Educação Ambiental

De Psicologia da Educação

Universidade Federal do Rio Grande do Sul


COMUNICAÇÃO E MITO


O MUNDO MUDO AGORA SUJEITO EM TRANSFORMAÇÃO


Índice


Pág. 3, 4 APRESENTAÇÃO


Pág. 5 REFERÊNCIAS


Pág. 6:14 ANEXOS


Apresentação


Começemos pela ecologia profunda então, mas sem totalizar a mesma em conceitos ou rótulos específicos, tais as segmentações tradicionais de clivagens típicas do social, do econômico e do político, mas, descrever sim, como se elabora a transformação de natureza humana, da mente, em permanente mudança de posicionamento frente a construção de sua postura, enquanto sujeito e objeto do conhecimento. Na alfabetização ecológica, que, por exemplo, tornou-se uma realidade observável na perspectiva da organização social humana - a qual, na perspectiva da Escola de Frankfurt, quando coloca que “é possível ter noções de obstáculos epistemológicos acompanhando a história do desenvolvimento das ciências, e, também no instituto da educação” nos disponibiliza um meio de, inseridos na discussão acadêmica das teorias de aprendizagem, estabelecer relações possíveis de aproximação às realidades psicossociais no processo educacional.


Orientados pelo pensamento da Alfabetização Ecológica, psicologia educacional aplicada à vida, de tipo biologicamente sustentada, definida em 'projeto escolar e defendida em livro', foi tema de trabalho desenvolvido e que apresentamos à educação pública federal brasileira no semestre 2007-1, na cadeira da FACED-UFRGS de Psicologia Educacional. Esse estudo nos proporcionará um olhar descritivo e construtivo de críticas propositivas e reflexivas, na apreensão e experimentação das teorias de aprendizagem. Resgataremos dados para extrapolação de nossas percepções a partir da prática educacional e nas atitudes comportamentais, percebidas nos dados substanciais de apoio as conclusões, as quais publicaremos anexo nesse artigo. Optanto pelo método da observação participante em conjunto ao uso da dinâmica em grupo para a coleta de dados, como parte integrante no estudo das ferramentas pedagógicas fundamentadas nas narrativas míticas e sua relação contemporânea com a cultura tecnólogica social e suas devidas relações políticas e econômicas, em sociedade.


Nos dados colhidos em campo, através da realização in locco pelos participantes da experiência (Anexo 1), criando gravuras (estímulo 1), ouvindo música (estímulo 2) e mediando estes com argumentos de autoridade (estímulo 3) e, I)das suas possíveis articulações com a prática de educação energética, fenomenológica, de como fazer pelo saber, orgânicamente, em que a vida humana organiza o mundo dado, tanto como quanto o identifica em transformação, constante, permanente e diversamente nas diferentes culturas humanas ou não, e obtendo dessas distintas identidades o valor diferenciado, quantitativamente e qualitativamente, das respostas a partir da provocação coletiva. Mas, entendendo existirem outras relações possíveis de serem estabelecidas, Ia)como na análise dos elementos substâncias de manutenção da existência do tipo comunitária pela humanidade frente aos seus reinos convives de outras éspecies; e, para isso, Ib)constituem uma alternância à prática e teorias educacionais, visto sua aplicabilidade cotidiana, pela urbanicidade ora vivenciada pelos seres humanos neste limiar do século XXI.


A consciência comunicativa, que se percebe enquanto sujeito e objeto, e avança perante os obstáculos epistemólogicos apresentados no devir cultural das atividades psissociais de reflexão sobre a sua coexistência, de modo harmonioso, que se assumem no conhecimento interior da existência via ação prática das articulações comportamentais e de seus sentidos, e que se localiza como inconsciente por vezes, mais agora nos é possibilitado no olhar espiritual das ciências humanas.


Antes que, em cada organismo vivo, preliminarmente visto como ser com vida de extensões moral e éticas, tem seu limite ameçado, pois seu ponto ótimo de existência, tido como uma faixa de referência, que se auto regula em consonância com seu ambiente poder ser destruído, enquanto informação existencial primeira (codificação genética). Ao estimular outras formas de vivência em uma possível coexistência dos seres vivos, tem a humanidade sua participação de modo associado na forma de parasitismo psicoexistencial cumulativo, instinto animal primeiro de sobrevivência, que autoriza o homícidio puro e simples, como legítimo acto, da sua própria espécie. Isso está presente na forma da Lei. Sucestivamente aceita pelos seus gestores sociais, em caso de guerra e(ou) da pena de morte civil, sendo a primeiraa militarmente justificada pelos semelhantes como fim necessário para sustentar seu meio de coexistência relativa.


