GNU Blog Software Livre na EducaçãoMicro Livre

22/12/2011

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Meios de comunicação cerceiam a liberdade de expressão

Arquivado em: Variados — admin @ 7:00 pm

Levante sua Voz

Fonte: http://vimeo.com/7459748

Vídeo “Levante sua voz”

Vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung remonta o curta ILHA DAS FLORES de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.

Roteiro, direção e edição: Pedro Ekman
Produção executiva e produção de elenco: Daniele Ricieri
Direção de Fotografia e câmera: Thomas Miguez
Direção de Arte: Anna Luiza Marques
Produção de Locação: Diogo Moyses
Produção de Arte: Bia Barbosa
Pesquisa de imagens: Miriam Duenhas
Pesquisa de vídeos: Natália Rodrigues
Animações: Pedro Ekman
Voz: José Rubens Chachá

27/10/2011

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Matemáticos revelam rede capitalista que domina o mundo

Arquivado em: Variados — admin @ 5:49 pm
26/10/2011

Fonte: IHU Unisinos http://t.co/P4Iyt6XS

Matemáticos revelam rede capitalista que domina o mundo

Este gráfico mostra as interconexões entre o grupo de 1.318 empresas transnacionais que formam o núcleo da economia mundial. O tamanho de cada ponto representa o tamanho da receita de cada uma.

A reportagem é da revista New Scientist, 22-10-2011 e reproduzida pelo sítio Inovação Tecnológica.

Além das ideologias
Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos.

Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas – sobretudo bancos – tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global.

A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça.

Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global.

“A realidade é complexa demais, nós temos que ir além dos dogmas, sejam eles das teorias da conspiração ou do livre mercado,” afirmou James Glattfelder, um dos autores do trabalho. “Nossa análise é baseada na realidade.”

Rede de controle econômico mundial

A análise usa a mesma matemática empregada há décadas para criar modelos dos sistemas naturais e para a construção de simuladores dos mais diversos tipos. Agora ela foi usada para estudar dados corporativos disponíveis mundialmente.

O resultado é um mapa que traça a rede de controle entre as grandes empresas transnacionais em nível global.

Estudos anteriores já haviam identificado que algumas poucas empresas controlam grandes porções da economia, mas esses estudos incluíam um número limitado de empresas e não levavam em conta os controles indiretos de propriedade, não podendo, portanto, ser usados para dizer como a rede de controle econômico poderia afetar a economia mundial – tornando-a mais ou menos instável, por exemplo.

O novo estudo pode falar sobre isso com a autoridade de quem analisou uma base de dados com 37 milhões de empresas e investidores.

A análise identificou 43.060 grandes empresas transnacionais e traçou as conexões de controle acionário entre elas, construindo um modelo de poder econômico em escala mundial.

Poder econômico mundial

Refinando ainda mais os dados, o modelo final revelou um núcleo central de 1.318 grandes empresas com laços com duas ou mais outras empresas – na média, cada uma delas tem 20 conexões com outras empresas.

Mais do que isso, embora este núcleo central de poder econômico concentre apenas 20% das receitas globais de venda, as 1.318 empresas em conjunto detêm a maioria das ações das principais empresas do mundo – as chamadas blue chips nos mercados de ações.

Em outras palavras, elas detêm um controle sobre a economia real que atinge 60% de todas as vendas realizadas no mundo todo.

E isso não é tudo.

Super-entidade econômica

Quando os cientistas desfizeram o emaranhado dessa rede de propriedades cruzadas, eles identificaram uma “super-entidade” de 147 empresas intimamente inter-relacionadas que controla 40% da riqueza total daquele primeiro núcleo central de 1.318 empresas.

“Na verdade, menos de 1% das companhias controla 40% da rede inteira,” diz Glattfelder.

E a maioria delas são bancos.

Os pesquisadores afirmam em seu estudo que a concentração de poder em si não é boa e nem ruim, mas essa interconexão pode ser.

Como o mundo viu durante a crise de 2008, essas redes são muito instáveis: basta que um dos nós tenha um problema sério para que o problema se propague automaticamente por toda a rede, levando consigo a economia mundial como um todo.

Eles ponderam, contudo, que essa super-entidade pode não ser o resultado de uma conspiração – 147 empresas seria um número grande demais para sustentar um conluio qualquer.

A questão real, colocam eles, é saber se esse núcleo global de poder econômico pode exercer um poder político centralizado intencionalmente.

Eles suspeitam que as empresas podem até competir entre si no mercado, mas agem em conjunto no interesse comum – e um dos maiores interesses seria resistir a mudanças na própria rede.

