GNU Blog Software Livre na EducaçãoMicro Livre

15/02/2012

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Vídeo do jovem Richard Stallman (1984)

Arquivado em: Software Livre — admin @ 10:19 pm

Fragmentos agrupados de gravações com Richard Stallman em 1984

Richard Stallman em 1984

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=oIrXuv-JjeE

Vídeo integral: http://www.amazon.com/Hackers-Wizards-Electronic-Steve-Wozniak/dp/B0009RS0EM

Title: Hackers – Wizards of the Electronic Age

Starring: Steve Wozniak; Andy Hertzfeld; Bill Atkinson; Lee Felsenstein; Richard Stallman; Richard Greenblatt; Stewart Brand; Steven Levy;

Director: Fabrice Florin

Hackers is a classic documentary about the midnight programmers that created the personal computer revolution.

Hackers is not about malicious code-crackers. It is about a “hacker ethic” that led to major breakthroughs in technology, and forever changed our world. From the first MIT hackers to popular Silicon Valley inventors, this program covers this fascinating cultural phenomenon through interviews with twelve of its early pioneers.

This half-hour program features conversations with: Steve Wozniak, designer of the Apple II; Andy Hertzfeld and Bill Atkinson, designers of the Macintosh; Homebrew Computer Club leader Lee Felsenstein; MIT hackers Richard Stallman and Richard Greenblatt; and many more.

Hackers was produced over a decade before the advent of the Internet. All interviews were shot over a long week-end in 1984, at the first Hackers Conference, hosted by Whole Earth Catalog editors Stewart Brand and Kevin Kelley, in Sausalito, California. This event was inspired by Steven Levys classic book Hackers Heroes of the Computer Revolution.

30/01/2012

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Ataque da Microsoft à soberania nacional brasileira

Arquivado em: Informática, Software Livre — admin @ 2:13 pm

Sobre o ataque da Microsoft à soberania nacional: Wikileaks, Microsoft, ODF e OpenXML

12 de Setembro de 2011

Fonte: http://softwarelivre.org/portal/comunidade/sobre-o-ataque-da-microsoft-a-soberania-nacional-wikileaks-microsoft-odf-e-openxml

Autor: Jomar Silva

Há alguns dias fomos todos surpreendidos com um documento encontrado no CableGate, trocado entre a embaixada norte americana no Brasil e o Governo Norte Americano em 2007. De acordo com este documento, a Microsoft fazia gravíssimas acusações contra o governo brasileiro, e apesar de ter se feito de ‘tolinha’ pelo relato da reunião, pedia indiretamente uma intervenção do Governo Norte Americano para frear o avanço do ODF no Brasil, conseguir o apoio brasileiro para a aprovação do OpenXML na ISO, frear a parceria entre o comitê técnico brasileiro e demais comitês internacionais que discutiam o padrão, reduzir a influência do Brasil no debate internacional sobre o OpenXML, além de acusar o Ministério das Relações Exteriores e a Casa Civil de estarem executando uma campanha anti-americana. Pior do que isso, insinuam ainda que o ODF é um padrão anti-americano!

http://softwarelivre.org/furusho/odf/jomar-silva-latinoware-2009.jpg

Eu estava envolvido até o pescoço com tudo isso naquela época e tenho aqui todos os detalhes de bastidores que causaram esta reunião entre a Microsoft e o Embaixador Americano e posso afirmar categoricamente: Foi SIM um pedido velado de intervenção.

Como esclarecimento inicial, o XML citado de forma incompleta no documento é o OpenXML (o Open deve ter sido suprimido por quem relatou a reunião).

Para contextualizar o documento, é importante lembrar que começamos a trabalhar na avaliação do OpenXML no Brazil no início de 2007, e que votamos “NÃO” à aprovação do padrão em Setembro. O resultado desta votação foi a rejeição do padrão com mais de 3 mil defeitos técnicos apontados. Mesmo assim, de forma surpreendente, o SC34 resolveu agendar uma reunião de 5 dias para Março de 2008 em Genebra na Suiça para ‘discutirmos os mais de 3 mil problemas técnicos’. Esta reunião se chamou Ballot Resolution Meeting (BRM) e existe farta documentação em meu blog sobre ela e o seu resultado final, de mudança de voto surpreendente e aprovação do padrão.

