protásio Alves, 2966 – Porto Alegre – RS

HPSP – Avenida Bento Gonçalves, 2460 – Porto Alegre – RS

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Congresso APPOA 2008 – angústia

Arquivado em: Psicanalise — Tags: — admin @ 5:42 pm

Associação Psicanalítica de Porto Alegre – APPOA

CONGRESSO

angústia

Dias: 14, 15 e 16 de novembro de 2008

Local: Centro de Eventos Plaza São Rafael

Endereço: Avenida Alberto Bins, 514 – Porto Alegre, RS – Brasil

É impossível desconhecer a angústia. Ela se enlaça com o mais precioso do sujeito: a vida ou a morte, o mais íntimo e o mais incompreensível. Há muito que nossa cultura lida com ela, representando-a desde as artes, passando pela religião, a filosofia e as ciências mais diversas. Sem falar na literatura, na qual o “Estranho†(Das Unheimliche) é uma de suas figurações mais fortes. Nesta, a ficção nos traz narrativas em que o estrangeiro e o familiar põem em questão todas as dimensões de certeza. A conhecida angústia, assim, revela sua face indecifrável.

A psicanálise, por sua vez, buscou encontrar uma forma singular de escutar e interpretar este “afeto que não enganaâ€, onde a palavra silencia à falta de uma simbolização possível. O próprio Freud transformou sua teoria da angústia ao longo de mais de 30 anos, em um trabalho de permanente atualização. Ele começou por considerá-la como um afeto e reação natural frente a uma situação real de perigo, passando por situar a angústia de castração, até sua derradeira tese de 1926, na qual considerava a angústia como sinal de alerta do Eu: um aviso interno de que algo não vai bem, ameaçando sua estrutura.

Jacques Lacan, para conceituar o objeto do desejo em seu retorno a Freud, subverte a posição do analista e afirma que este afeto primordial tem um objeto: ele é o mesmo que organiza o desejo. Porém, enquanto o objeto sempre falta no desejo, na angústia é a falta simbólica que falta. Assim, desejo e angústia enlaçam-se na trama do sujeito.

Trabalhar a temática da angústia e suas implicações na clínica e na cultura nos possibilitou dois anos de leituras e discussões – que passaram pela literatura psicanalítica, médica, filosófica, literária, assim como por estudos de casos clínicos, das políticas públicas, da história e da sociedade atual. A preparação do tema, em grupos de estudos, jornadas diversas e publicações de textos, culminam, enfim, com este Congresso. Nosso objetivo é ampliar o debate, dialogando com outras áreas da ciência e da arte, com psicanalistas de outros estados e países e com todos os que desejarem participar.

PROGRAMA

sexta-feira 14/11/2008

8h30 – Credenciamento e inscrições.

9h – Abertura

Mesa 1

Coordenação: Ligia Gomes Víctora

Conferência: “Actualidade†da angústia. Robson de Freitas Pereira (APPOA/RS)

Mesa 2

Coordenação: Liz Nunes Ramos

Angústia de castração e inveja do pênis pós-maternidade. Julieta Jerusalinsky (APPOA/SP)

Angústia na psicanálise de crianças. Alba Rita Flesler (EFBA/BsAs-ARG)

- o0o -

14h – Mesa 3

Coordenação: Liliane Froemming

Aprendizado, cooperação e competição no trabalho. Paul Singer (SENAES/DF)

A psicanálise na economia solidária. Jorge Broide (APPOA/SP)

Cultura, economia e política. Enéas Costa de Souza (APPOA/RS)

Mesa 4

Coordenação: Carmen Backes

Uma carta perdida. Maria Cristina Poli (APPOA/RS)

Angústia e desejo: afinidades eletivas. Sidnei Goldberg (APPOA/SP)

As depressões e a experiência do tempo. Maria Rita Kehl (APPOA/SP)

Lançamentos de livros

- o0o -

Sábado – 15/11/2008

9h – Mesa 5

Coordenação: Rosane Monteiro Ramalho

A potência iconoclasta do objeto a: psicanálise e utopia. Edson Luiz André Sousa (APPOA/RS)

“Esta velha angústiaâ€. Maria Ida Baptista Fontenelle (APPOA/DF)

“É não sem e não é semâ€. Charles Elias Lang (APPOA/AL)

Mesa 6

Coordenação: Fernanda Breda

Rasura e angústia: a função do velamento do corpo. Ana Costa (APPOA/RS)

Frida Kahlo: pincel da angústia. Eliana dos Reis (APPOA/NY-EUA)

- o0o -

14h – Mesa 7

Coordenação: Diana Lichtenstein Corso

Angústias contemporâneas. Rosane Monteiro Ramalho (APPOA/RJ/RS)

Angústia: Sujeito e Grupo. Jorge Valadares (FIOCRUZ/RJ.)

A angústia da dança adolescente. Ângela Lângaro Becker (APPOA/RS)

Mesa 8

Coordenação: Nilson Sibemberg

Isso é suportável? A clínica psicanalítica diante dos estados extremos de angústia.

Mário Eduardo Costa Pereira (UNICAMP/SP)

Angústia e cérebro: há algum diálogo possível entre psicanálise e neurociências?