As 50 primeiras das 147 empresas transnacionais super conectadas

Barclays plc
Capital Group Companies Inc
FMR Corporation
AXA
State Street Corporation
JP Morgan Chase & Co
Legal & General Group plc
Vanguard Group Inc
UBS AG
Merrill Lynch & Co Inc
Wellington Management Co LLP
Deutsche Bank AG
Franklin Resources Inc
Credit Suisse Group
Walton Enterprises LLC
Bank of New York Mellon Corp
Natixis
Goldman Sachs Group Inc
T Rowe Price Group Inc
Legg Mason Inc
Morgan Stanley
Mitsubishi UFJ Financial Group Inc
Northern Trust Corporation
Société Générale
Bank of America Corporation
Lloyds TSB Group plc
Invesco plc
Allianz SE 29. TIAA
Old Mutual Public Limited Company
Aviva plc
Schroders plc
Dodge & Cox
Lehman Brothers Holdings Inc*
Sun Life Financial Inc
Standard Life plc
CNCE
Nomura Holdings Inc
The Depository Trust Company
Massachusetts Mutual Life Insurance
ING Groep NV
Brandes Investment Partners LP
Unicredito Italiano SPA
Deposit Insurance Corporation of Japan
Vereniging Aegon
BNP Paribas
Affiliated Managers Group Inc
Resona Holdings Inc
Capital Group International Inc
China Petrochemical Group Company

Bibliografia:

The network of global corporate control
Stefania Vitali, James B. Glattfelder, Stefano Battiston
arXiv
19 Sep 2011
http://arxiv.org/abs/1107.5728

01/10/2010

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Teste com o rastreamento automático (trackback) 2

Arquivado em: Variados — admin @ 10:45 am

O rastreamento automático (trackback) é uma mecanismo que permite que o autor de um blog tome conhecimento quando um outro blogueiro o cita.

Assim, faremos alguns testes para verificar se esse mecanismo está em funcionamento:

Olá Felipe! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

——————-

Olá Patrícia! Estou citando o artigo no teu blog para que possamos verificar se está tudo bem com o rastreamento automático (trackback).

————-

Saudações livres!

19/06/2010

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“Amostra grátis” da Microsoft na UFRGS

Arquivado em: Informática, Variados — admin @ 12:53 am

CONVÊNIO MICROSOFT – A Biblioteca do Instituto de Informática da UFRGS já disponibiliza para empréstimo aos alunos, professores e técnico-administrativos os produtos Microsoft. Entre os softwares disponíveis estão:  Windows XP Professional, Windows Vista 32 e 64 bits, Visual Studio 2002, 03 e 05. Os CD’s e DVD’s podem ser emprestados por até três dias e a chave de instalação dá acesso a até três computadores.

Fonte: http://www.inf.ufrgs.br/biblio/numeros%20informais/2007/Informais12.pdf

"Amostra grátis" da Microsoft na UFRGS

"Amostra grátis" da Microsoft na UFRGS

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O anúncio acima fez lembrar do email que recebi com duas reportagens, uma da Folha de São Paulo e outra do Estadão, sobre o patrocínio dos laboratórios farmacêuticos nos congressos de medicina:

Quase metade dos médicos receita o que a indústria farmacêutica indica
http://www.crmpr.org.br/lista_ver_noticia.php?id=3630
Para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3105201001.htm
http://www.cremesp.org.br/pdfs/pesquisa.pdf

Laboratórios dizem que conduta é rigorosa
http://www.agenciaaids.com.br/site/noticia.asp?id=14871
Para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3105201002.htm

Sedução da indústria começa com estudantes de medicina
http://www.agenciaaids.com.br/site/noticia.asp?id=14872
Para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3105201003.htm

Médicos debatem relação com indústria farmacêutica
Nos EUA, 94% do médicos estão ligados a laboratórios
Resorts e viagens de 1ª classe são vetados
http://www.cremesp.org.br/?siteAcao=SaladeImprensa&acao=crm_midia&id=473
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081026/vidae.htm

12/01/2010

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Lançamento do Blog Software Livre na Educação

Arquivado em: Variados — Tags: — admin @ 10:23 am

logo-livre-edu
Colega professor

Tenha o seu próprio blog. Utilize essa ferramenta de comunicação e ofereça o serviço a seus alunos.

O Blog Software Livre na Educação está no ar! Com o apoio da SEAD/UFRGS, que aprovou o projeto e concedeu um bolsista, o blog conta atualmente com mais de 130 páginas de material pedagógico selecionado e etiquetado (tags), composto de textos, imagens, áudio e vídeo, nas áreas de Informática na Educação, Software Livre na Educação, Ferramentas Digitais de Aprendizagem Livres, Redes Sociais de Aprendizagem Livres e mais.