Gostaria de deixar claro aqui que não acredito que esta reunião entre Microsoft e o representante maior do Governo Norte Americano no Brasil tenha sido uma iniciativa individual do Sr. Michel Levy, mas que tenha sido uma iniciativa da corporação. Apesar de funcionário da Microsoft o Sr. Michel Levy é brasileiro, e prefiro não acreditar que ele tenha, por iniciativa própria, decidido se esforçar para colocar o Governo Norte Americano contra o Governo Brasileiro, desrespeitando assim nossa soberania nacional e nosso mérito técnico.

A primeira pergunta que deixo aqui é em quantos outros países que votaram NÃO ao OpenXML o mesmo aconteceu, e quais destes países “acataram”um eventual puxão de orelha por parte do governo norte americano.

Sim, o puxão de orelha pode mesmo ter ocorrido, pois se notarem a linha geral do discurso usado aqui no Brasil, a decisão técnica nacional é apresentada como sendo algo contra os Direitos de Propriedade Intelectual (IPR), e uma das coisas que causam retaliação nos acordos de livre comércio com os Estados Unidos são as violações à Propriedade Intelectual. Estou cansado de colecionar boatos aqui dos tempos de OpenXML, onde possíveis sanções motivadas por estas violações foram trazidas à mesa para a negociação dos votos de governo em alguns países (se seu país mudou de voto depois de Setembro de 2007, pode investigar que vai encontrar um papel ‘chave’ para o governo nesta mudança de voto). Quem sabe um dia o Wikileaks nos ajuda a investigar de forma aprofundada isso também !

Ainda sobre a motivação da reunião, acho cômico o fato de que no último parágrafo do documento esta escrito que a Microsoft não estava pedindo ajuda ao Governo Norte Americano, e duvido que no meio diplomático veríamos ali algo como “a Microsoft veio pedir ajuda pelo amor de Deus, pois estes malditos nativos Sul Americanos estão estragando tudo !”… Se não foi para pedir ajuda, por que motivo fizeram a reunião ? Seria o Embaixador Americano um psicólogo especializado em frustrações corporativas ? Será que ele é blogueiro secreto de algum site internacional de fofoca ?

Se ele deu ‘conselhos’ à Microsoft no Brasil, será que ele pode também me dar os números da Mega Sena se eu for até lá ?

Voltando ao documento, fico imensamente irritado ao ver a Microsoft afirmar que o Governo Brasileiro estava pressionando a ABNT para adotar o ODF. A Microsoft era membro do comitê da ABNT na época, e tenho aqui uma ata de reunião a empresa concorda com a abertura do processo para a adoção do padrão ODF no Brasil. Fui o responsável por este processo dentro da ABNT e contamos com colaboração de diversos órgãos de governo e empresas privadas, seguindo todas as regras internas da ABNT, sem pressão alguma e o pior de tudo: todo o processo foi feito com acompanhamento da Microsoft, que era membro do comitê e optou por não nos ajudar com o trabalho de tradução do padrão  para o português do Brasil.

A Microsoft sabia que o Brasil mantém uma tradição dentro da ABNT de que não são adotadas no Brasil as normas internacionais que contaram com o voto de rejeição do Brasil na ISO. Em outras palavras, se a tradição não for quebrada, o OpenXML jamais será adotado no Brasil ! (e isso no final de 2007 era uma catástrofe para a empresa, que estava jogando pesado tudo o que podia para conseguir o carimbo da ISO no OpenXML).

Para piorar a situação, a troca de informações entre membros dos comités técnicos que avaliavam o OpenXML era constante, e ao ver que o Brasil tinha dado um voto NÃO muito bem embasado tecnicamente, foi natural começarmos a receber por aqui pedidos de colaboração de diversos membros de outros comitês. Eu mesmo perdi a conta do número de pessoas e comitês com quem me correspondi durante aqueles meses. Claro que novamente isso incomodava demais a empresa, pois passamos a distribuir por aí pontos de argumentação para os quais eles nunca teriam uma resposta aceitável, e isso estava de fato complicando bastante a vida deles para manipular o jogo no mundo todo.

Não vou comentar aqui as acusações feitas ao Ministério das Relações Exteriores, mas digo apenas que se o ministério se manifestou internacionalmente sobre os fatos da época, esta foi uma decisão soberana e devia ser aceita por todos (e aceitar não significa concordar ou aprovar). Trabalhar contra um posicionamento destes é trabalhar contra a soberania nacional, e isso é inadmissível !

