GNU Blog Software Livre na EducaçãoMicro Livre

01/02/2012

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Tutorial Tux Paint

Arquivado em: Variados — admin @ 6:32 pm

Tutorial Tux Paint

Tutorial Tux Paint

Tutorial Tux Paint

Fonte: http://penta3.ufrgs.br/PEAD/tutoriais/tuxpaint/tutorial_tuxpaint.pdf

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Open Office Impress Tutorial

Arquivado em: Variados — admin @ 6:02 pm

Fonte: http://www.cospa-project.org/Assets/documents/Guides/Cospa_Impress_Tutorial-PT.pdf

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Transição e animação de diapositivos
Transição de diapositivos
Efeitos de animação

Diferenças entre Power point e OpenOffice
Aspectos que podem ser
implementados de forma diferente

30/01/2012

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Fazendo cópia de segurança

Arquivado em: Variados — admin @ 2:10 pm

Transcrição do artigo de Fábio Berbert de Paula publicado por Viva o Linux

Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Transferindo-arquivos-com-o-rsync

Transferindo arquivos com o rsync

Você é daqueles que ainda usa FTP para copiar arquivos entre duas máquinas? Ei cara, já estamos no século XXI, este artigo nos introduz ao mundo do rsync, sinônimo de eficiência quando o assunto é cópia remota.

Introdução

Antes de iniciarmos o artigo, vamos imaginar um cenário onde você programou um mega portal que possui centenas de arquivos que somados ocupam cerca de 300 MB em disco rígido. Existem duas cópias do portal, uma no seu desktop de trabalho e outra no servidor Linux em produção.

Certo dia você resolve fazer uma baita reforma no site e passa uma porção enorme de tempo alterando seus scripts PHP, HTML, folhas de estilo, imagens e tudo mais que se possa imaginar e agora precisa atualizar a nova versão offline com a versão que existe no servidor em produção.

O grande problema é que você passou horas programando e já não recorda quais arquivos foram alterados. E agora, que solução te vem à cabeça? Enviar os 300 MB por FTP para o servidor? Ou passar outro bocado de horas selecionando os arquivos que você “lembra” que alterou e fazendo seu upload um a um? Que nada, isso é um mártir exclusivo para usuários de Windows. Quem programa em desktops Linux e claro, hospeda seus projetos em servidores Linux pode contar com a ferramenta dos sonhos, o rsync.

O que diabos é rsync

Rsync, como o nome sugere, é um programa que sincroniza remotamente os dados entre duas máquinas. Por ser baseado no antigo rcp (remote copy), o software herdou as propriedades de criptografia do protocolo SSH, o que torna sua transmissão de dados mais segura que o FTP.

Além das propriedades de segurança, o rsync utiliza o protocolo remote-update, o que aumenta assustadoramente sua velocidade e diminui a quantidade de dados transferidos, pois são trocados entre os servidores somente as diferenças entre dois grupos de arquivos.

Voltando ao nosso estudo de caso introdutório, se alteramos uma dúzia de arquivos numa porção de centenas, ao executar um rsync do seu desktop para o servidor, somente os arquivos alterados serão enviados por upload e você ainda não corre o risco de algum espertinho utilizando um sniffer1 na rede capturar sua senha de FTP em plain text.

1 – sniffer é um tipo de software utilizado para capturar pacotes que trafegam pela sua rede.

Resumindo, existem pelo menos quatro situações onde o rsync pode te ajudar:

  • copiando (ou sincronizando) arquivos entre dois diretórios locais;
  • copiando (ou sincronizando) arquivos de sua máquina local para um servidor remoto;
  • copiando (ou sincronizando) arquivos de um servidor remoto para sua máquina local;
  • listando os arquivos de um diretório no servidor remoto (como um “remote ls”).

Download e instalação

Rsync é quase que um pacote default em todas as distribuições. Aquelas que não o instalam numa instalação do tipo básica, com certeza possuem o pacote em algum lugar em seus CDs de instalação. Consulte os mesmos para maiores informações.

