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| Boa para navegação |
Fazer Jornalismo Ambiental pressupõe
estar disposto a investigar, ir a campo, pesquisar. Também
exige estabelecer conexões, incorporar a visão
sistêmica. Principalmente neste último ponto,
temos uma questão ainda não totalmente difundida
na abordagem sobre ambiente. Incorporar os paradigmas emergentes
torna-se, cada vez mais, uma necessidade. A Revista Oca
e o trabalho da disciplina de Jornalismo Ambiental da FABICO/UFRGS
tem justamente este propósito. Não de capacitar,
mas de despertar. Não de moldar, mas de construir
um repertório que permita, ao futuro profissional,
ser também sujeito na discussão sobre o futuro
da vida no planeta, uma vez que fazer jornalismo ambiental
pressupõe também atitude, vontade, busca.
Na tentativa deste exercício, seminários,
leituras e vídeos transformaram-se em pautas, aqui
consolidadas em matérias. A Turma de Jornalismo Ambiental
2005/2 escolheu como tema central deste segundo número
da Oca a temática Água e, mergulhando na proposta,
visitou experiências de educação ambiental
em relação aos recursos hídricos, cercou
o problema dos alagamentos na capital gaúcha. Na
memória da cidade, estabeleceu a crítica ao
que se tornou o Arroio Dilúvio. Enveredou-se, de
forma literária, no legado do ambientalista José
Lutzenberger, em uma reportagem especial. A contaminação,
a poluição, o uso de produtos químicos
e algumas possíveis soluções para as
problemáticas foram buscadas pelos repórteres.
No intuito de lançar a Oca por mares ainda não
navegados, contamos com as facilidades da web, tornando
a Revista On-Line, já em seu segundo número.
Pensamos ser esta uma forma de compartilhar com um maior
número de leitores os frutos deste trabalho. Um exercício
acadêmico de mais de 30 estudantes de Jornalismo,
Publicidade e Propaganda e Relações Públicas,
seja na reportagem, no design, na divulgação
e na edição do material produzido.
Contamos com você para levar este barco adiante, uma
vez que a preocupação, seja com a água,
seja com todos os demais seres que integram a Sinfonia Universal,
como bem dizia Lutz, deve ser de todos nós.
Boa Leitura! |
| Ilza Girardi, Carine
Massierer e Reges Schwaab |
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