Acho interessante ver como o mundo dá voltas, e ver que as pessoas que a Microsoft acusa de serem anti americanas, são atualmente o Ministro da Defesa (Celso Amorim) e a nossa Presidenta da República (Dilma Russef), que é acusada ainda de ser contra os direitos de propriedade intelectual. Espero que a assessoria de ambos leiam o documento, para que fique clara a imagem que a Microsoft tem dos dois !

Para finalizar, tentam ainda insinuar que o ODF é um padrão anti americano. Confesso que gostaria muito de saber o que a IBM, Oracle, Google e Red Hat (entre outras empresas americanas) pensam sobre o padrão, uma vez que trabalham há alguns anos em seu desenvolvimento e adoção. Na verdade eu prefiro que estas empresas expliquem diretamente ao Governo Norte Americano se o ODF é ou não anti-americano, e espero ainda que elas peçam esclarecimentos ao governo do seu país sobre atividades similares da Microsoft em outros países durante os anos de 2007 e 2008.

Para quem não acompanhou a história toda, o ODF foi adotado no Brasil, o OpenXML rejeitado por aqui e só não tivemos um papel maior no cenário internacional pois fomos calados no último dia do BRM, justo quando iriamos apresentar uma proposta que mudaria o final desta história. Já contei esta história aqui.

Obrigado ao WikiLeaks, por nos ajudar a começar a tirar os esqueletos do armário. Para quem quiser entender como a Microsoft trata e negocia com países que possuem políticas pró Software Livre, vale a pena ler este outro cable aqui. Divirtam-se !

* fonte: blog Jomar Silva

* Leia mais aqui…

* blog Pr. e Deputado Praczyk…

* Software Livre Brasil….

Fonte: Vitorio Furusho
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Alerta contra riscos do ChromeOS da Google

Arquivado em: Informática, Internet, Software Livre — admin @ 2:13 pm

Não guarde seus arquivos pessoais na nuvem da Google ou na nuvem de qualquer outra empresa. Preserve seus dados no seu próprio computador. E faça cópia de segurança http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/copia-de-seguranca. ;-)

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Richard Stallman, fundador de GNU, advierte: El ChromeOS de Google representa la pérdida del control sobre nuestros datos

Charles Arthur
guardian.co.uk

Traducido para Rebelión por Ricardo García Pérez
Fonte:
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=119047&titular=richard-stallman-fundador-de-gnu-advierte:-el-chromeos-de-google-representa-la-p%E9rdida-del-control

Un defensor del software libre advierte que e stá previsto que la nueva computación en nube del sistema operativo lanzado por Google empuje a la gente a una «computación descuidada» .

El nuevo ChromeOS de computación en nube de Google parece un proyecto «para fomentar que la gente se entregue a una computación descuidada» al obligarlos a almacenar su información en la nube, en lugar de en equipos que se encuentren directamente bajo su control, advierte Richard Stallman, fundador de la Fundación para el Software Libre [FSF, Free Software Foundation] y creador del sistema operativo GNU.

Stallman, un veterano de la informática que es firme defensor del software libre a través de su Fundación para el Software Libre, advirtió hace dos años que hacer uso generalizado de la computación en nube era «peor que ser imbécil», ya que suponía perder el control sobre la información.

Ahora afirma que cada vez le preocupa más que Google haya lanzado su sistema operativo ChromeOS, que está basado en GNU/Linux y concebido para el almacenamiento local de la menor cantidad posible de información. Por el contrario, descansa sobre una conexión de datos que vinculen la «nube» de servidores de Google, ubicados en lugares desconocidos, para que almacenen documentos y otros datos.

Entre los riesgos que comporta el almacenamiento de los datos en la máquina de una empresa, en lugar de en nuestro propio equipo, se encuentra la pérdida de derechos legales sobre la información. Stallman señala que «en Estados Unidos se pierden incluso derechos legales si almacenas la información en las máquinas de una empresa en lugar de en la tuya. La policía está obligada a presentar una orden de registro si quiere obtener la información de tu ordenador; pero si los datos están almacenados en el servidor de una empresa, la policía puede obtenerlos sin presentarte nada. Puede incluso que ni siquiera tenga que presentar a la empresa una orden de registro».

Google inició la semana pasada la presentación «tranquila» de ChromeOS, en la que presumió de algunos aspectos del software y suministró portátiles Cr-48 con el sistema instalado a los desarrolladores y a algunos periodistas mientras decía que no estará disponible de forma generalizada hasta mediados de 2011.

