GNU Blog Software Livre na EducaçãoMicro Livre

29/10/2009

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Prêmio Ação Coletiva

Arquivado em: Educação, Software Livre — admin @ 10:00 pm

Gente

Estou muito feliz!

Recebi o Prêmio Ação Coletiva, oferecido pelo Portal Software Público Brasileiro – SPB.

É a terceira edição do prêmio, que visa reconhecer a participação da comunidade do SPB na colaboração voluntária ao desenvolvimento e aprimoramento dos softwares disponibilizados no Portal.

A indicação ao prêmio foi uma iniciativa do Rainer e da Francine, coordenadores da comunidade de software livre educacional Pandorga Gnu/Linux. A escolha dos premiados foi realizada através de votos das pessoas cadastradas no SPB, em conjunto com a comissão julgadora.

A entrega do prêmio – um computador portátil MacBook e uma placa metálica de reconhecimento – ocorreu no I Encontro Nacional do Software Público, realizado em Brasília, nos dias 27 e 28 de outubro.

Rainer e Francine, muito obrigado! Obrigado a todos que participaram da votação!

Para saber mais: O Prêmio Ação Coletiva 2009 é organizado pela Associação de Tecnologias Abertas ATA, com o patrocínio da Intel e o apoio técnico do Portal de Software Público Brasileiro http://www.softwarepublico.gov.br.
Regulamento: http://www.softwarepublico.gov.br/reg_acao_coletiva3.
Comunidade Pandorga Gnu/Linux: http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/pandorga.
I Encontro Nacional do Software Público: http://www.softwarepublico.gov.br/i-encontro-spb.
Notícias: http://tinyurl.com/acao-coletiva-1, http://tinyurl.com/acao-coletiva-2, http://tinyurl.com/acao-coletiva-3 e http://tinyurl.com/acao-coletiva-4.

15/09/2009

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Tutorial StarOffice para Crianças

Arquivado em: Educação, Informática, Software Livre — admin @ 2:59 pm

Pode ser utilizado também com o OpenOffice e o BrOffice.

http://star.lec.ufrgs.br/

14/09/2009

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OpenOffice para crianças

Arquivado em: Educação, Informática, Software Livre — admin @ 3:17 pm

Recebi por email:

OOo4Kids, (pronuncia-se “OpenOffice for Kids”), é um projeto em andamento, focado em crianças entre 7 e 12 anos. Baseado no código do OpenOffice.org, mas bastante simplificado. Isto significa, que o OpenOffice.org tem características que o OOo4Kids não terá. Caso você precise destas características, use o OpenOffice.org, que você pode obter em http://download.openoffice.org/index.html

Aquele que desejar testar o OOo4Kids, numa versão ainda em desenvolvimento estável mas não completa (0.5), pode obtê-la em

=> http://download.openoffice.org/index.html

Este site é provido por TuxServices (http://www.tuxservices.com), e mantido por Nicolas Jeudy e Ben Bois. Se você gostar de nosso trabalho, considere nos ajudar, com doações ou trabalho, através da ONG EducOOo (http://www.educoo.org ), que mantém o OOo4Kids.

Antes de usar o OOo4Kids, você deve fazer um backup de seus documentos, e você NÃO deve usa-lo em ambiente de produção.

We currently only provide the following locales : french, spanish, english-US, portugese and german

Sistemas operacionais:

- OOo4Kids para Windows (XP mini) : O instalador está embutido. Siga as instruções para utiliza-lo.

Problemas conhecidos: OOo4Kids funciona perfeitamente em paralelo com o OpenOffice.org, mas a associação dos arquivos, segue a ordem daquele que foi instalado por ultimo. Caso você deseje associar seus documentos com o OpenOffice.org, após instalar o OOo4Kids, reinstale o OpenOffice.org.

- Mac OS X (Intel e PowerPC) : Instala e funciona perfeitamente em paralelo com o OpenOffice.org.

Um duplo clique sobre o arquivo de download, vai montar a imagem de disco. Para instalar o software, coloque o ícone do OOo4Kids na pasta de Applicações.

As preferências estarão em ~/Library/Application Support/OOo4Kids. Se você encontrar problemas, ou se você deseja remover o OOo4Kids, simplesmente jogue a pasta de preferências no lixo.

