A Adolescência

De Psicologia da Educação

FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DEPARTAMENTO DE ESTUDOS BÁSICOS - DEBAS PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO I – TURMA F Porto Alegre 2007/1


Tabela de conteúdo

INTRODUÇÃO

Este trabalho tem como objetivo o aprofundamento no tema “Adolescência”, foi elaborado de forma conjunta entre três autores, no qual ficou designado o enfoque individual de uma bibliografia e suas opiniões sobre a obra.

Ao adotar esta metodologia, tentamos dinamizar o texto e o conteúdo discutido, revelando diferentes opiniões e pontos de vista sobre um tema em comum (a adolescência), resultando em um trabalho interessante, e ao mesmo tempo com ótimo embasamento teórico que acrescentará grandes informações ao leitor.


O APANHADOR NO CAMPO DE CENTEIO - JD SALINGER

O livro o “Apanhador no Campo de Centeio” , escrito por J. D. Salinger, publicado em 1951 é referenciado por Calligaris no início de sua obra.

Conta a história de Holden Caulfield, um jovem de 16 anos. A história toda se passa num intervalo de dois dias, nos quais Holden foge do internato do qual fora expulso e fica rondando pela cidade. Apenas esperando o momento de poder chegar em casa para que seus pais não descubram antecipadamente que fora expulso mais uma vez de outra escola.

Ele é um rapaz pertencente a uma família de classe média alta e com um contexto familiar bem complicado . Seu pai é advogado e permanece pouco tempo em presença da família. Tem um irmão mais velho que mora fora de casa, uma irmã caçula pela qual sente um profundo afeto e grande admiração. É a única da família com a qual realmente se importa desde a morte de um irmão aos dez anos vítima de leucemia, acontecimento este que mudou toda a situação familiar tendo em vista que, sua mãe deprimida, tornou-se negligente frente aos demais filhos.

Como um típico adolescente, Holden sai, bebe, fuma, esbanja dinheiro com táxis e festas, fala gírias quase o tempo todo e, ao mesmo tempo, mostra-se muito ambivalente, amando e odiando tudo com igual intensidade. Simultaneamente, mostra-se muito carente, referindo o tempo todo sobre sua solidão em relação à sua situação no mundo, sobre seu sentimento de desamparo em relação à sua família e sua vontade de morrer para que tudo isso acabe o quanto antes . É facilmente perceptível essa ansiedade que ele demonstra em todo o decorrer da obra. Ele questiona-se sobre o que está fazendo na escola, sobre as coisas que deveria fazer e não sabe o quê na verdade...sente-se, enfim perdido no mundo no qual se encontra, uma vez que nenhuma das oportunidades a ele apresentadas o satisfaz.

Num dos trechos não qual ele conversa com sua irmã caçula,após ela lhe dar vários sermões quando soube que ele fora expulso da escola, ela o questiona sobre o que ele realmente quer fazer de sua vida. Ele então lhe responde:

"... fico imaginando uma porção de garotinhos brincando num campo de centeio... ninguém por perto a não ser eu. E eu fico na beirada de um precipício maluco... Sabe o que eu tenho que fazer? Tenho que agarrar todo mundo que vai cair no abismo... se um deles começar a correr sem olhar onde está indo, eu tenho que aparecer de algum canto e agarrar o garoto...ia ser só o apanhador no campo de centeio. É a única coisa que eu queria fazer."

A partir do trecho e das informações acima, podemos perceber que apesar do livro ter sido publicado no início da década de 50, Holden é um modelo de adolescente da atualidade. Ele encontra-se em plena crise e imagina que sua única finalidade durante a adolescência (o campo de centeio) é proteger as crianças que estão chegando perto dela para que não se percam (abismo) e sigam os caminhos certos. Somado a isto, ele percebe o campo de centeio como um lugar em que está só, e fica na espera de que seus pais venham fazer por ele o mesmo que ele está fazendo pelas criancinhas. Todos os jovens passam por todos esses momentos, essas crises de identidade, essas cobranças , esses questionamentos sobre seu "ser no mundo" e sobre a finalidade de sua existência. É uma fase complicada e que , dependendo da forma como é trabalhada com cada um, pode tanto ter bons como maus resultados.