Como utilizo a distribuição Debian, a instalação do mesmo se faz com apenas um comando:

# apt-get install rsync

Se você preferir, pode obter o software direto na fonte. Seu site oficial é:

E seu download pode ser obtido em:

Para a comunicação entre duas máquinas com rsync funcionar, será necessário:

  • o programa rsync instalado em ambas as máquinas;
  • o servidor SSH (sshd) rodando no servidor.

Nota: se a comunicação for bilateral (ambas as máquinas enviam e recebem arquivos) o serviço SSH precisará estar rodando em ambas as máquinas.

Formas de uso

Para cada situação anteriormente citada, o rsync apresenta uma sintaxe levemente diferente. Vamos dar uma conferida em cada uma delas.

Sincronizando diretórios locais

Uso: rsync [opções] origem destino

Você tem um diretório recheado com arquivos importantes e deseja manter uma cópia fiel do mesmo em outra localidade. Para copiar /home/fabio/artigos para para /var/backups/artigos, executamos:

$ rsync -Cravzp /home/fabio/artigos/ /var/backups/artigos/

Nota: supondo que /var/backups/artigos está criado e tenho permissões de escrita no mesmo.

Costumo utilizar a seqüencia de opções Cravzp por considerar que nelas estão inclusas todas as funcionalidades que necessito. Você pode optar em confiar cegamente em minhas palavras ou dar uma breve conferida na página de manual do software (man rsync) para descobrir o significado de cada opção.

Sincronizando arquivos locais para um servidor remoto

Um pré-requisito para enviar seus arquivos para o servidor remoto é possuir uma conta de usuário no sistema. Sendo assim, sua forma de uso é:

rsync [opções] origem usuario@host:destino

Supondo que o diretório /var/backups/artigos está localizado no servidor remoto cujo endereço IP é 10.0.0.5 e minha conta de usuário possui login “fabio”, executamos:

$ rsync -Cravzp /home/fabio/artigos/ fabio@10.0.0.5:/var/backups/artigos/

Surgirá um prompt de senha, digite-a e pronto, os arquivos serão copiados.

Sincronizando arquivos do servidor para sua máquina local

Esta situação também requer um login para autenticação no servidor, a menos que o mesmo esteja configurado para aceitar conexões de usuários guest, fato comum em servidores mirrors, porém este assunto está fora do escopo do artigo. Se você entendeu como funciona o comando anterior, basta inverter a ordem dos parâmetros:

$ rsync -Cravzp fabio@10.0.0.5:/var/backups/artigos/ /home/fabio/artigos/

Listando arquivos do servidor

Esta é forma de uso mais simples do rsync e seu pré-requisito é o de possuir login de autenticação no servidor (ou guest). Sintaxe:

rsync [opções] usuario@host:diretorio

Se você deseja listar o diretório /etc do servidor, pode usar o comando:

$ rsync -Cravzp fabio@10.0.0.5:/etc/

O “pulo do gato” dessa situação é a omissão do diretório de destino.

Bom, chegamos aos finalmentes. Se o seu provedor ainda não possui rsync instalado em seus servidores Linux, faça lobby, esperneie e em último caso, mostre este artigo ao departamento de suporte técnico do mesmo.

Um belo caso de grande utilidade do rsync é o próprio Viva o Linux. Mantenho o site atualizado através deste software e se meu provedor não tivesse rsync, com certeza eu teria procurado outro.

E o pensamento do dia: “FTP é coisa de cliqueiro, já era. FTP = (F)oi-se o (T)empo (P)eixe!”.

[]’s, Fábio Berbert de Paula

16/01/2012

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Músicas do documentário Revolution OS

Arquivado em: Variados — admin @ 8:25 pm

www.revolution-os.com

revolution-os

Autor da trilha sonora: Christopher Anderson-Bazzoli
http://www.myspace.com/christopherandersonbazzoli

Music composed, conducted, and produced by Christopher Anderson-Bazzoli. Recorded and mixed by Damon Tedesco for Mobile Disc Music, Inc. Featuring performance by an 18-piece orchestra at Paramount Recording, Hollywood, CA.