Psicossocialmente aceito tal comportamento nas situações de conflito da humanística (ação social de fim existencial de projeção material da sobrevivência primeira de sua ordem acima das outras “variáveis” de vida legitimadas em sua vontade coletiva), porque compreende-se o estado como construídor unilateral de um conceito pré-determinado de uso do termo “sociedade”.


Amparados e organizados no uso da força violenta maior, por conta da sua sistematização do uso coercitivo da força legítima, os termos propostos pela hoje reconhecida razão cientifica , instrumentalizadora do consumo ideal do ensino competitivo de tipo positivo especialmente centrado na razão técnica ocidental, imposta no contraditório notório saber, dão conta de sustentar os fundamentos em um desenho esquizofrênico de uma realidade social que, depois do século XII chama-se paradigma do poder infomacional e relativo, presente nas redes sociais que colonalizam o espaço virtual denominado internet, em que, positivamente, a possibilidade de resultado imediato à necessidade primeira de sustentar-se na ação violenta da educação positiva, validando apenas essa como cultura válida, da existência, em vida, perante a simples e menor ameaça à vida humana. Sendo essa última, decretada como fim e meio maior, dentro de um determinado sistema ambiente, ao mesmo tempo, em que existe também num mundo em que, em determinada realidade, coisificou a pessoa humana essencialmente objeto para sua dominação absoluta frente às outras.


Alguns sujeitos epistemólogicos caídos em tremenda armadilha, por vezes necessitam operar uma nova e paradisíaca arte para mostrar que, pela técnica, objetivamente: “a alface não tem osso”. O espírito cientifico em seu próprio tempo, deve compor sua crítica interna e externamente, possivelmente por ir absorvendo a cada dia, o seu cotidiano, portando novas ferramentas de assimilição sócio cultural, psicossocial e afetiva. Utilizadas finalmente pelas mídias ativas, e com aparecimento de outras formas naturalizadas pelas sociedades no tempo em que decorria o século XX, que, na cultura do movimento de imagens dentre outros chamados de cinema, tinha sua produção social de postura crítica, como o podemos perceber no filme de 1968 dos besouros (the beatles) intitulado “the yellow submarine”, que unificava sua intervenção individual na cultura histórica de forma coletiva, participando assim o fórum social comunicacional da terra, com um ser humano ente, não seria apenas a humanização objectual neste momento, introduzia-se uma divergente face, uma nova identificação, com a qual se abrigaria, concebendo a revelação e o mito grego de gaya; ou, o idílico paraíso celestial para outras culturas, que, no dominío do fogo, vai, pelas mãos de antropologias e biologias, cruzar e relacionar elementos tidos também perdidos das quais o foram separados no processo ecológico das linguagens, tais como o vimos no mito da androgenia grego, assume-se em uma nova forma e conteúdos de maneira a executar-se como a virtual possibilidade das comunidades virtuais, contemporaneamente ideais, de convivência que colaboram para o vencimento de uso simultâneo do espaço, possibilitando transformação nas interpretações das realidades observadas no sistema coletivo de socialização internética como o programa “second life”, provocando crítica à lei da inércia, o que se propõe tornar-se legitimado em diversos grupos de mobilização sociais.


A dinâmica da indústria cultural no século XX vai produzir uma luz que com certeza apresenta certos componentes de crítica social, política e econômica, como o seres, coletivo brasileiro que aplica sua intervenção social individualizada, na forma precisa da ação musical, conjunta ao processo de elaboração e distribuição da informação alternativa, tal como um dia o tivemos nos cordéis e, nos folhetins, com a publicação simbiótica contemporânea nominada o dilúvio. Todos materialmente digitalizados e produzidos no sentido de ocupar um consumo sem criar insumo. Outros significativos processos audivisuais vão compor o desenho e a conseqüente pintura de outra comunicalidade possível nas artes que não apenas as da técnica instrumental nivelada mundialmente. Outras formas de pensamento, anteriores a internet. E esse foi nosso objetivo, realizar um esforço teórico em uma abordagem distanciada e simultaneamente provocada de um parâmetro elementar: o estranhamento.


O estranhamento do cotidiano como ponto de partida vai nos proporcionar uma aproximação da relação ambiental estabelecida nos processos cognitivos operados consciente e inconscientemente na elaboração crítica do pensamento contemporâneo. Tal estratégia metodológica vai nos fornecer um link que pode nos conduzir a compreensão alternativa da realidade por meio da alfabetização ecológica.


