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1. O médico bate no seu joelho (no tendào patelar) com um martelinho de borracha para examinar seus
2. Quando os reflexos estào normais a perna à batida no joelho com um movimento (o chamado reflexo patelar).
3. O movimento da perna ou reflexo patelar é uma à batida do martelo no joelho.
4. O objeto estimulador que o médico usa para provocar o movimento é o
5. O estímulo que elicia (provoca) o movimento da perna é a com o objeto estimulador ou martelo.
6. No reflexo patelar chamamos a batida ou golpe de e o martelinho de borracha que a desfere de objeto .
7. Explica-se um fenômeno quando suas causas forem identificadas. A "causa" ou explicação do reflexo patelar é, tecnicamente, o que o elicia.
8. Em linguagem técnica se diz que um reflexo supõe um estímulo eliciador em um processo chamado eliciação. Um estímulo deve uma resposta.
9. A fim de evitar os matizes de significação das palavras de uso popular, não se diz que um estímulo "provoca", "dispara" ou "causa" uma resposta, mas sim que o estímulo a resposta.
10. Em um reflexo, o estímulo e a resposta eliciada ocorrem em uma certa ordem. Primeiro o e depois a .
11. O movimento da perna é pela batida no tendào patelar.
12. O tempo que decorre entre o aparecimento do estímulo e o começo da resposta é chamado de latência. Assim, o tempo entre a batida e o movimento da perna é a do reflexo patelar.
13. O mais fraco estímulo capaz de eliciar a resposta determina o limiar do reflexo. Uma batida no joelho nào eliciará uma resposta se estiver abaixo do .
14. Se você pisca quando uma coisa qualquer encosta nos seus olhos, a é uma resposta.
15. Um sopro de ar nos olhos elicia uma piscada só se a força do sopro for maior que o valor do .
16. A fração de segundo que ocorre entre "encostar no olho"e "piscar" é a do reflexo.
17. No reflexo do tendào patelar uma batida mais forte elicia um movimento maior; uma batidinha fraca, apenas acima do limiar, elicia um movimento pequeno. A magnitude da resposta depende pois da intensidade do .
18. A magnitude da resposta depende da (é uma função da) do estímulo que a elicia.
19. O reflexo abrange tanto o quanto a . O termo reflexo (é? ou nào é?) sinônimo do termo resposta.
20. Quando uma pessoa se assusta com um barulho forte, seu estremecimento é ao barulho que agiu como . Os dois juntos constituem um .
21. Se um gole de uma limonada bem fresquinha nào provocar salivação diz-se que o estímulo está abaixo do .
22. No reflexo salivar o (alimento) precede a resposta (secreção de saliva) de um intervalo de tempo chamado .
23. Se uma atriz usa sumo de cebola no lenço para eliciar lágrimas durante uma cena emotiva, deve usar o suficiente para ultrapassar o .
24. Quanto maior for a concentração de sumo de cebola, tanto será a magnitude da resposta.
25. O sumo de cebola elicia a secreção de lágrima pela glà¢ndula lacrimal. Esta sequência causal de eventos é um .
26. Quando empregamos uma linguagem técnica nào dizemos que o sumo da cebola "estimula" as lágrimas, mas sim que ele as lágrimas.
27. Quando uma criança encosta a mào em uma superfície muito quente, tira-a depressa. A palavra "depressa" sugere que a resposta tem bem curta.
28. Quando se tira a mào de uma superfície muito quente, o movimento do braço é uma que é eliciada pelo doloroso na mào.
29. No reflexo de tirar a mào de uma superfície muito quente, o estímulo deve ter intensidade suficiente para ultrapassar o .
30. A luz de uma lanterna nos olhos elicia a contração da pupila. Esta sequência é chamada de pupilar.
31. No reflexo pupilar se diz que a luz a resposta.
32. No reflexo pupilar uma luz muito intensa elicia uma resposta de maior que uma luz muito fraca.
33. Um abrange uma resposta e o estímulo que a elicia.
34. Num quarto onde estiver fazendo muito calor, as glândulas sudoríparas excretam suor. A resposta é o , o estímulo é o e os dois juntos constituem o .
35. O mais leve toque possàvel na superfície do olho capaz de eliciar uma piscada determina o do estímulo.
36. Um gato que é levantado de ponta-cabeça cai no chào sobre as quatro patas. Neste reflexo de endireitar-se, a aceleração causada pela gravidade é o principal para que o gato se endireite.
37. Em qualquer reflexo há sempre um estímulo que a resposta.
38. Pôr o dedo na garganta pode vômitos. é a resposta.. O é tátil.
39. Se o vômito começar 1 décimo de segundo depois do aparecimento do estímulo, o reflexo tem uma de 0,1s.
40. Uma solução de suco de limào nào eliciará salivação se o estímulo estiver do limiar.
41. A latência de um reflexo é o entre o começo do e o começo da .
42. Uma superfície muito quente posta em contato com a mào elicia no braço uma latência (maior? ou menor?) que uma superfície menos quente.
43. Um quarto muito quente elicia (mais? ou menos?) suor do que um quarto apenas aquecido, isto é, a resposta tem uma magnitude .
44. Quanto maior for a concentração do sumo de cebola que chega à superfície do olho, tanto a magnitude da resposta e tanto a latência.
45. Quanto maior for a concentração do suco de limào ingerido, tanto o fluxo de saliva e tanto o intervalo entre os começos do estímulo e da resposta.
46. Uma luz muito forte nos olhos elicia uma resposta pupilar de pequena .
47. Quanto maior for a intensidade do estímulo tanto maior será a da resposta e tanto menor será a do reflexo.
48. A apresentação do estímulo é causa da resposta. Os dois formam o .
49. O leigo frequentemente explica o comportamento como resultado da ação da "mente" ou do "livre arbàtrio". Entretanto raramente o faz no caso do comportamento reflexo porque o é a explicação adequada da resposta.
50. Por o estímulo ser uma explicação suficiente da resposta reflexa, (há ou nào há?) necessidade de explicar o comportamento reflexo através de conceitos como "mente" ou "livre arbàtrio".
51. Latência é o entre o começo de uma mudança de energia e o começo da resposta que ela elicia.
52. O de um estímulo é a intensidade mínima capaz de uma .
53. Em um reflexo o sempre precede a .
54. Em um reflexo a magnitude da resposta varia com a do estímulo.