- Música “Main Titles”
http://soundcloud.com/chris-anderson-bazzoli/revolution-os-original-score

- Música “Apache Web Server”
http://soundcloud.com/chris-anderson-bazzoli/revolution-os-original-score-1

- Música “Installfest”
http://soundcloud.com/chris-anderson-bazzoli/revolution-os-original-score-2

- Música “Linux World”
http://soundcloud.com/chris-anderson-bazzoli/revolution-os-original-score-3

- Música “Triumph of Linux”
http://www.posthornmusic.com/film-scores

11/01/2012

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Criação da Free Software Foundation, em 1985

Arquivado em: Variados — admin @ 9:39 pm

Fundação Software Livre – Free Software Foundation – Fundada em 4 outubro de 1985 – Boston, Massachusetts, USA – www.fsf.org

A Free Software Foundation (FSF, Fundação Software Livre) é uma organização sem fins lucrativos, fundada por Richard Stallman, que se dedica a eliminação de restrições sobre a cópia, redistribuição, estudo e modificação de programas de computadores – bandeiras do movimento do software livre, em essência. Faz isso promovendo o desenvolvimento e o uso de software livre em todas as áreas da computação mas, particularmente, ajudando a desenvolver o sistema operacional GNU e suas ferramentas.

[...]

Veja a página da Fundação Software Livre América Latina www.fsfla.org.

10/01/2012

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Software livre, cultura hacker e ecossistema da colaboração

Arquivado em: Variados — admin @ 7:21 pm

Software livre, cultura hacker e ecossistema da colaboração

O 10º Fórum Internacional de Software Livre, realizado em Porto Alegre (RS), de 24 a 27 de junho, foi também ocasião para o lançamento do livro Software livre, cultura hacker e ecossistema da colaboração, disponível gratuitamente para download (aqui) e à venda na Editora e Livraria Paulo Freire.

Uma mesa de discussão de mesmo tema lançou o livro, na qual estiveram presentes três dos cinco autores da obra: o sociólogo e professor Sérgio Amadeu, Anderson Fernandes de Alencar, secretário de tecnologia e educação a distância do Instituto Paulo Freire e Vicente Macedo de Aguiar, da Cooperativa de Tecnologias Livres (Colivre). Murilo Machado e Rafael Evagelista, outros dois autores, não puderam participar. A obra é uma coletânea de textos em que eles abordam o software livre segundo a perspectiva do compartilhamento de ideias e de conhecimento, conforme a epígrafe escolhida para o livro:

Se você tem uma maçã e eu tenho uma maçã,
e nós trocamos as maçãs,
então você e eu ainda teremos uma maçã.
Mas se você tem uma idéia e eu tenho uma ideia,
e nós trocamos essas ideias, então cada um de nós terá duas ideias
(George Bernard Shaw)

Segundo Sério Amadeu, é preciso atentar para a existência de “bens imateriais” e “não rivais”, como é o caso do próprio conhecimento. “Esses tipos de bens podem ser usados por todos. A melhor forma de trabalhar com eles é por meio do compartilhamento e não pelo bloqueio do acesso. No caso do conhecimento, quanto mais gente usa, mais ele se valoriza. O bloqueio de fluxos de informação significa desigualdades, criando assimetrias e inequidades de acessos, por isso a liberdade de acesso significa igualdades”, explica o professor

Vicente Aguiar, organizador do livro, acredita que é importante trazer a discussão do uso do software livre para as diversas áreas da academia porque, cada vez mais, ele se insere em discussões da economia como alternativa sustentável num contexto de crise.

Anderson Alencar propõe uma discussão do uso de tecnologias livres de acordo com uma dimensão política, ética e estética a partir da experiência do processo de migração do uso de software proprietário para o livre, que teve início no Instituto Paulo Freire em 2005.

Um espaço foi criado para discussão do livro na rede social Software Livre Brasil.