Bibliografia


Maturana Romecin, Humberto. A árvore do conhecimento: as bases biológicas do compreensão humana. 4ª edição. São Paulo: Palas Athena, 2004.


Merleau-Ponty, Maurice. A natureza – curso do collège de France. 1ª Edição. São Paulo: Martins Fontes. 2000.


Capra, Fritoj. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. 7ª Edição. São Paulo: 1996.


de Souza Santos, Boaventura. A gramática da cultura do tempo: 2006.


Morin, Edgar. O Método: 2006.


Benjamim, Walter. Hokrkheimer, Max. W. Adorno, Theodor. Habermas, Jurgen. In Textos Escolhidos (Os Pensadores). São Paulo: 1980.


Bourdieu, Pierre. In A profissão de Sociólogo. Petrópolis:RJ; Vozes: 1999.


Ramonet, Ignácio. A tirania da comunicação. Petrópolis:RJ; Vozes: 1999.


Chomsky, Noam. Os Caminhos do Poder – reflexões sobre a natureza humana e a ordem social. Porto Alegre: RS; ArtMed: 1998.


Foucault, Michel. In Microfísica do Poder; Vigiar e Punir. Petrópolis:RJ; Vozes: 1978.


Galeano, Eduardo. De pernas para o ar – a escola do mundo ao avesso. Porto Alegre, LP&M: 1999.


Manuel castells. A Era da Informação – Economia, Sociedade e Cultura. in VOL.I - A sociedade em rede. Edição Castelhana. Alianzza, Madri: 1997/1998.


Chaui, Marilena. Convite à filosofia. 13ª Edição. 6ª Impressão. Ática: 2006.


Outros pensadores visitados:


Sigmund Freud (Obras Completas – Vol. XVIII: 1976)

Jean Piaget (A Equilibração das Estruturas Cognitivas: 1976)

Carl Gustav Jung ( O Desenvolvimento da Personalidade: 2000)

Jacques Lacan (Nomes-do-Pai: 2005)

Alfabetização e permanucltura. IN Preparando o terreno: 2007.

REVISTA O DILÚVIO – MAIO DE 2007


Sonografia


The Beatles

REM

David Bowie e muitos outros.


Filmografia


Buñell e Dali

Matrix

Sítio do Pica-pau Amarelo e muito mais.

ANEX.O I



Da formação:


Sistemática e Organização do(s) Coletivo(s) de Pensamento Livre


A formação de um coletivo de pensamento livre se dá quando de alguma forma pessoas discutem e diálogam o conhecimento de forma construtiva e organizada subjetivamente num período um intervalo da realidade coleiva que poderemos chamar de cadeira experimental do(s) indivíduo(s) em psicologia educacional formalmente realizada na UFRGS que a contêm com etapa para a conclusão do pensar objetivo da idéia na prática mais próxima o possível que possa em nosso atual contexto e conjutura que pode ser nominada acadêmica.


Neste a formação se deu inicialmente na observação participada dum encontro que se dá na UFRGS em que um número ideal de estudantes realizase socialmente enquanto idealistas de seu potencial maior naquele cenário econômicamente, ou seja tentando ser político na defesa de seu interesse pessoal como que buscando o primeiro espaço.


Também nas américas dentre outras populações o vivem este estado de alucinação conjunta que é o sistema positivo de reconstrução unidirecionada do saber pelo exercício direto por poder espacial de sua arquitetura, conforme vamos perceber como tal governamentalidade baseada em algum tipo de esquizofrenia coletiva como no devir do tempo e do espaço o percebemos antes.


Aqui alguns coletivos de pensamento também se realizaram, como o determinado projetando utopia dos sistemas puc e ufrgs na cidade de PORTO ALEGRE no estado do RS – Brazil. Participando em atividades dinâmicas nos colégios públicos e em universidades da região metropolitana do RS dos coletivos de pensamento livre com saberes de psicologia educacional e sociologia compartilhando com outros coletivos que exercitavam também o seu pensar no período de 2005 a 2007 alterando a percepção dialógica para além das dicotomias positivistas posicionando-se frente ao obstáculo epistemológio da fronteira entre a teoria e a prática crítica dos conhecimentos livres, contemporaneamente definidas como ecologia dos saberes e conhecimentos ecologicamente sustentável. (por vinicíos e zapican/ufrgs – 2007/1) – kapra, morin e boaventura.