Eric Schmidt, director general de Google, lo elogió en una entrada de su blog: «Para mí, este tipo de anuncios son los más importantes de mi vida profesional, pues demuestran el verdadero poder de la ciencia informática para transformar la vida de las personas. Es extraordinario que plataformas muy complejas puedan ofrecer soluciones maravillosamente simples como Chrome y ChromeOS, que cualquiera es capaz de utilizar desde el primer momento si lo comprenda bien», escribió. «Cuando los desarrolladores empiezan a jugar con nuestro ordenador Chrome OS Cr-48 beta ven que, aunque todavía está en mantillas, funciona increíblemente bien. Se puede construir todo lo que solías combinar con software cliente aprovechándose al completo de la capacidad de la web.»

Pero Stallman no se deja impresionar. «Creo que a los comercializadores les gusta la “computación en nube” porque carece de significado sustancial. El significado del término no es una entidad, sino una actitud: “Permitid que fulano, mengano o zutano guarden vuestros datos, que fulano, mengano o zutano hagan la tarea informática por vosotros (y la controlen)”. Quizá el concepto “computación descuidada” fuera más adecuado.»

Ve un problema al acecho: «Supongo que muchas personas seguirán pasándose a la computación descuidada porque cada minuto nace un idiota. Quizá el gobierno estadounidense trate de fomentar que las personas alojen sus datos donde el gobierno pueda apoderarse de ellos sin mostrarles una orden de registro, en lugar de en sus propios inmuebles. Sin embargo, mientras hayamos bastantes que sigamos manteniendo nuestros datos bajo control, podemos seguir haciéndolo. Y será mejor que lo hagamos o, de lo contrario, desaparecerá esa alternativa».

La responsabilidad de los proveedores de computación en nube ha ocupado el primer plano de la atención desde hace un par de semanas, cuando Amazon eliminó el contenido de Wikileaks de su servicio de computación en nube EC2 alegando que el portal de las filtraciones había quebrantado las condiciones y las cláusulas del contrato… y sin brindarse a negociar al respecto.

Stallman sólo ve un aspecto digno de elogio en ChromeOS: es heredero de GNU/Linux. «En esencia, ChromeOS es el sistema operativo de GNU/Linux. Sin embargo, se ofrece sin las aplicaciones habituales y está equipado para impedir y obstaculizar la instalación de aplicaciones», declaró a The Guardian . «Diría que el problema reside en la naturaleza de la misión que se ha previsto que cumpla ChromeOS. Sobre todo, animarte a guardar los datos en otra parte y a hacer las tareas informáticas en otra parte, en lugar de en tu propio ordenador.»

• Stallman advierte a los hackers potenciales que no se descarguen la aplicación LOIC que se impone como método para manifestar su ira contra portales contrarios a Wikileaks; no porque piense que la protesta es un error, sino porque el código de la herramienta no está a la vista del usuario. «Me parece que utilizar LOIC es en la red el equivalente de las protestas contra las tiendas que eluden impuestos en Londres. No debemos permitir que eso constriña el derecho a protestar», señala. «[Pero] si los usuarios no pueden modificarlo, no deberían confiar en él.»

Corrección: Richard Stallman ha escrito lo siguiente: «Un artículo de la BBC informaba de que alguien de Sophos decía que LOIC was ” software desconocido ” y yo pensé que eso quería decir que era software propietario, pero me equivoqué. Resultó que LOIC es de hecho software libre, de manera que los usuarios pueden acceder al código fuente y modificarlo. Por consiguiente, sus mecanismos de funcionamiento no son un secreto como los de Windows, MacOS o Adobe Flash Player, de tal modo que nadie puede imponer a través de él códigos maliciosos, como se ha hecho con los otros paquetes citados.»

Fuente: http://www.guardian.co.uk/technology/blog/2010/dec/14/chrome-os-richard-stallman-warning

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Software livre de música EDITOM

Arquivado em: Software Livre — admin @ 2:09 pm

editom

Fonte: http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=21650445

Para permitir que iniciantes pudessem ter uma ferramenta para criar sons, representá-los em forma gráfica, escrever músicas e ouvir efeitos sonoros, era necessário um software voltado para atender estas facilidades.

Este software de edição de partituras é sem similar mundial. Possui todas as características de um editor de partitura convencional, acrescido de facilitadores em vários níveis, visando sempre permitir ao iniciante partir de ações reais, para o mundo técnico da música.

Cópia local

Como executar o EDITOM no Linux.