- Linux Intel : Disponibilizado em .tar.gz até que possamos entregar pacotes deb e rpm corretamente. : Descompacte o arquivo, e coloque-o em seu diretório pessoal. Localize o script “soffice” e clique nele duas vezes para iniciar o software.

Outras versões (Linux PowerPC and Mips 32bits) estarão disponíveis logo, e você pode nos contactar caso focê deseje testar uma versão mais antiga.

IMPORTANTE : Por favor, reporte qualquer erro na lista dev@listes.educoo.org (http://listes.educoo.org/mailman/listinfo/dev).

Por último, mas não menos importante, lembre-se que este software está em constante desenvolvimento, e existe riscos, como qualquer outro software. Leia cuidadosamente as instruções na página de download.

17/07/2009

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Trabalho docente na educação a distância

Arquivado em: Educação, Informática, Internet — admin @ 11:44 am

Autores: Daniel Ribeiro Mill, Carla Ferreti Santiago e Inajara de Salles Viana
Título: Trabalho docente na educação a distância: condições de trabalho e implicações trabalhistas
Fonte: Revista extra-classe. N1, v1, Fevereiro 2008
Disponível em: http://www.sinprominas.org.br/imagensDin/arquivos/341.pdf

RESUMO: O presente trabalho busca compreender o fenômeno de disseminação da Educação a Distância na perspectiva de seus impactos sobre o trabalho docente, principalmente no que se refere às condições de seu exercício e nas suas relações com o tempo e o espaço de trabalho. Dessa forma, a premissa da qual se parte é que a Educação a Distância tem promovido uma crescente precarização no trabalho docente tendo em vista a sobrecarga de atividades que ela traz ao professor associada à falta de regulamentação das relações trabalhistas em ambientes virtuais.

PALAVRAS-CHAVE: Educação a distância, trabalho docente, relações de trabalho.

1. Introdução

A despeito de sua longa existência, especialmente no cenário internacional, a Educação a Distância (EaD) se disseminou no Brasil somente nas últimas duas décadas. Talvez, por esse crescimento ainda ser recente, os programas em EaD têm suscitado diversas controvérsias e temores entre aqueles sujeitos que se dedicam ao trabalho e reflexão sobre o campo educacional.

Dentre os temas em debate atualmente, o impacto das atividades de EAD sobre o trabalho docente é um dos que mais têm merecido atenção. Inúmeros são os elementos assinalados, nesse aspecto, especialmente quanto aos riscos trabalhistas que os programas em EaD envolvem: o aumento da carga de trabalho dos docentes, as novas exigências impostas pelo uso das tecnologias digitais, o “empobrecimento” da mediação pedagógica por meio da atuação da tutoria, precarização do trabalho em termos de condições de trabalho, entre outros. Alguns educadores mais críticos – ou mais pessimistas – chegam a temer pelo futuro da profissão docente, indicando a possibilidade de redução das funções do professor por meio de sua substituição pelas tecnologias de informação e comunicação.

Dentro desse acalorado debate, neste texto, pretendemos apresentar algumas questões que podem contribuir para a reflexão sobre o processo de trabalho docente na EAD e suas implicações diretas ou indiretas.

2. Sobre tempos e espaços de trabalho na educação a distância

Considerando o forte caráter de flexibilidade espaço-temporal das atividades pedagógicas da educação a distância, parece crucial que este seja o centro da análise. Os espaços e tempos de trabalho da educação (presencial) passam por um completo redimensionamento com o advento do trabalho docente na EaD (especialmente na EaD virtual). É fundamental partirmos da compreensão de que os tempos e espaços escolares constituem fatores fundamentais para a compreensão do processo de trabalho pedagógico, inclusive para o seu desenvolvimento. Compreender o significado do espaçotempo na vida escolar e o seu sentido para o trabalho tem ganhado progressiva relevância. Isso implica reflexão sobre a lógica espaçotemporal que orienta a organização do trabalho escolar. Há muito a er pensado entre o secular espaço da sala de aula (lugar privilegiado para o ensino-aprendizagem e para a atuação docente) e o espaço simulado dos ambientes virtuais de aprendizagem (“novo espaço” de trabalho docente). Há muito por entender entre os fragmentados tempos educacionais em momentos para a aula, para o recreio, para a disciplina de história, de matemática etc. e os flexíveis tempos da educação na contemporaneidade – em especial, na educação a distância (EaD).