ANEX.O II


DOS ESTÍMULOS - EXERCÍCIO IA


PROVOCAÇÃO ATRAVÉS DE DINÂMICA NA PRÁTICA OFICINEIRA


As possibilidades de ser um centro qualquer de partida do pensar para um diálogo é uma experimentação e ao mesmo tempo um assumir de nossa fragilidade em campo. Tomar assento na ignorância para partir para a construção coletiva do conhecimento participativo das relações intímas entre os saberes todos que o posssam se somar as aplicações puramente vindas desse ou aquele pensamento em determinados tempo e espaço que vamos esquecer de buscar o diálogo num espaço horizontalmente elaborado como os coletivos de pensamento livre, que tem em definir em um dia livre para procurar a individualidade em todas as direções e sentidos que a razão de todos os tipos o possam articular combinando formas e conteúdos subjetivos e objetivos validados nos diversos sistemas de reflexão conhecidas pelas humanidades.


Pois é assim quando combinandose processos distintos do saber que experimentamos em atividade programática a abertura de relação pela inversão sugestiva que pela música exercita outros sentidos para abrirse a porta do conhecer especulativo e possível de concluir um pensar sobre quaisquer áreas do pensamento. Unir vários elementos em torno da filosofia da mente é disparar um a ferramenta operacional direta rumo ao desconhecido, como o temos em um seriado da década de 60 do século XX chamado jornada nas estrelas em que não existe o objeto moeda ou dinheiro. Objetivamos com a dinâmica em grupo, um olhar através da aplicação direta de uma oficina em que o tema seria a provocação necessária para conhecermos alguns traços de distintas personalidades e comportamentos percebidos também nas distintas culturas das organizações humanas de tipo sciedade. Já uma ferramenta conhecida e aplicada pelo in Mobile GT – Consultoria Psicossocial Educacional, pela Ong Atitude! - Ativismo Juvenil, Coletivo Projetando Utopia – PUC/UFRGS e outros movimentos sociais organizados da sociedade civil.


Adicionandos os componentes da biologia e da sociologia aos da psicologia e educação, teremos ao fim uma prática e teorias de aprendizagem com possibilidade de construção crítica, como o podemos participar nas apresentações de outros trabalhos em antropologia e história da filosofia. Vamos perceber a existência desse fenômeno em outras multiplas áreas do conhecimento humano, como na política elaborada na perspectiva das conferências e conselhos municipais neste mesmo espaço e tempo aplicados nas temáticas segurança e violência, mulheres e outras ainda temáticas transversais e simultaneamente ocorrem tals fatos no cotidiano acadêmico, em outro horizonte. O movimento articulado entre o desenhar e a música desde a palavra e o argumento de autoridade imposto pelo espaço positivo de elaboração da prática, movidos por uma outra teoria de campo, revendo alguns conceitos, podemos observar a não localização do sujeito do conhecimento enquanto objeto do conhecimento por 80% dos participantes aproximadamente, possíveis de serem percebidos nas gravuras (Anexo III) que continham composições que detalhavam determinadas visões de mundo dado e mundo em transformação, perceptívies na sistemática organização realizada do tema proposto pela alfabetização ecológica, com orientação horizontal de forma elíptica que se coordena mobilizandose diversos sentidos dos participantes, e focalizandose esse na passagem cognitiva elaborada pelo pensamento coletivo nuclearmente provocado.


No Anexo IV teremos a organização formal dos tempos, bem como objetivos da dinâmica formamelmente elaborados com destino a prática educacional em campo. Algumas das percepções observáveis nessas respostas distintas à uma mesma provocação como a assunção logica do discurso falado da programação ecológica na fala, diferente da expressão inconsciente como a incapacidade de algumas pessoas humanas em vivenciarem um quadro em que se insiram como parte coletivizada de intervenção individual na realidade, a ponto de desiquilibrar essa relação por profunda distância nos processos de aprendizagem nos demonstrado no trabalho de Piaget na África.