Benilton Bezerra Júnior (Medicina Social/UERJ)

Mesa 9

Coordenação: Ester Trevisan

Conferência: Relação da angústia com o gozo sexual. Gérard Pommier (FEP/Paris-FR)

- o0o -

Domingo – 16/11/2008

9h – Mesa 10

Coordenação: Lúcia Alves Mees

Do Resto ao Lixo – a corrosão do desejo na era da reprodutibilidade técnica. Jaime Betts (APPOA/RS)

O homem sem qualidades, mesmo. Élida Tessler (Artes/UFRGS)

A banda de Mahler e o violino sinistro. Elaine Starosta Foguel (APPOA/BA)

- o0o -

14h – Mesa 11

Coordenação: Lucy Linhares da Fontoura

A economia da angústia. Roséli Maria Olabarriaga Cabistani (APPOA/RS)

Reflexões sobre a inibição. Ricardo Goldenberg (APPOA/SP)

Mesa 12

Coordenação: Marieta Luce Madeira Rodrigues

Vértigo: fascínio e perturbação na ficção machadiana. Lúcia Serrano Pereira (APPOA/RS)

Figuras da angústia em Borges. Luis Augusto Fischer (Letras/UFRGS)

Criaturas imperfeitas procuram um pai. Mário Corso (APPOA/RS)

Mesa 13

Coordenação: Robson de Freitas Pereira

Conferência: A angústia e a orientação do sujeito. Isidoro Vegh (EFBA/BsAs-ARG)

Encerramento: Lúcia Serrano Pereira (Presidência/APPOA)

- o0o –

Inscrições e informações: no site ou na Secretaria da APPOA.

Datas-limite

p/ inscrição:

Associados

APPOA

Estudantes e

Recém-formados*

Profissionais

Até dia 15/09

c/ desconto

120,00

130,00

170,00

Até dia 15/10

c/ desconto

140,00

150,00

180,00

Em três parcelas:

15/09; 15/10 e 15/11

3 X 50,00

3 X 60,00

3 X 75,00

Após dia 15/10

180,00

190,00

250,00

Informações e inscrições:

• * Estudantes de graduação e formados até dois anos, mediante apresentação de certificado ou comprovante de matrícula em curso superior na Secretaria da APPOA.

• Horário de funcionamento da Secretaria da APPOA: de segunda a quinta-feira, das 13h30min. às 21h30min e às sextas-feiras, das 13h30min às 20h

• Inscrições mediante depósito bancário, para Banco Itaú, agência 0604, conta- corrente: 32910-2. Neste caso, enviar, por fax, o comprovante de pagamento devidamente preenchido, para a inscrição ser efetivada.

• Inscrições pelo site www.appoa.com.br após efetuar a inscrição pelo site, enviar por fax ou por e-mail o comprovante de pagamento devidamente preenchido.

• As vagas são limitadas.

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Associação Psicanalítica de Porto Alegre – APPOA

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TRF4 nega recurso contra sistema de cotas da Ufrgs

Arquivado em: Variados — Tags: — admin @ 5:33 pm

Fonte: http://www.trf4.jus.br/trf4/noticias/noticia_detalhes.php?id=5859

Terça, 26 de Agosto de 2008

TRF4 nega recurso contra sistema de cotas da Ufrgs

A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou hoje (26/8), por maioria, o pedido de matrícula de sete candidatos aos cursos de Administração e Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Eles alegavam que teria havido desvirtuamento no Programa de Ações Afirmativas implantado pela universidade.

De acordo com o desembargador federal Luiz Carlos de Castro Lugon, os autores da ação concorreram num certame com regras preestabelecidas, deles previamente conhecidas, e que não obtiveram êxito por não estarem suficientemente preparados. Para o magistrado, não servem como argumentação as fotografias anexadas ao processo – que mostram pretensos estudantes ricos que teriam ingressado na universidade pelo sistema de cotas –, pois foram colhidas de forma clandestina e unilateral, sem observar o devido processo legal.

O desembargador destacou ainda que, das pretensas distorções na aplicação do sistema de cotas, nenhum direito emergiria aos vestibulandos. “As cotas foram criadas para beneficiar hipossuficientes e negrosâ€, salientou Lugon. Se houve fraudes, afirmou, estas foram em detrimento de outros hipossuficientes ou negros, e não dos autores, que não disputaram as vagas reservadas.

Em relação às ações afirmativas, Lugon considerou que estas são políticas voltadas à concretização da igualdade de oportunidades e à neutralização dos efeitos da discriminação racial, de gênero, de idade, de origem nacional e de compleição física. A noção de ação afirmativa, ressaltou o desembargador, está “diretamente ligada ao princípio da dignidade da pessoa humanaâ€, expresso na Constituição Federal.

Para o juiz federal convocado Roger Raupp Rios, que também participou do julgamento do agravo de instrumento na 3ª Turma, a alegação de que diversos candidatos teriam ingressado na universidade pela reserva de vagas sociais, apesar de oriundos do ensino privado, não pode ser considerada. “Toda a denúncia de irregularidade ou defeito na execução de uma política pública deve ser bem-vinda na democracia. Todavia, disto não decorre qualquer direito dos denunciantes ao ingresso nas vagas que se suspeitam incorretamente preenchidasâ€, concluiu.

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