Alunos e visitantes podem interagir através do espaço específico para comentários em cada uma das páginas. É possível consultar o mapa do blog e realizar buscas com ferramenta interna. Também é oferecida a possibilidade de que os alunos criem o seu próprio blog, individualmente ou em grupos. O mecanismo RSS compõe o quadro de funcionalidades, notificando automaticamente o usuário sobre atualizações do blog e de páginas específicas. Estão disponíveis a criação de fóruns de discussão, fotologs, leitor e agregador de RSS e favoritos sociais. Um editor wiki de textos coletivos, com o mesmo software da Wikipédia, abre mais possibilidades para a cooperação. Uma plataforma para aprendizagem e relacionamento social, do tipo Orkut, Facebook, etc, também está disponível.

Colega professor, você pode utilizar para si e para seus alunos os serviços do blog Software Livre na Educação. Desfrute. Evite problemas com hospedagens supostamente “gratuitas”: existe a possibilidade de cancelamento imotivado dos serviços e também a possibilidade de exibição de anúncios publicitários no seu blog.

Lançamento do Blog Software Livre na Educação quinta-feira, dia 14/01/2010, às 16h30, na sala 816 da FACED/UFRGS.

17/11/2009

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Erros do Google

Arquivado em: Variados — admin @ 12:18 pm

Publicado na Revista INFO. Abril/2009
Fonte: http://issuu.com/baixebr/docs/revista_info-_abril_2009-www.baixebr.org

2009


12 de março Bug no serviço de planilhas afeta uma parcela dos usuários do Google Docs


10 de março Erro impede o acesso a uma parte das contas do Gmail


7 de março Falha expõe documentos do Google Docs


6 de março Usuários não conseguem acessar o Google Sites


4 de março e 26 de fevereiro Duas falhas diferentes impedem acesso de parte dos usuários ao Google Calendar


24 de fevereiro Pane tira do ar o Gmail no mundo todo por duas horas e meia


20 de fevereiro Parte dos internautas fica sem Gmail


31 de janeiro Erro leva Google a identificar resultados de buscas como prejudiciais aos computadores


29 de janeiro Falha no Chrome permite que criminosos redirecionem links para sites maliciosos


2008
9 de dezembro Falha no Google Maps impede o carregamento de mashups


10 de novembro Bug no Android fazia o celular executar comandos enviados por SMS


27 de outubro Vulnerabilidade no Android facilita ataques a partir de sites com código malicioso


15 de outubro Falha tira Gmail do ar para parte dos usuários


10 de outubro Bug permite a terceiros criar sites falsos usando o domínio do Google e do Gmail


2 de setembro No dia do lançamento, são descobertas duas falhas de segurança no Google Chrome


11 de agosto Erro no gerenciamento de contatos tira Gmail do ar por uma hora em boa parte do mundo


1 de agosto Blogger classifica usuários erradamente como spammers e deleta contas


21 de julho Falha altera perfis de usuários no orkut e obriga Google a tirar rede social do ar por oito horas


10 de abril Falha faz buscador do Google classificar usuários como bots


2007
21 de dezembro Vulnerabilidade no orkut premite que verme infecte 650 mil usuários


18 de dezembro Bug na Google Toolbar pode levar ao download de conteúdo malicioso


26 de setembro Falhas de segurança afetam quatro serviços: Google Groups, Picasa e Analytics


26 de abril Migração de usuários para o iGoogle apaga dados de páginas personalizadas


21 de fevereiro Bug no Google Desktop permite acesso remoto ao PC


26 de janeiro Falha leva Google Toolbar a capturar dados de usuários e enviá-los para o Google


16 de janeiro Bug dava o acesso ao Gmail, ao histórico de buscas do Google e aos documentos do Docs


2 de janeiro Descoberta vulnerabilidade que permite acesso aos contatos do Gmail


2006
28 de dezembro Contas de alguns usuários no Gmail têm o conteúdo apagado


9 de novembro Falha em grupo de discussão do Google Vídeo permite envio de vírus a 50 mil usuários


19 de setembro Serviço Google Public Service Search (hoje Custom Search Engine) tem problema de segurança


20 de junho Instabilidade afeta usuários do Gmail e do Orkut


19 de junho Cavalo de troia que rouba senhas de banco invade serviço de hospedagem Google Pages


2005
22 de dezembro Bug deixa crackers criarem páginas falsas no domínio do Google para roubar dados de usuários


2 de dezembro Google Desktop combinado com o Internet Explorer pode ser usado para invadir PCs