ANEX.O III



ANEX.O IV


ENSAIO POR UMA DINÂMICA CRÍTICA 1A

OBJETIVOS

OBJETIVO GERAL

METODOLOGIA / DIDÁTICA

PROGRAMA

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA



ANEX.O V


Exemplo


Prática educacional em psicossociologia executada pelos coletivos do pensar livre


Marque um “cheese” a resposta “certa”:


Qual conceito-modelo1 de Universidade Pública apresenta melhor a “sua UFRGS” e das “suas vantagens” 2


I - Oligarquia


Oligarquia (do grego ολιγαρχία, de oligoi, poucos, e arche, governo) significa, literalmente, governo de poucos. No entanto, como aristocracia significa, também, governo de poucos - porém, os melhores -, tem-se, por oligarquia, o governo de poucos em benefício próprio, com amparo na riqueza pecuniária. As oligarquias são grupos sociais formados por aqueles que detém o domínio da cultura, da política e da economia de um país, e que exercem esse domínio no atendimento de seus próprios interesses e em detrimento das necessidades das massas populares;


II - Demagogia


Demagogia é a arte de conduzir o povo a uma falsa situação. Em termos etimológicos provém do Grego, querendo dizer "a arte de conduzir o povo". Dizer ou propor algo que não pode ser posto em prática, apenas com o intuito de obter um benefício ou compensação


III - Aristocracia


Aristocracia (do Grego αριστοκρατία, de ἀριστεύς (aristoi), melhores, e κρατεῖν (kratos), poder) significa, literalmente, poder dos melhores, dos sábios, Família nobre de sangue superior, enfim, daqueles que apresentam superioridade não só intelectual, mas também moral.


IV - Cleptocracia


A palavra Cleptocracia, de origem grega, significa literalmente “Estado governado por ladrões”. A cleptocracia ocorre quando uma nação deixa de ser governada por um Estado de Direito imparcial e passa a ser governada pelo poder discricionário de pessoas que tomaram o poder político nos diversos níveis e que conseguem transfomar esse poder político em valor econômico, por diversos modos.


V - Corporocracia


Corporocracia (ou Corporatocracia) é um neologismo derivado da palavra inglesa “corporatocracy” (que às vezes é grafada “corporocracy”). Esta palavra, cunhada pelo Global Justice Movement, descreve o governo de uma sociedade que é capturado por pessoas que tomam decisões favoráveis às “grandes corporações”.


VI - Fisiologismo


Fisiologismo é um tipo de relação de poder político em que as ações políticas e decisões são tomadas em troca de favores, favorecimentos e outros benefícios a interesses individuais. RESPOSTA: ) Você pensou que todas acima? E, talvez, algumas outras mais que ali nos faltaram propor? Está correto(a).


Nossa fragmentação social (nos diversos sentidos e direções que a compõe) e os sistemáticos movimentos(históricos e culturais) do sistema de Estado e Mercado(no intuito de oprimir uma demanda e organizações) que, originalmente, constituiam-se em benefício da sociedade pública, realizam, desde o Séc.VIII e, atualmente, a exploração (social e econômica) massiva dos trabalhadores estudantis. Sem resultado financeiro de suas atividades, os trabalhadores estudantis vivenciam um cenário de “subalternidade social”, os quais manutenciam o corporativismo intelectual dos que representam 70% nos colegiados da UFRGS, e que, possivelmente, detem o controle de 90% ou mais nas verbas públicas, comandando com “saber” seus privilégios, não muito diferente à fase anterior a revolução burguesa francesa, onde dois estados, minoritários, assinavam o destino da grande maioria da população. “Não somos a geração coca-cola, somos a geração que não cola”. E, portanto, nossa falta de sensibilidade nos está conduzindo, ainda, a uma desunião, que a todos prejudica, enquanto classe na luta por nossos direitos e nos levando a esquecer nossos deveres, dentre eles: o de intervir no sentido e direções da transformação social evidente rumo a liberdade com igualdade. (Manifesto do Coletivo Projetando Utopia – Porto Alegre / Março – 2007)


1 Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

2 Leia também: “Os Nacirema” - http://br.geocities.com/historiadafilosofia/nacirema.doc



ANEX.O VI


RESULTADOS MATERIAIS DO EXPERIMENTO DA PRÁTICA EDUCACIONAL

REALIZADA NA UFRGS/2007/01/FACED/SALA 505


UNIVERSO: 16


14 COM ALGUMA INTERVENÇÃO VISÍVEL GRAFICAMENTE

02 SEM INTERVENÇÃO GRÁFICA APARENTE


VARIÁVEIS


11 sem a presença direta de figuras humanas

02 tinham filhos

em 9 haviam árvores

em 6 haviam flores

em 8 apareciam animais silvestres e principalmente, pássaros em primeiro plano com 5

01 com palavras apenas escritos

02 em branco

01 com palavras apenas escritos

02 com um todo organizado entre a cultura humana e a realidade ambiente



OBSERVAÇÃO: Conforme os gráficos e amostras possibilitadas pelo SPSS no ANEXO VII.


