Problemas de equilibração – Jean Piaget
Fragmento de: “Problemas de Equilibração” de Jean Piaget
Tradução: Luis Fernando Acosta Marmontel. A tradução do texto a seguir é fruto de uma atividade voluntária proposta na disciplina Psicologia da Educação B, e destina-se aos estudos desenvolvidos nessa disciplina.
Supervisão da tradução: Paulo Francisco Slomp.
Fonte: PIAGET, Jean. Problems of equilibration. In: GRUBER, E. e VONÈCHE, Jacques. The essential Piaget. London: Routledge e Kegan Paul, 1977. pág. 838-841. (From an address by Jean Piaget to the Jean Piaget Society, Philadelphia, 1975 in Topics in Cognitive Developments, volume I, M. Appal, ed. Plenum Press, 1975. Reprinted by permission. Translated by Eleanor Duckworth.)
N. do T. – As reticências constam no corpo do texto fonte.
O tÃtulo “Equilibração” refere-se a um fator que considero essencial no desenvolvimento cognitivo. A fim de compreender o papel deste fator, devemos relacioná-lo a fatores clássicos que sempre têm sido considerados pertinentes no desenvolvimento cognitivo. Há três desses fatores clássicos: 1) as influências do ambiente fÃsico, a experiência externa dos objetos; 2) o que é inato, o programa hereditário; e, 3) transmissão social, os efeitos de influências sociais. Está claro que os três são importantes no desenvolvimento cognitivo….Cada um deles implica o fator fundamental da equilibração, no qual colocarei ênfase especial….
Parece-me que há duas razões para colocar este quarto fator. O primeiro é que uma vez que já temos três outros fatores, deve haver alguma coordenação entre eles. Esta coordenação é um tipo de equilibração. Segundo, na construção de qualquer estrutura operacional ou pré-operacional, um indivÃduo passa por muitas tentativas e erros e muitaos regulações que envolvem em grande parte a auto-regulação. Auto-regulação é a própria natureza dao equilibração. Essas auto-regulações entram em cena em todos os nÃveis da cognição, incluindo o próprio nÃvel mais inferior da percepção.
Começarei com um exemplo a nÃvel de percepção. Temos estudado algumas ilusões de ótica, pedindo a indivÃduos que façam julgamentos perceptivos de uma ilusão de ótica. Por exemplo, usamos com freqüência a ilusão de Müller-Lyer, uma ilusão da diagonal do losango, que é sempre subestimada…. O sujeito tem que julgar se a variável é mais curta, mais longa ou igual ao modelo padrão. Sempre admirei a paciência de uma criança com menos de sete anos que passa por 20,30 ou 40 apresentações por vez.
(…)
O texto integral da tradução encontra-se disponÃvel somente aos alunos matriculados na disciplina EDU01012 Psicologia da Educação II.
Luis Fernando Acosta Marmontel foi quem traduziu o texto acima.
AÃ vai o recado dele:
- “Estou cursando o sexto semestre da Licenciatura em História (1997/1) e resido em Porto Alegre. Em Educação interesso-me pelo Construtivismo, Piaget, EmÃlia Ferreiro, Paulo Freire, além de outros autores. Na Psicanálise, Freud. Na área de História, pelo Materialismo Histórico e Dialético (Marx e Engels), teoria positivista comteana, Escola dos Annales e Nova História (Le Goff).
Como lazer, gosto de fotografia artÃstica, cinema (em especial o italiano, francês e espanhol), teatro e música (clássica, blues, jazz e MPB).
Na medida do possÃvel, responderei a todas mensagens que me forem enviadas”.
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Sou professora da rede Pública Estado do Tocantins,
Estamos enfrentada um problema muito serio de indiciplina, teve professor que já deixou a turma e que ja foi ´té ameaçado, Não consegui dar aula, essa turma esta um caos, tudo que estava a nosso alcanse fazemos, , nada muda. O que fazer? gsotaria de ouvir um piscologo.
Comentário por Neura Mota Martins — abril 4, 2009 @ 9:13 am