13 de janeiro Falha permitia a leitura indevida de mensagens no Gmail


2004
21 de dezembro e 21 de outubro Dois bugs no Google Desktop davam acesso indevido às buscas


23 de setembro Falha no Google Toolbar facilitava a execução local de scripts no computador do usuário


26 de julho Verme MyDoom.O tira buscador do Google do ar


20 de maio Erro de programação diz que usuários têm 1 terabyte de espaço no Gmail


2003
11 de outubro Problema no filtro antispam do buscador do Google bloqueia resultados das pesquisas


2002
8 de agosto Nove falhas de segurança são encontradas na Google Toolbar

27/10/2009

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Dá pra confiar no Google?

Arquivado em: Variados — admin @ 11:44 am

Fonte: Revista INFO. Abril/2009

Confira a cronologia de alguns erros e bugs do Google em http://www6.ufrgs.br/soft-livre-edu/erros-do-google/

O dia 20 de fevereiro de 2009 ficará para sempre na memória do técnico em informática curitibano Felippe Agner, de 25 anos. Quando tentou acessar o Gmail, ele se deparou com um aviso: “Lamentamos, mas sua conta foi desativada”. Em uma fração de segundo, quatro anos de mensagens acumuladas foram para o espaço. Agner também perdeu o acesso a todos os outros serviços da empresa, como o Google Docs e o Orkut.

Ele Recorreu a Web, encontrou outra usuária que tinha passado pelo mesmo problema e recuperado a conta depois de preencher, várias vezes um formulário do Google. Agner repetiu o procedimento, não adiantou nada ” A gente vira um indigente virtual afirma.” Revisei todos os termos e uso do Google, e não há nada ali que eu tenha violado. “No dia 12 de Março , o acesso voltou . Até Hoje, Agner não sabe o que houve.

Antes raros, os incidentes envolvendo serviços do Google se tornaram mais frequentes desde janeiro. Só neste ano, já houve pelos menos dez episódios – entre falhas críticas e vulnerabilidades detectadas – que afetaram o buscador , o Gmail , o Google Docs, o Google Calendar, o navegador Chrome e o Google Sites. Em apenas 3 meses o número quase igualou o total de erros do ano passado , segundo levantamento feito pela INFO com base em Bugs noticiados pela imprensa especializada ou informado pelo próprio Google . Nada disso, no entanto, é motivo para ligar o micro e tirar todos os seus dados do Google e desistir da computação em nuvem. Está ai uma prova de que em tecnologia nada é infalivel ou escapa da rotina de fazer backup. O próprio Google já vem oferecendo ferramentas para automatizar o trabalho.

Quem usa o Google Gears, por exemplo, consegue acessar a sua caixa de entrada mesmo em situações críticas, como na pane que tirou o Gmail do ar por duas horas e meia no dia 24 de fevereiro. Até mesmo o Picasa ganhou um recurso para fazer o backup das fotos que estão na rede.

Ops! Sua conta foi desativada

Não há estatísticas oficiais, mas dados do Google mostram que a maior parte das panes afetou apenas uma pequena parcela de usuários. Ao lado dos bugs que viram noticia, há também problemas não documentados e que ocorrem de modo localizado, como as exclusões de perfis no Orkut ou desativações de contas do Google, o cado de Agner.

Em outubro, a atriz e ex-paquita Andréa Veiga, de 39 anos, tentou entrar no Orkut e recebeu um aviso: sua página havia sido excluída porque ela teria violado os termos de uso do serviço. “Não tinha nada de errado lá”, diz. Como só adicionava pessoas conhecidas, ela suspeita que tenha sido denunciada injustamente por uma fã vingativa.

Andréa não conseguiu reativar o perfil. “Fiquei indignada”, diz. A atriz fez um desabafo no seu blog (http://bloglog.globo.com/andreaveiga) e acabou voltando ao Orkut com outra conta por insistência dos amigos, mas impõs restrições ao acesso. Meses antes, ela havia denunciado um perfil fake. Mandou até cópias escaneadas de documentos para comprovar sua identidade. “Eles foram super-corretos. Em dois dias, tiraram a página do ar”.

Em muitos casos, quem perde os dados armazenados no Google e consegue recuperá-los volta a usar os serviços sem traumas. Em setembro, o analista de sistemas Marcio Augusto de Oliveira, de 30 anos, foi informado que sua conta do Google usada para acessar o Orkut havia sido desativada. Ele preencheu o formulário de reativação, e então veio o alívio: o problema foi resolvido no dia sequinte. “Aí, a confiança voltou”, afirma.