ADOLESCENTE HOJE - LUIZ CARLOS OSÓRIO

Os adolescentes constituem cerca de 25% da população de nosso país, e são a maioria do público alvo da docência a qual estamos nos preparando. É muito comum associarmos aos adolescentes como pessoas que se encontram numa fase problemática da vida e tratarmos eles como verdadeiros problemas ou pessoas rebeldes.

Esta forma equivocada a qual nos referimos como fase de crise pode ser mais bem entendida e interpretada se soubermos como se dão as evoluções e as mudanças que ocorrem nos adolescentes num período de tempo relativamente curto e de extrema importância dos seres humanos. A partir do momento que refletirmos a cerca de todos essas mudanças que ocorrem nesta fase e que a maioria de nós já passou, certamente não veremos mais os adolescentes como rebeldes e problemáticos.

Nessa fase evolutiva todas os processos constituintes da formação do individuo se engendram como processo único e ao final deste período teremos um individuo adulto já com características biológicas e sociais conformadas que serão lapidadas no decorrer da vida. Mas o importante é que as principais mudanças, biológica de amadurecimento e constituição da personalidade do ser humano ocorre na adolescência e para poder melhor entender como se dão tais modificações temos que fragmentar o estudo da adolescência em períodos e processos importantes desta fase de consolidação.

Começando pelas mudanças biológicas, que ocorrem no inicio da puberdade (aquisição de pêlos, espinhas...) as meninas desenvolvem mamas, quadris. Os meninos crescem muito rapidamente e ficam desengonçados com voz rouca. Quando falado anteriormente a respeito do curto intervalo de tempo que transcorre a adolescência, a puberdade então acrescenta inúmeras modificações biológicas num prazo curtíssimo se comparado ao anterior. É exatamente nesse momento que a incompreensão principalmente da família começa a se mostrar, as crianças ate então apontam características de adolescentes mas ainda tem pensamento e atitudes infantis e seu cérebro está em conflito em meio a essas modificações. É de costume que não demos um tempo plausível para que os trejeitos físicos adquiridos pelos adolescentes sejam acompanhados do amadurecimento psicológico. Cobramos pelo que vemos.

Outra fase de extrema importância que ocorre mais para o final da adolescência, transição para a fase adulta é a questão vocacional. Esta nos acompanha certamente ate algum tempo quando adultos. Além da pressão familiar em querer delegar profissão aos filhos, considerando uma família de constituição “típica burguesa” (Osório, 1989), temos o vestibular, e a verdadeira vocação X questão econômica. A questão profissional é muito delicada, mesmo quando já estamos próximos dos 30 anos pairam muitas duvidas a este respeito. Basta ver o numero de graduandos que trocam curso quando já estão no meio da faculdade ou mesmo quando terminam uma graduação já aspirando outra formação e terminam a primeira por falta de coragem de trocar de curso estando este bem adiantado. Outro exemplo que elucida esta situação é quando vemos um profissional muito bem sucedido numa determinada área que possui outra atividade como “hobby” aos finais de semana ou paralelamente mas que é de fundamenta importância para equilibrar psicologicamente o individuo pois é nesta segunda atividade que se encontra a verdadeira vocação.


A ADOLESCÊNCIA - CONTARDO CALLIGARIS

O autor faz uma ótima análise sobre o tema adolescência em seu livro, visando à discussão e problematização do assunto. Logo em seu início ocorre a citação do adolescente Holden, personagem principal do livro O Apanhador no Campo de Centeio de J.D. Salinger (acurada e sensível crônica histórica), ilustrando a visão contemporânea de um adolescente (mesmo que o livro tenha sido publicado em 1951, seus conceitos continuam atuais).