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27/01/2012

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Música com software livre

Arquivado em: Software Livre — admin @ 4:41 pm

Fiz uma busca com o Synaptic e instalei no meu computador os programas de música em software livre.

Quase todos têm versão para Windows.

Lilypond http://lilypond.org/download.html

Denemo http://www.denemo.org/Download

Frescobaldi http://www.frescobaldi.org/download

Solfege http://sourceforge.net/projects/solfege/files/solfege-stable/3.20.3

Rosegarden http://www.rosegardenmusic.com/getting
http://sourceforge.net/projects/rosegarden/files/rosegarden/11.06/Windows

Musescore http://sourceforge.net/projects/mscore/files/mscore/MuseScore-1.1

Tiny Ear Trainer http://29a.ch/tinyeartrainer

Canorus http://prdownload.berlios.de/canorus/canorus_0.7.R1002_win32.exe

Fluidsynth http://www.softpedia.com/progDownload/FluidSynth-Download-79598.html

Nted http://vsr.informatik.tu-chemnitz.de/~jan/nted/nted.xhtml

Rumor
http://www.volny.cz/smilauer/rumor/rumor.html

Fretsonfire http://fretsonfire.sourceforge.net

Swami http://www.swamiproject.org

Score Reading Trainer http://scret.sourceforge.net

NoteEdit http://noteedit.berlios.de

Hydrogen http://www.hydrogen-music.org

LMMS http://lmms.sourceforge.net/download.php

Além desses softwares, que estão disponíveis nos repositórios Debian, tem também o EDITOM http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=21650445. Para ter acesso, é necessário se cadastrar.

24/01/2012

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Instale em um pen drive as atividades do Sugar/OLPC

Arquivado em: Educação, Informática, Internet, Software Livre — admin @ 7:29 pm

O sistema operacional de software livre Sugar www.sugarlabs.org, criado para o projeto OLPC www.laptop.org, pode ser instalado em um pen drive. Claro, você também pode instalar em um computador de mesa ou portátil.

A base do sistema é uma das versões da distribuição de software livre Fedora: http://spins.fedoraproject.org/soas.

O Sugar tem centenas de atividades desenvolvidas para crianças, nas áreas de Matemática, Física, Leitura e Redação, Geografia, Mídias, etc.

Veja em: http://activities.sugarlabs.org.

Um dos destaques, o software musical TAM TAM, para crianças e adolescentes, tem 4 versões: Edit, Jam, Mini e Sintetizador http://wiki.laptop.org/go/TamTam. Vídeos: http://www.youtube.com/watch?v=31L9qaxOrp0 e http://www.youtube.com/watch?v=Nwqt8NMT-zI

Outro destaque, entre tantos, são as 107 atividades do software Gcompris http://activities.sugarlabs.org/collection/gcompris.

Boa diversão!

16/01/2012

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Autoria de DVD com o Bombono

Arquivado em: Software Livre — admin @ 8:42 pm

Gente!

Fiquei feliz ao conseguir criar um DVD para ser exibido em um aparelho doméstico. Com menus e capítulos!

Utilizei o software livre e gratuito Bombono.org, que faz parte da distribuição que eu utilizo, o sistema operacional universal Debian.

Uma ajuda Inicial foi dada pelo vídeo Bombono Video-DVD Authoring for Linux.

14/01/2012

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Primeiras três mensagens de Linus Torvalds

Arquivado em: Software Livre — admin @ 5:14 pm

Primeiras três mensagens de Linus Torvalds para o início do núcleo (kernel) do sistema operacional LINUX

Veja as mensagens no idioma inglês e logo abaixo a tradução.

Observação: as mensagens são dos meses julho, agosto e outubro de 1991 e a versão 1.0 do núcleo do Linux, a primeira com características estáveis, ocorreu em 14 de março de 1994.

Fonte: http://linuxday.org/index.php?category=about

From: torvalds@klaava.Helsinki.FI (Linus Benedict Torvalds)
Newsgroups: comp.os.minix
Subject: Gcc-1.40 and a posix-question
Keywords: gcc, posix
Message-ID: <1991Jul3.100050.9886@klaava.Helsinki.FI>
Date: 3 Jul 91 10:00:50 GMT
Organization: University of Helsinki
Lines: 28

Hello netlanders,

Due to a project I’m working on (in minix), I’m interested in the posix standard definition. Could somebody please point me to a (preferably) machine-readable format of the latest posix rules? Ftp-sites would be nice.