A analista de sistemas Elza Francisca dos Santos, de 22 anos, passou por uma história semelhante no início do ano. Assim como Oliveira, ela conseguiu recuperar o acesso depois de preencher o formulário. “Depois que isso aconteceu, tive mais segurança ainda com o Google. Não sei se com outro serviço de e-mail eu conseguiria recuperar tudo”, afirma.

Tempestade na nuvem
Por trás das falhas ocasionais, há sempre o temor de que as informações armazenadas pelos serviços do Google ou de outras empresas caiam em mãos erradas. Esse medo não é sentido apenas pelos adeptos das teorias da conspiração. Para Greg Conti – autor do livro Googling Security e professor da Academia Militar dos Estados Unidos-, mais cedo ou mais tarde haverá um grande vazamento na web. “Toda empresa que coleta e retém dados de usuários é uma bomba-relógio de privacidade”, diz.

Ao mesmo tempo em que a quantidade de informações pessoais fornecidas aos serviços hospedados na nuvem cresce a cada dia, as companhias criam novas funções e ferramentas para estimular os internautas a aumentar ainda mais esse volume. “Os dados dão enorme poder a quem os possui”, afirma. Conti concorda, por outro lado, que empresas como o Google fazem um esforço enorme para proteger as informações dos usuários. Ele acredita que as recentes falhas no Gmail e no Google Docs ilustram o desafio de se cuidar de serviços inovadores e complexos. “É muito difícil, senão impossível, criar sistemas de segurança perfeitamente seguros”.

Na questão da privacidade, o maior bug do Google aconteceu no dia 7 de março. Parte dos usuários do Google Docs viu o acesso aos seus documentos liberado a pessoas não autorizadas, com as quais já tinham compartilhado algum tipo de arquivo. O episódio motivou o Eletronic Privacy Information Center (http://epic.org) a agir. A entidade pediu para a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos investigar se o Google está tomando os cuidados necessários com a segurança dos dados no Google Docs.

Preocupado com as consequências da crescente dependência dos internautas em relação ao Google, o designer gráfico romeno George Staicu, de 32 anos, criou o site One Day Without Google (www.onedaywithoutgoogle.org). “Talvez seus produtos sejam os melhores hoje, mas o fato de oferecermos todo o tipo de informação a apenas um provedor me apavora”, afirma.


A reportagem completa encontra-se na fonte indicada acima.


08/10/2009

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Squeakland da bienvenida a Seymour Papert

Arquivado em: Variados — admin @ 4:04 pm

Traducción de entrada de hoy en el foro en inglés:

Hola a todos!
Estoy muy contento de anunciar que Seymour Papert forma parte ahora de
la Fundación Squeakland:

http://squeakland.org/about/people/

La foto de Seymour es reciente. Él está bien, lee el New York Times
todas las mañanas, trabaja en proyectos desde su casa.
Naturalmente, estamos emocionados de tenerlo como parte del equipo.
Cuídense,
Tim [Falconer]

Este es el mensaje original:

Hi everyone,

I’m very happy to announce that Seymour Papert is now a part of the
Squeakland Foundation:

http://squeakland.org/about/people/

The photo is a recent one of Seymour. He’s doing well, reading the
New York Times each morning, working on projects from home.

We are of course thrilled to have him part of the team.

Take care,
Tim

10/09/2009

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Microsoft Word formato DOC

Arquivado em: Variados — admin @ 1:38 am

Algumas sugestões:

Em uma mensagem de email, não envie arquivos anexados em formato Microsoft Word DOC:

Esses arquivos podem conter vírus.

Você não sabe se o destinatário possui esse programa que tem valor de mercado elevadíssimo $$$.

Se o destinatário não possuir o programa, pode não conseguir visualizar a formatação original, prejudicando a imagem do documento (e talvez a imagem da pessoa que enviou o documento…).

O programa é de propriedade privada e necessita de licença para ser utilizado. Quem utiliza um cópia ilegal, chamada de “pirata”, está sujeito a uma pena, conforme a legislação brasileira.

Se o destinatário tiver o programa e clicar na opção Propriedades do menu Arquivo, são revelados vários detalhes:

Criado em:
Impresso em:
Nome do Autor:
Nome do Gerente:
Nome da Empresa:

Se for possível, prefira enviar mensagens de email sem arquivos anexados.

Se não for possível, prefira arquivos anexados em formatos como ODT, HTML, RTF, PDF, etc. Esses formatos podem ser visualizados com a formatação original pelos destinatários.