Nessa breve introdução do livro, Calligaris descreve o adolescente como uma “criatura monstruosa”, um mito inventado no começo do século 20, pós Segunda Guerra Mundial.

A adolescência é o prisma pelo qual os adultos olham os adolescentes e pelo qual os próprios adolescentes se contemplam. Ela é uma das formações culturais mais poderosas de nossa época. (Calligaris, 2000, pág. 9)

A ADOLESCÊNCIA COMO MORATÓRIA

Contardo Calligaris analisa profundamente o conceito moratória, citando o exemplo dos aeronáufragos, que necessitam de um período de ajuste e aprendizagem para vencer os desafios de um “novo mundo”, mesmo estes tendo alcançado o amadurecimento corporal e cultural para competir igualitariamente com os outros membros da sociedade, eles são submetidos ao período de espera de aproximadamente 10 anos para agregarem-se oficialmente ao grupo.

Tal moratória consiste justamente no período que o adolescente está preparado culturalmente e fisicamente para o “mundo adulto” (maduro), entretanto não possui autonomia para desenvolver atividades econômicas, financeiras, e sexuais (falta de maturidade).

O adolescente é um sujeito capaz, instruído e treinado por mil caminhos – pela escola, pelos pais, pela mídia- para adotar os ideais da comunidade. Ele se torna um adolescente quando, apesar de seu corpo e espírito estarem prontos para a competição, não é reconhecido como adulto. Aprende que, por volta de mais dez anos, ficará sob a tutela dos adultos, preparando-se para o sexo, amor e o trabalho, sem produzir, ganhar ou amar; ou então produzindo, ganhando e amando marginalmente. (Calligaris, 2000, pág. 15)

A ADOLESCÊNCIA COMO REAÇÃO E REBELDIA

A imposição da moratória gera conseqüentemente um comportamento de rebeldia, pois, é o principal motivo relacionado à revolta característica da idade. Apesar dos indivíduos apresentarem corpos maduros, os adolescentes não são reconhecidos como adultos, e culturalmente continuam dependentes de seus progenitores, quase inexistindo autonomia.


A ADOLESCÊNCIA IDEALIZADA

O discurso dos adultos sugere a plena felicidade, conceituando a adolescência como o período que não há necessariamente uma responsabilidade sobre o jovem. Conseqüentemente o adolescente vive o paradoxo da frustração da moratória , e, ao mesmo tempo, a idealização social da adolescência (que lhe ordena que sejas feliz), conturbando ainda mais sua vivência.

DURAÇÃO DA ADOLESCÊNCIA

A adolescência inicia-se com as mudanças fisiológicas (puberdade – maturação sexual), entretanto, não apresenta uma característica que evidencie o seu término. O que fica evidente é a transformação física, mas muitas vezes tal mudança não é acompanhada pelo amadurecimento intelectual, o sexo também influencia tal desenvolvimento (geralmente as mulheres apresentam um amadurecimento mais precoce que os homens).

Em nossa cultura, a passagem para a vida adulta é um verdadeiro enigma. A adolescência não é só uma moratória mal justificada, contradizendo valores cruciais como o ideal de autonomia. Para o adolescente, ela não é só uma sofrida privação de reconhecimento e independência , misteriosamente idealizada pelos adultos. É também um tempo de transição, cuja duração é misteriosa. (Calligaris, 2000, pág. 18)

INSEGURANÇA

As mudanças decorrentes da puberdade ocasionam insegurança ao jovem, pois, o adolescente perdeu seu corpo de criança, e paralelamente diminuiu a proteção dos pais. Muitas vezes a maturação ocorre somente no exterior do jovem, resultando em uma mentalidade infantil e corpo juvenil. Tornando-se essa época de vida muito perigosa ao adolescente, se o mesmo não possuir devida instrução e influências positivas para um bom desenvolvimento psicossocial. Essa época de vida é campeã em fragilidade de auto-estima, depressão e tentativas de suicídio. (Calligaris, 2000)

