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Máquina de Ensinar



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A Máquina de Ensinar é uma transcrição para a internet da Parte I (Comportamento Reflexo), Série 1 (Reflexos Simples) do livro de Instrução Programada de HOLLAND, J. SKINNER, B. F. A análise do comportamento. São Paulo: Herder e EDUSP, 1969.
O programa foi desenvolvido sob a orientação do Prof. Paulo Francisco Slomp, por Ricardo Tomasi, na Faculdade de Educação da UFRGS.

1. O médico bate no seu joelho (no tendào patelar) com um martelinho de borracha para examinar seus




2. Quando os reflexos estào normais a perna à  batida no joelho com um movimento (o chamado reflexo patelar).




3. O movimento da perna ou reflexo patelar é uma à batida do martelo no joelho.




4. O objeto estimulador que o médico usa para provocar o movimento é o




5. O estí­mulo que elicia (provoca) o movimento da perna é a com o objeto estimulador ou martelo.




6. No reflexo patelar chamamos a batida ou golpe de e o martelinho de borracha que a desfere de objeto .




7. Explica-se um fenômeno quando suas causas forem identificadas. A "causa" ou explicação do reflexo patelar é, tecnicamente, o que o elicia.




8. Em linguagem técnica se diz que um reflexo supõe um estí­mulo eliciador em um processo chamado eliciação. Um estímulo deve uma resposta.




9. A fim de evitar os matizes de significação das palavras de uso popular, não se diz que um estímulo "provoca", "dispara" ou "causa" uma resposta, mas sim que o estímulo a resposta.




10. Em um reflexo, o estímulo e a resposta eliciada ocorrem em uma certa ordem. Primeiro o e depois a .




11. O movimento da perna é pela batida no tendào patelar.




12. O tempo que decorre entre o aparecimento do estímulo e o começo da resposta é chamado de latência. Assim, o tempo entre a batida e o movimento da perna é a do reflexo patelar.




13. O mais fraco estímulo capaz de eliciar a resposta determina o limiar do reflexo. Uma batida no joelho nào eliciará uma resposta se estiver abaixo do .




14. Se você pisca quando uma coisa qualquer encosta nos seus olhos, a é uma resposta.




15. Um sopro de ar nos olhos elicia uma piscada só se a força do sopro for maior que o valor do .




16. A fração de segundo que ocorre entre "encostar no olho"e "piscar" é a do reflexo.




17. No reflexo do tendào patelar uma batida mais forte elicia um movimento maior; uma batidinha fraca, apenas acima do limiar, elicia um movimento pequeno. A magnitude da resposta depende pois da intensidade do .




18. A magnitude da resposta depende da (é uma função da) do estímulo que a elicia.




19. O reflexo abrange tanto o quanto a . O termo reflexo (é? ou nào é?) sinônimo do termo resposta.




20. Quando uma pessoa se assusta com um barulho forte, seu estremecimento é ao barulho que agiu como . Os dois juntos constituem um .




21. Se um gole de uma limonada bem fresquinha nào provocar salivação diz-se que o estímulo está abaixo do .




22. No reflexo salivar o (alimento) precede a resposta (secreção de saliva) de um intervalo de tempo chamado .




23. Se uma atriz usa sumo de cebola no lenço para eliciar lágrimas durante uma cena emotiva, deve usar o suficiente para ultrapassar o .




24. Quanto maior for a concentração de sumo de cebola, tanto será a magnitude da resposta.




25. O sumo de cebola elicia a secreção de lágrima pela glà¢ndula lacrimal. Esta sequência causal de eventos é um .




26. Quando empregamos uma linguagem técnica nào dizemos que o sumo da cebola "estimula" as lágrimas, mas sim que ele as lágrimas.




27. Quando uma criança encosta a mào em uma superfí­cie muito quente, tira-a depressa. A palavra "depressa" sugere que a resposta tem bem curta.




28. Quando se tira a mào de uma superfí­cie muito quente, o movimento do braço é uma que é eliciada pelo doloroso na mào.




29. No reflexo de tirar a mào de uma superfí­cie muito quente, o estímulo deve ter intensidade suficiente para ultrapassar o .




30. A luz de uma lanterna nos olhos elicia a contração da pupila. Esta sequência é chamada de pupilar.




31. No reflexo pupilar se diz que a luz a resposta.




32. No reflexo pupilar uma luz muito intensa elicia uma resposta de maior que uma luz muito fraca.




33. Um abrange uma resposta e o estímulo que a elicia.




34. Num quarto onde estiver fazendo muito calor, as glândulas sudorí­paras excretam suor. A resposta é o , o estímulo é o e os dois juntos constituem o .




35. O mais leve toque possà­vel na superfí­cie do olho capaz de eliciar uma piscada determina o do estímulo.




36. Um gato que é levantado de ponta-cabeça cai no chào sobre as quatro patas. Neste reflexo de endireitar-se, a aceleração causada pela gravidade é o principal para que o gato se endireite.



37. Em qualquer reflexo há sempre um estímulo que a resposta.




38. Pôr o dedo na garganta pode vômitos. é a resposta.. O é tátil.




39. Se o vômito começar 1 décimo de segundo depois do aparecimento do estímulo, o reflexo tem uma de 0,1s.




40. Uma solução de suco de limào nào eliciará salivação se o estímulo estiver do limiar.




41. A latência de um reflexo é o entre o começo do e o começo da .




42. Uma superfí­cie muito quente posta em contato com a mào elicia no braço uma latência (maior? ou menor?) que uma superfí­cie menos quente.




43. Um quarto muito quente elicia (mais? ou menos?) suor do que um quarto apenas aquecido, isto é, a resposta tem uma magnitude .




44. Quanto maior for a concentração do sumo de cebola que chega à  superfí­cie do olho, tanto a magnitude da resposta e tanto a latência.




45. Quanto maior for a concentração do suco de limào ingerido, tanto o fluxo de saliva e tanto o intervalo entre os começos do estímulo e da resposta.




46. Uma luz muito forte nos olhos elicia uma resposta pupilar de pequena .




47. Quanto maior for a intensidade do estímulo tanto maior será a da resposta e tanto menor será a do reflexo.




48. A apresentação do estímulo é causa da resposta. Os dois formam o .




49. O leigo frequentemente explica o comportamento como resultado da ação da "mente" ou do "livre arbà­trio". Entretanto raramente o faz no caso do comportamento reflexo porque o é a explicação adequada da resposta.




50. Por o estímulo ser uma explicação suficiente da resposta reflexa, (há ou nào há?) necessidade de explicar o comportamento reflexo através de conceitos como "mente" ou "livre arbà­trio".




51. Latência é o entre o começo de uma mudança de energia e o começo da resposta que ela elicia.




52. O de um estímulo é a intensidade mí­nima capaz de uma .




53. Em um reflexo o sempre precede a .




54. Em um reflexo a magnitude da resposta varia com a do estímulo.