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Squeak – Entrevista con Kim Rose

Arquivado em: Variados — admin @ 1:34 am

Fonte: http://www.mime.indiana.edu/squeak (inglês)

La entrevistada es: Kimberly “Kim” Rose – Directora Ejecutiva – Instituto de Investigación Viewpoints

Fué entrevistada por: Thom Gillespie – Profesor Asociado de Clínica – Departamento de Telecomunicaciones – Universidad de Indiana

Traducido por: Carlos Rabassa – Voluntario Red de Apoyo al Plan Ceibal, Montevideo, Uruguay.
Favor informarnos sobre errores de traducción o sugerencias para mejorarla.

He aquí la entrevista:

Thom:

Hola Kim.

Thom Gillespie aquí de cafeTechnos.

¿Puedo preguntarte donde te he encontrado?

Kim:

Estoy sentada en una oficina en Glendale, California, en ViewPoints Research,  que es la organización que abarca a Squeak.org y a Squeakland.org.

Tenemos una pequeña oficina en otra empresa llamada Applied Minds, una organización de Investigación y Desarrollo que ofrece sus servicios bajo contrato, fundada por Bran Ferren,  quien era pocos años atrás presidente de Disney Imagineering, investigación y Desarrollo.

Thom:

Squeak,  ¿Es todavía parte de Disney?

Kim:

No.

Dejamos Disney en Junio último,  aprovechando un programa de separación voluntaria.

Por razones económicas,  Disney estaba considerando despedir a aproximadamente cuatro mil empleados.

Michael Eisner [Ejecutivo de Disney] envió una carta a todos los empleados tiempo completo de Disney diciendo “Tenemos una propuesta para usted.”

Nuestro grupo se reunió para decidir nuestros planes de futuro y considerar si la oferta de separación de Disney nos convenía.

Decidimos separarnos de Disney y fundar nuestra propia organización sin fines de lucro.

En Agosto último, Alan Kay y yo decidimos crear el Instituto de Investigación ViewPoints [Puntos de Vista] sin fines de lucro para hacer investigación y desarrollo con Squeak.

Thom:

Déjame que entienda bien.

Squeak,  ¿es una continuación de Smalltalk,  el lenguaje de programación desarrollado por Alan Kay en Xerox Parc en los años 70?

O [Squeak], ¿fué desarrollado en Disney?

Kim:

En realidad Squeak nació primero en Apple Computer.

Todos nosotros éramos parte del grupo de tecnología avanzada de Alan en Apple.

Alan estuvo allí 12 años.

Nuestro pequeño grupo trabajaba en un proyecto de investigación conocido como el Vivarium.

Trabajábamos con niños y con escuelas tratando de contestar una variedad de interrogantes.

Tal vez lo más básico era tratar de contestar ¿qué es una computadora? cuando la computadora es el medio en sí mismo y no una emulación de otros medios como libros, radio, televisión o un tocadiscos.

¿Qué puede esta cosa,  la computadora, ser por sí misma y como puede amplificar el proceso de aprender?

Mientras considerábamos estas interrogantes, comenzamos a mirar a Java y Basic y ambientes de programación existentes.  Decidimos que podíamos lograr algo mejor por nuestra cuenta.  Fué así que nació Squeak.

Llevábamos un año desarrollando Squeak en Apple cuando Disney tentó a Alan a unirse al grupo de investigadores de Bran Ferren, para pensar en medios de comunicación y Disney.

En esos momentos Apple estaba teniendo muchos cambios de líderes.  Por lo tanto nos reunimos para decidir qué deseábamos hacer con nuestros futuros.  Se dice que “la investigación sigue siendo la misma pero el origen de los fondos frecuentemente cambia”.  Por lo tanto no importaba si estábamos en Apple o en Disney mientras tuviésemos apoyo para nuestras investigaciones.

En esa época Apple permitió a Squeak abrir su código y ponerlo en Internet.  Apple tiene la licencia original de Squeak pero es una licencia de código abierto.

Cuando llegamos a Disney,  explicamos Squeak como un proyecto de código abierto que podría ser usado por Disney para crear contenido interesante y valioso.  Disney sería propietaria de el contenido con su marca desarrollado por Disney pero Squeak propiamente dicho continuaría siendo de código abierto y desarrollado por una comunidad de voluntarios.

Thom:

Diney,  ¿pudo crear contenido con Squeak?

Kim:

Sí, Disney creó contenido con Squeak.

Hicieron un juego para múltiples jugadores, llamado Pánico Oceánico,  que funciona en forma de quiosco en Disney World en Florida.

La intención era desarrollar Pánico Oceánico como un juego en-línea para jugadores múltiples pero los cambios de organización en la División En-línea de Disney,  detuvieron la idea.