Fonte: Instituto Paulo Freire

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Fonte: http://softwarelivre.org/livro/sobre-o-livro

Esse livro visa oferecer uma pequena parcela de contribuição no entendimento sobre o fenômeno social e as mudanças políticas relacionados ao software livre. Para tanto, ele é composto por uma coletânea de artigos elaborados a partir de estudos acadêmicos de diversas áreas das ciências humanas, que foram desenvolvidos em diferentes universidades e centros de pesquisa do Brasil, mas que têm em comum o mesmo objeto de análise: a temática do Software livre, Cultura hacker e o ecossistema da colaboração.

Dentro de tal concepção, na primeira seção deste livro,  Murilo Machado apresenta um artigo que foi resultado de uma pesquisa realizada no ano de 2008, junto ao Centro Interdisciplinar de Pesquisa da Faculdade Cásper Líbero,  que aborda a questão da dinâmica das comunidades de software livre que dão vida a diferentes projetos de distribuições do sistema operacional GNU/Linux. Com o título Distros e comunidades: a dinâmica interna de Debian, Fedora, Slackware e Ubuntu, é apresentada pelo autor uma análise comparativa entre tais comunidades on-line, em que são explorados elementos considerados fundamentais para compreender a dinâmica interna de cada uma delas como, por exemplo, as formas de comunicação, as relações de poder, o período de colaboração dos membros com os projetos, entre outras questões.

Na seção subsequente, Vicente Macêdo de Aguiar dá continuidade ao entendimento sobre a realidade das comunidades de software livre, trazendo os resultados de uma pesquisa netnográfica, realizada no período de dezembro de 2005 a fevereiro de 2007 pelo autor no Núcleo de Pós-Graduação em Administração da Escola de Administração (NPGA) da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Essa pesquisa buscou analisar as especificidades da dinâmica de trabalho dos hackers no processo de produção colaborativo e não-contratual presente na comunidade on-line ligada ao Projeto GNOME. Para tanto, o artigo Software Livre e a Perspectiva da Dádiva: uma análise sobre o trabalho e a produção colaborativa no Projeto GNOME analisa como se manifesta a organização e a dinâmica do trabalho que impulsiona o processo de desenvolvimento de software nesse projeto, como também é examinada a natureza desse trabalho colaborativo adotado pelos hackers nessa comunidade.

Após essa análise mais empírica das comunidades de software livre, Rafael Evangelista apresenta um artigo intitulado  Política e Linguagem nos debates sobre o software livre.  Fruto de uma dissertação de Mestrado em Linguística que foi defendida em 2005 na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), esse artigo procura refletir discursivamente sobre os debates que tratam das vantagens e desvantagens da adoção de sistemas livres em computadores. A partir de uma concepção que considera que o acontecimento de linguagem é um acontecimento político, procura-se entender como e onde o político se inscreve nesse debate. Por isso, o autor estabelece uma reflexão sobre o uso de certos termos e nomes (“GNU/Linux”, “software livre”) e não outros (“Linux”, “código aberto”) na referência aos objetos do debate, investigando a história dos sentidos a eles atribuídos.

Na quarta seção deste livro, Anderson Fernandes de Alencar traz, dentro de um debate mais conceitual, uma reflexão sobre A Tecnologia na obra de Álvaro Vieira Pinto e Paulo Freire, como resultado de uma dissertação de mestrado, defendida em 2007 na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Com esse artigo, o autor busca refletir acerca de uma metodologia de migração do software proprietário para o software livre que contemple elementos do pensamento do filósofo Álvaro Vieira Pinto e do educador Paulo Freire, buscando ainda apresentar elementos teórico-práticos relevantes para a constituição de uma “Pedagogia da Migração”.

Tendo como objeto de análise o movimento de desenvolvimento e uso do software livre, juntamente com a disputa política e econômica com os beneficiários do modelo hegemônico de propriedade de software, Sérgio Amadeu da Silveira apresenta um artigo intitulado Mobilização Colaborativa, Cultura Hacker e a Teoria da Propriedade Imaterial. Esse artigo traz os resultados do estudo acadêmico que fundamentou sua tese de Doutorado em Ciência Política, defendida na Universidade de São Paulo (USP) em 2005. Ele visa trazer os principais pontos abordados sobre o problema da formulação de uma teoria política da propriedade de bens imateriais no contexto de uma sociedade informacional e em rede.