As an aside for all using gcc on minix – the new version (1.40) has been out for some weeks, and I decided to test what needed to be done to get it working on minix (1.37.1, which is the version you can get from plains is nice, but 1.40 is better :-). To my surpice, the answer turned out to be – NOTHING! Gcc-1.40 compiles as-is on minix386 (with old gcc-1.37.1), with no need to change source files (I changed the Makefile and some paths, but that’s it!). As default this results in a compiler that uses floating point insns, but if you’d rather not, changing ‘toplev.c’ to define DEFAULT_TARGET from 1 to 0 (this is from memory – I’m not at my minix-box) will handle that too. Don’t make the libs, use the old gnulib&libc.a. I have successfully compiled 1.40 with itself, and everything works fine (I got the newest versions of gas and binutils at the same time, as I’ve heard of bugs with older versions of ld.c). Makefile needs some chmem’s (and gcc2minix if you’re still using it).

Linus Torvalds torvalds@kruuna.helsinki.fi

PS. Could someone please try to finger me from overseas, as I’ve installed a “changing .plan” (made by your’s truly), and I’m not certain it works from outside? It should report a new .plan every time.

From: torvalds@klaava.Helsinki.FI (Linus Benedict Torvalds)
Newsgroups: comp.os.minix
Subject: What would you like to see most in minix?
Summary: small poll for my new operating system
Message-ID: <1991Aug25.205708.9541@klaava.Helsinki.FI>
Date: 25 Aug 91 20:57:08 GMT
Organization: University of Helsinki

Hello everybody out there using minix -

I’m doing a (free) operating system (just a hobby, won’t be big and professional like gnu) for 386(486) AT clones. This has been brewing since april, and is starting to get ready.I’d like any feedback on things people like/dislike in minix, as my OS resembles it somewhat (same physical layout of the file-system(due to practical reasons) among other things). I’ve currently ported bash(1.08) and gcc(1.40),and things seem to work.This implies that I’ll get something practical within a few months, andI’d like to know what features most people would want. Any suggestions are welcome, but I won’t promise I’ll implement them :-)

Linus (torvalds@kruuna.helsinki.fi)

PS. Yes – it’s free of any minix code, and it has a multi-threaded fs. It is NOT protable (uses 386 task switching etc), and it probably never will support anything other than AT-harddisks, as that’s all I have :-(.

From: torvalds@klaava.Helsinki.FI (Linus Benedict Torvalds)
Newsgroups: comp.os.minix
Subject: Free minix-like kernel sources for 386-AT
Message-ID: <1991Oct5.054106.4647@klaava.Helsinki.FI>
Date: 5 Oct 91 05:41:06 GMT
Organization: University of Helsinki

Do you pine for the nice days of minix-1.1, when men were men and wrote their own device drivers? Are you without a nice project and just dying to cut your teeth on a OS you can try to modify for your needs? Are you finding it frustrating when everything works on minix? No more all-nighters to get a nifty program working? Then this post might be just for you :-)

As I mentioned a month(?) ago, I’m working on a free version of a minix-lookalike for AT-386 computers. It has finally reached the stage where it’s even usable (though may not be depending on what you want),
and I am willing to put out the sources for wider distribution. It is just version 0.02 (+1 (very small) patch already), but I’ve successfully run bash/gcc/gnu-make/gnu-sed/compress etc under it.

Sources for this pet project of mine can be found at nic.funet.fi (128.214.6.100) in the directory /pub/OS/Linux. The directory also contains some README-file and a couple of binaries to work under linux
(bash, update and gcc, what more can you ask for :-). Full kernel source is provided, as no minix code has been used. Library sources are only partially free, so that cannot be distributed currently. The
system is able to compile “as-is” and has been known to work. Heh. Sources to the binaries (bash and gcc) can be found at the same place in /pub/gnu.

ALERT! WARNING! NOTE! These sources still need minix-386 to be compiled (and gcc-1.40, possibly 1.37.1, haven’t tested), and you need minix to set it up if you want to run it, so it is not yet a standalone system for those of you without minix. I’m working on it. You also need to be something of a hacker to set it up (?), so for those hoping for an alternative to minix-386, please ignore me. It is currently meant for hackers interested in operating systems and 386’s with access to minix.

The system needs an AT-compatible harddisk (IDE is fine) and EGA/VGA. If you are still interested, please ftp the README/RELNOTES, and/or mail me for additional info.