Disney estaba teniendo problemas para determinar qué clase de servicio deberían proveer a través de internet a su base de aficionados.  En ese momento había mucha rotación de personal y no había acuerdo sobre la misión de Disney En-línea.

Disney continúa usando Squeak para operar a un personaje interactivo, creo que de Lilo y Stich.  Creo que es el personaje extra terrestre.  Los niños pueden interactuar con este personaje,  un agente inteligente.  Los niños piensan que realmente están interactuando con este personaje que está totalmente basado en Squeak.  Disney todavía tiene algunas personas trabajando en Squeak.

Disney ha hecho unos cuantos proyectos de prueba,  basados en Squeak, que fueron entregados a visitantes de los parques en dispositivos para llevar en la mano para buscar lugares donde comer, ver cuanto hay que esperar para [entrar a] una atracción, juegos que pueden jugar [los visitantes] relacionados a la zona que están visitando,  pequeñas cosas como esas.  Pueden aprender sobre los árboles y el paisaje.

Squeak resulta ser una muy buena y rápida herramienta para construir prototipos,  lo que permitía a Disney convertir en una noche las ideas recogidas de los clientes en nuevas aplicaciones.  Ninguna otra solución como Flash o Director era ni suficientemente pequeña ni suficientemente rápida para ofrecer esta clase de resultados tan rápidos en pequeños dispositivos para llevar en la mano.

Thom:

Entonces,  ¿Disney usaba Squeak tanto para prototipos rápidos como para trabajos terminados?

Kim:

Exactamente.

Thom:

Mencionaste que en un momento consideraron un juego en línea para jugadores múltiples representados por personajes?

Squeak, ¿Es tan potente?

Kim:

Es cierto.

Disney deseaba hacer Pánico Oceánico, un juego de submarinos, para cuatro jugadores en-línea.  Lo veíamos como un juego que permitiera a cada jugador crear su propio submarino,  en un ambiente compartido,  donde los submarinos básicamente jugaban en forma cooperativa unos con otros,  tal vez disparándose tortitas de molde, unos a otros.

Lo interesante de este diseño y de Squeak es que funcionaría de usuario a usuario sin servidores.  Esto era hace tres años.

Desafortunadamente,  las organizaciones grandes como DIsney,  siempre dicen que desean algo diferente,  como valor agregado para sus clientes pero,  si de pronto ven algo nuevo y luce demasiado diferente,  luce un poco arriesgado,  la idea se pierde mientras Disney atiende a su trabajo diario de apagar incendios y encarar el trabajo existente.

Las ideas de avanzada usualmente pierden ante la realidad de cada día.

Thom:

Muy bien,  déjame hacerte otra pregunta.  No estas ni en Apple ni en Disney, por lo tanto,  ¿cual es tu modelo de negocios para continuar trabajando?  ¿Es siempre dinero “suave”, sin condiciones,  destinado a investigación? ¿Cómo continúan operando?

Kim:

Estamos estudiando un par de modelos para mantener nuestra operación.  Uno sigue los lineamientos de RedHat con Linux, con ViewPoints dando apoyo para Squeak como programa de código abierto, a empresas comerciales que deseen usar Squeak para desarrollar sus proyectos.

Nosotros les ayudamos a ellos con los programas y ellos nos proveen fondos de operación para continuar nuestras investigaciones para continuar desarrollando los programas.

También estamos considerando colaborar con universidades donde podamos participar a través de concesiones para el desarrollo de la educación de NSF [Fundación Nacional para la Ciencia].  Recuerda que solamente hemos tenido un año fiscal y hemos tenido que recorrer una curva de aprendizaje para determinar como mantenernos con vida y crecer.  Hemos conversado con muchas organizaciones que ofrecen concesiones y con muchas empresas comerciales y hemos aprendido mucho en el proceso.

Thom:

Muy bien,  Uds. siguen el sistema de código abierto, entonces, ¿Cómo es de grande su comunidad de desarrolladores [de ideas y programas]?

Kim:

Yo diría que varios cientos de personas alrededor del mundo pero,  es realmente difícil saber exactamente.

Yo trabajo específicamente en educación primaria,  en sistemas eToys,  por lo tanto mucha gente nos pregunta cuantos maestros están trabajando con Squeak?

En realidad no conozco la respuesta a esa pregunta.

Conozco al grupo base de desarrolladores que constituyen lo que llamo la comunidad SqueakLand.  Tenemos el sitio Squeak.org enfocado a la porción más técnica de la comunidad y el sitio SqueakLand.org que está allí para padres, estudiantes y educadores.