No último capítulo deste livro, o leitor é convidado a colaborar na continuação dessas pesquisas por meio de um ambiente interativo na Internet, onde ele poderá acrescentar novas informações e contribuições sobre os temas abordados, como também participar de debates (assíncronos) com os autores sobre o conteúdo apresentado ao longo de todos os artigos.

07/01/2012

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Apple admite trabalho infantil

Arquivado em: Variados — admin @ 5:54 pm

[Acho que esta notícia não tem relação com software livre. Ou será que tem?]

Apple admite trabalho infantil na fabricação de seus produtos

Fonte: Rede Record
http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/apple-admite-trabalho-infantil-na-fabricacao-de-seus-produtos-20100228.html

Irregularidade é de empresas que fornecem serviços à empresa, diz relatório

publicado em 28/02/2010 às 16h44

A empresa tecnológica Apple, fabricante do iPhone, do iPod e dos computadores Mac, divulgou neste domingo (28) um relatório no qual reconhece que três de seus fornecedores empregaram menores de idade em suas fábricas.

O documento, que é publicado anualmente, diz que três dessas companhias contrataram um total de 11 jovens de 15 anos. A legislação de seus respectivos países estabelece a idade mínima de 16 anos para trabalhar. Todos eles já haviam chegado à idade mínima para trabalhar no momento em que a auditoria foi realizada, mas tinham apenas 15 anos quando foram contratados, diz a empresa.

Após a descoberta, a Apple exigiu a cada uma das fábricas “desenvolver e implementar sistemas de gestão apropriados para impedir a contratação de menores no futuro”, como melhores sistemas para verificar a idade dos funcionários. Nenhum dos jovens continua trabalhando nas fábricas em que foram contratados.

Com a publicação desse relatório, a Apple busca se antecipar a possíveis críticas. A empresa americana não deu os nomes das companhias que se incluem nele, mas se sabe que seus auditores visitaram fábricas nos Estados Unidos, República Tcheca, Coreia do Sul, Filipinas, Cingapura, China, Taiwan e Tailândia.

O documento revela também outros sérios incidentes. Os funcionários trabalhavam mais horas do que o devido em um total de 60 fábricas e 24 provedores, que pagavam salários abaixo do mínimo. No total, a Apple descobriu 17 tipos de violações de suas normas de responsabilidade social, como documentos falsificados, taxas de contratação excessivas ou incidências no tratamento de resíduos perigosos.

“Copyright Efe – Todos os direitos de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe.”

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Trabalhadores escravos no Rio Grande do Sul

Arquivado em: Variados — admin @ 5:47 pm

[Acho que esta notícia do jornal Zero Hora não tem relação com software livre. Ou será que tem?]

Operação resgata trabalhadores escravos no centro do Estado

Jornal Zero Hora 17/11/2007 21h14min

Nome da empresa está sendo preservado para fins de negociação dos pagamentos

Fonte:
http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a1681325.xml

Vinte e nove trabalhadores, quatro mulheres e três crianças foram encontradas em Umbú e Areal, a 70 km da cidade de Cacequi.

Os trabalhadores, do Mato Grosso e de Alegrete, estavam há 11 meses na região. Estrangeiros em situação irregular também estão no grupo. Eles produziam madeira para sustentação de trilhos, conhecida como “dormente”.

O grupo tomava banho e consumia água de uma sanga contaminada, onde agricultores costumam lavar equipamentos agrícolas, segundo o delegado do Ministério do Trabalho, Heron de Oliveira.

— Quando faltava a comida habitual, feijão com arroz, se alimentavam de ração para cavalos — afirma o delegado.

A descoberta ocorreu quando um deles fugiu, na terça-feira passada, e caminhou até Cacequi para fazer a denúncia na polícia da cidade. Auditores do Ministério interrogaram os empregadores na noite deste sábado.

Os trabalhadores estão hospedados em um hotel, em Cacequi. Toda vez que é flagrada uma situação de trabalho escravo, os trabalhadores ficam sob o amparo do Ministério do Trabalho.