ANEX.O VII



ESPAÇO AS INFORMAÇÕES DO SPSS


ANEX.O VIII


Análise das Gravuras pelos Participantes do Coletivo de Pensamento Livre em hipótese:



em 8 das gravuras apresentadas na dinâmica, algumas formas da natureza tinham semelhança em traços isolados da figura humana, apresentado por vários traços comportamentais e hábitos, sendo que, do total de 16 gravuras recolhidas, das quais temos uma amostra de 2 com a figura humana na sua presença individualizada direta, em compartilhamento com a natureza ambiental em sua totalidade, aí observado que 2 nada continham e um em que apenas com palavras iniciou ou realizou sua intervenção nesse processo.


Portanto, em conversa percebemos que nosso olhar espistemólogico o qual nos orienta que as pessoas políticas, presentes nos atos de ética e moral, as quais críticamos, podem ser em realidade um esforço nosso de conjuntamente elevar uma orientação de cunho prático de organização no sistema capitalizado em que estamos inseridos. A ascensão social por meio da militância política ou do ativismo social, é um fenômeno observável de desarticulação dos discursos teóricos propostos pelos sujeitos também na academia, pois que sua simbologia e articulação dos saberes no desenvolvimento de seus argumentos subjetivos, na perspectiva da ecologia concreta enquanto prática abstrata de construção coletiva do conhecimento crítico e da prática educional, são falas que não tem um encadeamento lógico com sua prática de vida cotidiana, como na ufrgs em que se tem uma campanha pra reciclagem de lixo, indicando duas categorias com suas devidas classificações, mas no momento de se terem os vasilhames para tanto, existe apenas um oferecido.


Isso tudo não se configura como um paradoxo, mas é no mínimo um exemplo das dificuldades de aliarse teoria e prática nas organizações sociais que não seja fundamentada na razão instrumental positiva, em que a instrumentalização da ciência vai discutir tardeamente através da invenção da economia sustentável ou alternativa.


Se a alfabetação, como projeto alternativo não teve acordo que o sustentasse, porque a alfabetização(betação) do tipo ecológica forneceria subsídios a uma transformação social com a ruptura necessária do pensar para além das dicotomias do paradigma positivo?


O estudo de biocampo e as terapias alternativas, combinadas ao crescimento do espiritismo frente as outras religiões, como meio de relação entre suas dificuldades de dialogar sua lógica dual da vida e da morte, do espiritual e do terreno, do mundo das idéias e do mundo material, talvez possam nos fornecer mais acerca de ser impossível para mais de 50% de um coletivo do saber não objetivar de modo direto sua intervenção no meio, para além do discurso. Ainda que as formas humanas encontradas nos desenhos falassem algo sobre sua lógica. Como quando habilitatamos a natureza ou seja, tornamos o ambiente parte aos nos vermos refletidos nesse am algum traço, entretanto, isso pode acontecer de forma narcisista, se tomada enquanto hábitos e costumes, pois nossa tendência ao parasitismo organizacional já nos revelou nossa capacidade de argunentar a favor da exploração, do tipo escrava de nossa categoria e mesmo sistema orgânico, provocando períodos de servidão que até os dias de hoje apresentam sequelas numa ou em outra forma em que se revelar o possa a opressão por dominação violenta.


No seminário realizado na ufrgs, intitulado Homem Natureza, havia uma provocação nítida de tal tema frente as discussões acerca da formas de se relacionar entre os seres vivios num mesmo espaço desde a perspecitiva humana, presente nas artes modernas e contemporaneas da humanidade. O exercício se dava na aproximação de pinturas que evidenciavam o mito do bom selvagem, a geografia, a cultura indígena, dentre outros. Determinados a existirem o tanto que o possa e, na melhor forma que se possa comportar no espaço e tempo, os seres humanos tem dificuldade de realizar operações transversais de pensamento.


As artes, diferentemente das técnicas (Aristóteles), nos exibe algo de metafísico nas suas produções; no entanto, sem a interpretação livre, e também sem deixar de praticar a troca de posicionamentos e conhecimentos na observância dos temas, pois que são participantes que compartilham o ágora contemporâneo da academia, os artistas não poderiam sem estes mecanismos tecnológicos surgidos depois da falência financeira de um Van Gohg, contextualizar e assumir positividade em seus processos de negação em contemplação da paisagem proposta por Kant.

Ferramentas pessoais