I can (well, almost) hear you asking yourselves “why?”. Hurd will be out in a year (or two, or next month, who knows), and I’ve already got minix. This is a program for hackers by a hacker. I’ve enjouyed doing it, and somebody might enjoy looking at it and even modifying it for their own needs. It is still small enough to understand, use and modify, and I’m looking forward to any comments you might have.

I’m also interested in hearing from anybody who has written any of the utilities/library functions for minix. If your efforts are freely distributable (under copyright or even public domain), I’d like to hear from you, so I can add them to the system. I’m using Earl Chews estdio right now (thanks for a nice and working system Earl), and similar works will be very wellcome. Your (C)’s will of course be left intact. Drop me
a line if you are willing to let me use your code.

Linus

PS. to PHIL NELSON! I’m unable to get through to you, and keep getting “forward error – strawberry unknown domain” or something.

Fonte da tradução: http://softwarelivre.org/rss/planetas/ubuntu-brasil/por-que-25-de-agosto

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Mensagem 1 – 03 de julho de 1991

From:torvalds@klaava.Helsinki.FI (Linus Benedict Torvalds)
Newsgroup: comp.os.minix
Subject: GCC-1.40 and a posix question
Message-ID: 1991Jul13, 100050.9886@klaava.Helsinki.FI
Date: 3 Jul 91 10:00:50 GMT

Hello netlanders,

Devido a um projeto que estou trabalhando (em minix), estou interessado na definição padrão posix. Alguém poderia me indicar onde acho as regras posix em formato legível pela máquina (de preferência)? Sites ftp seriam bacanas.

Linux Torvalds torvalds@kruuna.helsinki.fi

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Mensagem 2 – 25 de agosto de 1991

From:torvalds@klaava.Helsinki.FI (Linus Benedict Torvalds)
Newsgroup: comp.os.minix
Subject: What would you like to see most in minix?
Summary: small poll for my new operating system
Message-ID: 1991Aug25, 20578.9541@klaava.Helsinki.FI
Date: 25 Aug 91 20:57:08 GMT
Organization: University of Helsinki.

Olá a todos que usam minix-

Estou criando um sistema operacional (livre) (apenas como hobby, não será grande e profissional como o gnu) para clones AT 386(486). Estou me preparando desde abril, e está começando a tomar forma. Gostaria de receber qualquer feedback de coisas que as pessoas gostam ou não gostam no minix; como meu SO se assemelha um pouco (algum layout físico no sistema de arquivos devido a razões práticas) além de outras coisas.

Eu já portei o bash (1.08) e o gcc (1.40), e as coisas parecem estar funcionando. Isso implica que eu terei algo em prática em alguns meses, e gostaria de saber que recursos a maioria das pessoas quer. Quaisquer sugestões são bem-vindas, mas eu não prometo implementá-las :)

Linux Torvalds torvalds@kruuna.helsinki.fi

PS. Sim – ele está livre de qualquer código minix, e tem um fs de multithread. Ele não é portável (usa chaveamento de tarefas, etc. 386) e provavelmente nunca será compatível com nada além de discos rígidos AT, pois isso é tudo que eu tenho :-).

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Mensagem 3 – 05 de outubro de 1991

From: torvalds@klaava.Helsinki.FI (Linus Benedict Torvalds)
Newsgroups: comp.os.minix
Subject: Free minix-like kernel sources for 386-AT
Message-ID:
Date: 5 Oct 91 05:41:06 GMT
Organization: University of Helsinki

Você suspira pelos melhores dias do minix-1.1, quando os homens eram homens e escreviam seus próprios drivers para os dispositivos? Você está sem um projeto legal e morrendo de vontade de fincar os dentes em um SO que você possa modificar de acordo com suas necessidades? Você está achando frustrante quando tudo funciona do minix? Sem ter que ficar mais a noite toda para ter um programa estiloso funcionando? Então esta mensagem pode ser exatamente para você :)

Como mencionei a um mês atrás(?), estou trabalhando em uma versão livre de um sistema similar ao minix para computadores AT-386. Ele finalmente alcançou um estado usável (embora não esteja dependendo do que você quer) e estou querendo liberar os fontes para ampla distribuição. Está apenas na versão 0.02 (com +1 patch (muito pequeno)), mas eu executei com sucesso bash/gcc/gnu-make/gnu-sed/compress etc nele.