De acordo com o chefe da Delegacia Regional do Trabalho em Santa Maria, José Locatelli, o nome da empresa e dos empregadores estão sendo preservados para fins de negociação dos pagamentos que os trabalhadores tem direito.

Segundo Locatelli, a intenção primordial é de fazer com que os escravizados recebam os valores e sejam encaminhados para as localidades de origem.

— Os empregadores admitiram as irregularidades. Não queremos prender ninguém. A empresa poderá continuar funcionando, desde que cumpra a lei — afirma.

Uma nova visita da Delegacia Regional do Trabalho será feita na tarde de hoje, em busca de possíveis trabalhadores escravos que ainda não foram encaminhados para o hotel. O encaminhamento de seguro desemprego será feito na segunda-feira, quando equipes do Ministério do Trabalho se deslocarão de Porto Alegre para agilizar a documentação.

A operação foi realizada pelo Ministério Público do Trabalho, Delegacia Regional do Trabalho, Brigada Militar e Polícia Federal.

04/01/2012

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Vídeo Richard Stallman Guantanamero

Arquivado em: Software Livre, Variados — admin @ 11:52 am

Vídeo Richard Stallman Guantanamero

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=SP-gN1zoI28

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Informações diponibilizadas na Wikipédia sobre Richard Stallman.

Guantanamero

Fonte: http://stallman.org/guantanamero.html

To the tune of Guantanamera. I wrote this in 2006 after I realized that “guantanamera” means “of Guantanamo (female)”. “Guantanamero” means “of Guantanamo (male)”. The words are in Spanish, but I have included an English translation. I thank Francisco Villa for his help.

There is also a recording of this song, made together with amateur Cuban musicians. The recording is in Ogg Vorbis format. To install an Ogg Vorbis player, see the Free Software Foundation’s Ogg Players page.

Me odiaba mi primo
Por celos a mi carrera.
Lo arrestaron y dijo
Que terrorista yo era.

Guantanamero, soy preso guantanamero.
Guantanamero, soy preso guantanamero.

Ha decidido el imperio
Tenerme por siempre preso
Y la cuestión es hacerlo
Con o sin falso proceso.

Guantanamero, etc.

Cuando me hieren el cuerpo,
Dicen que no me torturan.
Causan heridas profundas
De esas que nunca se curan.

Guantanamero, etc.

No me permiten que duerma:
Mi fin no es un misterio.
Voy a salir cuando muera
O caiga el gran imperio.

Guantanamero, etc.

Translation:
My cousin hated me;
He was jealous of my career.
They arrested him and he said
I was a terrorist.

Guantanaman, I’m a Guantanaman prisoner.
Guantanaman, I’m a Guantanaman prisoner.

The empire has decided
To keep me in prison forever.
The question is whether to do it
With or without a fake trial.

Guantanaman, I’m a Guantanaman prisoner.
Guantanaman, I’m a Guantanaman prisoner.

When they injure my body
They say they are not torturing me.
They cause me grave wounds
Such as never heal.

Guantanaman, I’m a Guantanaman prisoner.
Guantanaman, I’m a Guantanaman prisoner.

They don’t let me sleep:
My end is no mystery.
I will get out when I die
Or the great empire falls.

Guantanaman, I’m a Guantanaman prisoner.
Guantanaman, I’m a Guantanaman prisoner.

22/12/2011

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Meios de comunicação cerceiam a liberdade de expressão

Arquivado em: Variados — admin @ 7:00 pm

Levante sua Voz

Fonte: http://vimeo.com/7459748

Vídeo “Levante sua voz”

Vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung remonta o curta ILHA DAS FLORES de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.

Roteiro, direção e edição: Pedro Ekman
Produção executiva e produção de elenco: Daniele Ricieri
Direção de Fotografia e câmera: Thomas Miguez
Direção de Arte: Anna Luiza Marques
Produção de Locação: Diogo Moyses
Produção de Arte: Bia Barbosa
Pesquisa de imagens: Miriam Duenhas
Pesquisa de vídeos: Natália Rodrigues
Animações: Pedro Ekman
Voz: José Rubens Chachá

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