As tecnologias de informação e comunicação – típicas do nosso tempo e mais presentes no processo de trabalho docente à distância do que na educação presencial – interferem na experiência com o espaço-tempo de determinado grupo social e passam a condicionar o sentido do tempo e espaço. A rigor, as formas de medição tornam-se meios de exploração do trabalho (Thompson, 1998). Isso quer dizer que o trabalhador docente à distância, tendo suas atividades intensamente mediadas por tecnologias digitais, poderá estabelecer relações diferenciadas com o tempo e com o espaço em relação ao trabalhador docente presencial, implicando necessariamente um outro patamar de exploração da mais-valia pelo capital no âmbito educacional. Como há muito postulou Karl Marx, as formas de exploração da força de trabalho passam pelo domínio dos meios de produção; ou seja, a detenção e manipulação das tecnologias pelas quais o trabalhador realiza seu trabalho constituem uma importante estratégia de exploração capitalista da mais-valia.

Apresentam-se, nesse contexto, questionamentos como: que transformações podem ser observadas no trabalho do educador quando os processos pedagógicos são estabelecidos por meio de tecnologias virtuais? Como as mudanças nos tempos e espaços introduzidos pelos processos pedagógicos virtuais podem influenciar no trabalho docente? São implicações de que natureza?

(…)


O texto integral encontra-se na fonte indicada acima.


09/10/2008

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Alunos australianos podem usar eletrônicos para “colar”

Arquivado em: Educação, Internet — Tags:, — admin @ 12:21 am

Fonte: http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=38273&sec=6

22/08/2008 07:08 –
Australianos podem usar eletrônicos para “colar”

Já conhecido por sua política de provas com “livro-aberto”, a escola de ensino médio (high school) da faculdade Presbyterian Ladies’ College em Sydney inova permitindo que estudantes de inglês, de 14 e 15 anos, utilizem tecnologia para obter ajuda. Dentre as fontes permitidas estão a Internet, iPods ou até mesmo um telefonema para alguém fora da escola.

A escola já adotava uma política onde os alunos podiam trazer livros de referência para os testes e utilizá-los, com a condição de referenciar corretamente a fonte, para dar os devidos créditos ao “dono” da idéia, conta o World News Australia.

Porém, seguindo as tendências da evolução das mídias de estudo e divulgação de conteúdo, o colégio passou a incorporar os aparelhos eletrônicos ao processo de avaliação.

Deirdre Coleman é a responsável pelo programa que incentiva os alunos a obterem a informação utilizando seus celulares, acessando a Internet ou escutando podcasts em seus iPods. Ela afirma que a intenção é preparar o estudante para o mundo que ele vai encontrar lá fora. “Eles não precisam memorizar toda a informação. Atualmente o que eles precisam ser capazes de fazer é utilizar os meios disponíveis para obtê-la e serem capazes de checar sua confiabilidade.” Ela também lembra que os alunos só serão capazes de procurar por pequenos “pedaços de informação” caso tenham uma visão global do assunto, e apenas precisem verificar detalhes dela, diz o Sydney Morning Herald.

O teste do novo método foi feito com uma prova sobre linguagem persuasiva, tendo as olimpíadas como tema. “Eles não foram avaliados pelo conhecimento sobre os jogos, mas sim por sua capacidade de utilizar esse tipo de linguagem e por sua argumentação” explicou a professora. A aluna Annie Achie, de 15 anos, afirmou que telefonar para sua tia a deu uma visão melhor sobre o assunto: “ela me explicou como os investimentos são aplicados na infra-estrutura do país e não diretamente no povo chinês.” O tema da análise era sobre os jogos serem um desperdício de dinheiro.