Os fontes deste projeto podem ser achados em nic.funet.fi (128.214.6.100), no diretório /pub/OS/Linux. O diretório também contém alguns README e um par de binários para trabalhar sobre o Linux (bash, atualizado, e gcc – o que mais você pode querer?). :-) O fonte completo do kernel está disponível. Como no Minix, o código pode ser utilizado. Os fontes das bibliotecas são parcialmente livres, então eu não posso distribuí-los atualmente. O sistema, como está, pode ser compilado e sabe-se que ele funciona. Os fontes para os binários (bash e gcc) podem ser encontrados no mesmo servidor, em /pub/gnu.

[...]

Estou interessado em ouvir alguém que tenha escrito qualquer utilitário/biblioteca para o Minix. Se seus produtos forem livremente distribuídos (sob licença ou domínio público), gostaria da sua autorização, para adicioná-lo ao sistema.

[...]

Linus

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12/01/2012

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Vídeo Richard Stallman na Globonews

Arquivado em: Software Livre — admin @ 5:25 pm

Richard Stallman na GloboNews

Fonte: http://video.google.com/videoplay?docid=-1466630128287365475

Entrevista de Richard Stallman ao programa Milênio do canal Globonews, em 19 de março de 2002.

Clique aqui para baixar a transcrição da entrevista em arquivo PDF.

Informações disponibilizadas na Wikipédia sobre Richard Stallman.

Introdução da reportagem

O espírito de liberdade, igualdade e fraternidade dos anos 60 continua vivo. E não é tanto nas ruas, no uso de drogas ou entre os hippies cada vez mais marginalizados. É no centro da chamada Nova Economia, no motor da inovação tecnológica. A Internet, o PC – o computador pessoal – e a criação dos software – os programas de computador que hoje comandam a vida moderna – tudo isso nasceu nos anos 60 e 70 e conserva, em grande parte, o espírito livre e rebelde dos jovens daquela época.

Mas essa liberdade luta contra a ocupação da Internet e da indústria do software pelos grandes interesses comerciais, que se valem das Leis de Direito Autoral e de propriedade intelectual para demarcar territórios. O Movimento pelo Software Livre começou nos anos 70 e 80, e hoje avança em todo o mundo. Calcula-se que 1/3 dos computadores ligados a Internet já usam um programa de domínio público, como o Linux, e essa fatia está crescendo.

O fundador do movimento Richard Stallman, 49 anos, preserva o espírito de rebeldia e contestação. Ele lidera a crescente comunidade de programadores que abrem mão de direitos autorais sobre sua criação. Mas software livre não quer dizer software de graça: cobrando uma quantia moderada pelas cópias, quem participa do movimento não tem os lucros astronômicos da indústria do software mas sobrevive.

O Movimento pelo Software Livre se coloca no centro de uma luta crucial do nosso tempo. De um lado os interesses comerciais, do outro aqueles que pregam o acesso livre e universal aos produtos da criação intelectual, sejam ele software, livros, música ou novos remédios. O sucesso do movimento de Richard Stallman mostra que existe um caminho aberto para a liberdade.

11/01/2012

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Libre Office para leigos

Arquivado em: Software Livre — admin @ 10:08 pm

Fonte: http://wiki.documentfoundation.org/images/2/2a/LibreOffice_Para_Leigos.pdf

Cópia local

www.documentfoundation.org

Facilitando a vida no escritório
Autor: Klaibson Natal Ribeiro Borges

Introdução

O LibreOffice é um aplicativo Office, ou seja, conjunto de aplicativos para escritório que contem editor de texto, planilha eletrônica, apresentação de slide, criador de banco de dados, aplicativo para desenho vetorial e criador de fórmulas matemáticas.

Este aplicativo é baseado em software livre (que pode ser copiado, modificado, estudado e distribuída as alterações), portanto não tem problemas com licenças.

O aplicativo é o segundo mais utilizado no Brasil, entre as suítes de escritório, contando com aproximadamente 25% dos usuários, principalmente entre grandes empresas como o Metrô de São Paulo, CELEPAR, Itaipu, Conab e INPI.

Este livro foi escrito com o objetivo de preencher uma lacuna no Brasil de poucas edições de livros sobre o aplicativo LibreOffice, pois temos poucas pessoas que se dedicam a este tema.

O título tem tudo a ver com o livro, pois este livro foi criado para usuários que nada sabem ou sabem muito pouco sobre o aplicativo. Os usuários avançados, esperem uma série de livros, pois abordarei de forma aprofundada cada aplicativo do LibreOffice.

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