INTERPRETAR OS ADULTOS

Ocorrem diversos conflitos com os adultos, pois o jovem questiona-se o que é esperado de seu comportamento para que haja sua aprovação e fim da moratória. Pois os adultos se contradizem ao lidar com os jovens, tratando-os algumas vezes como crianças (negando sua maturação e impondo a subordinação) e outras como adultos (exigindo um comportamento maduro). Tais atos ocasionam um conflito no pensamento do adolescente, que fica sem atitude e respostas aos questionamentos impostos pela sociedade, ou então acaba adotando uma posição de rebeldia para defender-se.

RECONHECIMENTO

Para ocorrer à mudança de status de adolescente para adulto, o jovem necessita de um reconhecimento social, não basta apenas ele considerar-se um adulto. A busca por esse reconhecimento influi diretamente em seu comportamento, modificando muitas vezes suas ações e atitudes (ocorrendo muitas vezes a transgressão). O jovem começa a formar grupos de “iguais”, com o objetivo de expressar os seus pensamentos, visando justamente o reconhecimento.

O adolescente, na procura de reconhecimento, é culturalmente seduzido a se engajar por caminhos tortuosos onde, paradoxalmente, ele se marginaliza logo no momento em que viria se integrar. Pois o que lhe é proposto é tentar, ou melhor, forçar, sua integração justamente se opondo às regras da comunidade. (Calligaris, 2000, pág. 33)

O ADOLESCENTE GREGÁRIO

A primeira ação adotada pelo adolescente é a formação de grupos, onde os componentes possuem um mesmo ideal, onde sua admissão não necessita de moratória, havendo um reconhecimento mútuo. Deixando muitas vezes de lado o convívio familiar, pois ocorre o conflito de opiniões com os pais. Existem formas de gregarismo que são justificadas e benéficas, entretanto ocorrem outras formas que prejudicam o jovem e a comunidade, pois em grupos os jovens sentem-se fortalecidos a transgredir.

O ADOLESCENTE DELINQUENTE

Após a rejeição pela sociedade, o jovem busca diversas alternativas de reconhecimento. Muitas vezes ocorre a imposição e reivindicação desse status à força ou com violência, pois o jovem julga que as outras pessoas não levam em consideração suas idéias, e imaginam que somente desta forma serão reconhecidos. Como já foi discutido anteriormente, muitas vezes a formação de grupos influencia negativamente a ação dos jovens.

O ADOLESCENTE TOXICÔMANO

O adolescente toxicômano busca nas gerações antecessoras uma justificativa para o uso rotineiro de drogas, mais que justificativa muitos tentam superar a rebeldia de seus antepassados, e tentam comprovar sua superioridade ao experimentarem o que é proibido (ou não aconselhado).

A busca inicia-se por drogas ditas legais (tabaco e álcool), mas com o passar do tempo pode ocorrer uma evolução para drogas mais pesadas e ilícitas. Esse comportamento precipitado é muito comum atualmente, é muito raro encontrar um jovem que não tenha fumado alguma vez, ou então bebido exageradamente em festas. Isso ocorre visando o reconhecimento do grupo e da comunidade que os observa, a proibição dessas substâncias não inibe o seu uso, ao contrário, estimula a transgressão. O jovem tenta demonstrar que é mais forte e que possui o poder total de seu corpo e vida, julgando-se maduro a decidir sobre o que é melhor para si.

Na verdade, é freqüente que adolescentes passem pela droga um tempo e parem de usar. É também freqüente que isso aconteça na cara dos adultos, os jovens pedindo ajuda para voltar dessa viagem. Há adolescentes que se drogam para então precisar de algum tipo de reabilitação e pedir ajuda. (Calligaris, 2000, pág. 49)

O ADOLESCENTE QUE SE ENFEIA

Essa atitude tem o objetivo de contrariar o senso comum cultural, que prega a beleza estética. Tal atitude visa o aumento da visibilidade do jovem (mesmo que seja de forma negativa e criticada), é o jeito do adolescente tentar focalizar a atenção dos que estão observando-os. Quanto mais vistos, mais serão comentados, aumentando consideravelmente as chances de serem reconhecidos socialmente.