Para os patrocinadores da idéia, o importante é ser capaz de utilizar a capacidade de raciocínio para listar recursos e utilizá-los de forma rápida, eficiente e correta, e não apenas ocupar “espaço em memória” com informações que estão disponíveis a qualquer momento. O consultor educacional inglês Marc Prensky afirma: “por quê não revolucionar o conceito de cola e incluir o mundo em nossa base de conhecimento?”

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Projetos de aprendizagem – Amora – CAp

Arquivado em: Educação — Tags:, , , — admin @ 12:16 am
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Uso educacional da Internet

Arquivado em: Educação, Internet — Tags:, , , — admin @ 12:14 am

Caras/os

Vejam as páginas com trabalhos de professores do ensino fundamental sobre o uso de ferramentas da Internet na educação.

Quase todas as ferramentas são serviços que proporcionam interatividade e cooperação.

Sugestão: além de visitar as páginas dos trabalhos, utilizem os serviços que foram objeto de análise. É muito legal!

Uso educacional do Google Docs
http://sobregoogledocs.blogspot.com

Uso educacional de Histórias em Quadrinhos (Stripcreator)
http://hagaques.blogspot.com

Uso educacional de Apresentações (Toufee)
http://blogcolaborativog10proa17a.blogspot.com

Uso educacional de Apresentações (Thumbstacks)
http://tmbeloice.blogspot.com

Uso educacional de vídeos (Youtube)
http://proa17agrupo1youtube.blogspot.com

Uso educacional do del.icio.us
http://blogcolaborativog7proa17a.blogspot.com

Uso educacional do Bubbleshare
http://atividadesdasemana4.blogspot.com

Uso educacional de Flogs
http://atividadesdasemana4proa17.blogspot.com

Uso educacional de Mapas
http://mapasonline.blogspot.com

Uso educacional de fotos (Flickr)
http://conhecendoflickr.blogspot.com

Uso educacional do Orkut
http://educaorkut.blogspot.com

08/10/2008

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ADAs – Ambientes Digitais de Aprendizagem

Arquivado em: Educação, Software Livre — Tags:, , , , — admin @ 11:53 pm

Ambientes Digitais de Aprendizagem disponíveis na UFRGS:

https://moodleinstitucional.ufrgs.br
https://www.ead.ufrgs.br/rooda
https://www.ead.ufrgs.br/navi

Há também o Teleduc, da Unicamp http://www.teleduc.org.br, que está disponível no endereço http://teleduc.cinted.ufrgs.br .

Ainda temos o Amadis, do Laboratório de Estudos Cognitivos LEC, coordenado pela professora Léa Fagundes, do Instituto de Psicologia da UFRGS, http://lucianadeabreu.no-ip.org:8080/amadis.

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Dia da Liberdade dos Documentos

Arquivado em: Educação, Software Livre — Tags:, , — admin @ 11:52 pm

Dia da Liberdade dos Documentos

O Dia da Liberdade dos Documentos (DFD, Document Freedom Day http://www.documentfreedom.org) é um dia internacional com ações de base no sentido de promover Formatos de Documento Livres e Padrões Abertos em geral, como o Open Document Format ODF, que é o padrão dos arquivos do BrOffice (OpenOffice).

http://www.documentfreedom.org/Main_Page/es
http://www.documentfreedom.org/Category:Brazil
http://www.documentfreedom.org/Artwork/pt

É um uma questão que envolve os formatos DOC, PPT, XLS, etc., que são formatos de propriedade privada $$$. Em muitas ocasiões esse formatos não podem ser exibidos sem deformações ou inclusive perda de dados, a não ser através do programa que os gerou.

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A indissociabilidade entre inclusão digital e software livre

Arquivado em: Educação, Software Livre — Tags:, — admin @ 11:46 pm

Há um interessante artigo sobre inclusão digital, aprendizagem e cidadania na revista Renote do CINTED:

“A indissociabilidade entre inclusão digital e software livre na sociedade contemporânea: a experiência do mutirão pela inclusão digital”

http://www.cinted.ufrgs.br/renote/nov2005/artigosrenote/a6_softwarelivre_revisado.pdf

O autor, Adriano Canabarro Teixeira, defendeu tese no PGIE da UFRGS e é professor da Universidade de Passo Fundo – RS. A co-autora, Aline de Campos, é graduanda e bolsista.

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