O ADOLESCENTE BARULHENTO

É o último exemplo de adolescentes citado no livro de Calligaris, trata-se do jovem que tenta impor suas opiniões e idéias através das letras narradas em canções. Outro objetivo é tornar-se surdo ao discurso dos adultos, sugerindo que suas palavras pouco importam.

Essa escuta constante comporta sua parte de provocação. O adolescente oscila entre estourar as caixas de som e viver de fone de ouvido. O recado é claro: ou te ensurdeço ou não te ouço. (Calligaris, 2000, pág. 52)

A ADOLESCÊNCIA COMO IDEAL CULTURAL

O adolescente, segundo Calligaris, representa uma idealização e desejo implícito que o adulto possui sobre esta faixa etária. Onde é observado que a maioria dos adultos tendem a comportarem-se como jovens, e que a criação da adolescência é fruto cultural do adulto moderno.

Então, concluímos que há ocorrência de muitos conflitos entre adolescentes e adultos, respectivamente, um buscando o reconhecimento para integrar efetivamente a sociedade, e outro querendo viver a liberdade da idade desejada.

CONCLUSÃO

Os adolescentes são a maior parte do público alvo da docência a qual estamos nos preparando. Muitas vezes são considerados problemáticos ou pessoas rebeldes. Contudo, podem ser mais bem compreendidos e interpretados se soubermos como se dão as evoluções e as mudanças que ocorrem nesta fase de extrema importância dos seres humanos.

Para podermos entender estas mudanças biológica, de amadurecimento e constituição da personalidade do ser humano temos que fragmentar o estudo da adolescência em períodos e processos importantes desta fase.

Segundo Calligaris (2000), a adolescência pode ser entendida como um período de moratória, que consiste justamente no período que o adolescente está preparado culturalmente e fisicamente para o “mundo adulto” , no entanto não possui autonomia para desenvolver atividades econômicas, financeiras, e sexuais. Isso pode gerar um comportamento de rebeldia , uma vez que os adolescentes não são reconhecidos como adultos e, simultaneamente, os adultos manifestam com freqüência o desejo de voltar à adolescência ,tornando essa fase ainda mais conflituosa.

As mudanças advindas com a puberdade ocasionam insegurança ao jovem, que perdeu seu corpo de criança, e paralelamente diminuiu a proteção dos pais Essa época de vida é campeã em fragilidade de auto-estima, depressão e tentativas de suicídio. (Calligaris, 2000)

Tais fatores ocasionam um conflito no pensamento do adolescente, que fica sem atitude e respostas aos questionamentos impostos pela sociedade, ou então acaba adotando uma posição de rebeldia para defender-se. Além disso, pode tomar diversas posturas como vimos neste trabalho. Dentre elas podemos citar o adolescente gregário,o adolescente delinqüente ,o adolescente toxicômano,o adolescente que se enfeia e o adolescente barulhento.

Com vista nisso, concluímos que há ocorrência de muitos conflitos entre adolescentes e adultos, um buscando o reconhecimento para integrar efetivamente a sociedade, e outro querendo viver a liberdade da idade desejada. Cabe a nós, educadores, saber compreender essa fase, com todas suas particularidades e formas de aceitação de cada um , para fazermos um trabalho adequado e que contribua para um bom andamento desta fase.

REFERÊNCIAS

OSORIO, L.C. Adolescentes hoje. Ed. Artes Médicas. Porto Alegre, 1989.

CALLIGARIS, C. A Adolescência. Ed. Publifolha. São Paulo, 2000.

SALINGER, J. D. Trad por Álvaro Alencar, Antônio Rocha, Jório Dauster O apanhador no campo de centeio. 6 edição brasileira.. Rio de janeiro : editora do autor, 1951. 189p

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