Yo estoy más en contacto con la comunidad SqueakLand.  Aún así cada día recibo sorpresas,  como cuando recibí una carta de un maestro en Nueva Zelandia que ha estado usando Squeak con sus alumnos desde hace 5 o 6 meses.

Thom:

Lo que me viene a la mente es que tengo ambos libros de Squeak, publicados por Prentice Hall y ninguno de los dos sería apropiado para maestros que traten de usar Squeak con niños alumnos de enseñanza primaria.

Kim:

Correcto.

He estado trabajando con B. J. Kahn tratando de abordar un proyecto de libro para maestros.

Tenemos un borrador de la primera mitad de tal libro.  B.J. acaba de regresar al aula y estamos comprometidas a publicar este libro para maestros como un primer paso,  mostrando una docena de proyectos que los maestros podrían hacer con sus alumnos de cuarto, quinto y sexto grado.

Esto sería solamente para ayudarlos a comenzar,  con algunas ideas de lo que se puede hacer con Squeak.  Tengo que retroceder en el tiempo a cuando Apple introdujo HyperCard [producto de Apple,  introducido en 1987, fué descrito como Juego de Construcción para Programas].

HyperCard era algo tan fuera de lo común que nadie sabía qué era o que posibilidades tenía.  Por eso,  Apple creo las “Pilas de Ideas”,  una docena de ejemplos de lo que HyperCard podría ser y hacer, ejemplos que los usuarios podrían adaptar a sus propias necesidades.

Deseamos que este libro de proyectos sea un comienzo similar.  Deseamos que sea un llamado a maestros a compartir sus proyectos desarrollados en Squeak con otros maestros.  Tendremos necesidad de toda clase de contenido en diferentes areas y para todos los niveles escolares.

Thom:

Si digo en el artículo en el sentido de que los lectores pueden contactarte por [para conocer] la mitad del libro,  que dices?

Kim:

No todavía.

Thom:

Vamos,  Kim.

Kim:

Tenemos una lista ya recortada de probadores alfa [voluntarios que a cambio de estar en la vanguardia,  ofrecen su tiempo y conocimientos para buscar errores y sugerir mejoras a programas en las etapas finales de su desarrollo] y … bueno, puedes decirlo si quieres.  Estoy segura que no habrá cientos de respuestas.

Bueno,  sería un buen indicador del mercado.  A los que realmente les interese,  les sugeriría se suscriban a la lista de correos Squeakland y que hablen y compartan diciendo cómo usan Squeak.  Dígannos que es lo que funciona y que es lo que no funciona.

Me gustaría muchísimo aumentar el número de personas que trabajan en ViewPoints para mejorar aún más el sistema eToys,  pero no tenemos los fondos necesarios.  Esperamos que esto pueda hacerse en el futuro.  En estos momentos estoy trabajando para solidificar este primer grupo de desarrolladores de programas en eToys,  que nos conozcamos,  que sepamos en qué está trabajando cada uno,  con quién estamos trabajando y cuales serán nuestras necesidades para crecer,  esperamos tener un buen conjunto de proyectos para compartir.

Thom:

Kim,  tú sabes que las “Pilas de Ideas” fueron importantes para HyperCard pero,  lo que realmente puso a HyperCard en el mapa fué aquel primer libro de Danny Goodman sobre HyperCard.  Danny Goodman era un periodista y sabía como escribir para el común de las gentes.

Los libros sobre Squeak de Prentice Hall están escritos por científicos en computación y están escritos como para que el libro que los siga sea sobre diseño de compiladores [programas para dar el paso final de un programa antes de publicarlo].

Pienso que Squeak realmente necesita el enfoque de Danny Goodman para un libro general sobre Squeak.

Kim:

Estoy de acuerdo.  Alan [Kay] y yo en realidad conversamos sobre buscar a Danny Goodman para ver si tendría tiempo para escribir un libro sobre Squeak.  Hay otro par de libros por ahí pero son también libros de ciencia de la computación.

Tanto B.J. como you nos damos cuenta de que nuestra audiencia son estudiantes, maestros y padres.  Necesitamos proyectos Squeak relacionados a matemática y ciencia,  como ser [que digan],  estos son los los conceptos matemáticos que sus niños estarán usando en este proyecto Squeak.

Algunos maestros mirarán un proyecto de autos de carrera en Squeak y pensarán que simplemente están haciendo un juego.  ¿Cómo podría eso ser matemática?  Esperamos que los proyectos les muestren a ellos las grandes ideas que los niños están manejando.

¿Cómo se integra este proyecto Squeak en el programa de estudios existente?

Los proyectos Squeak no son para hacerse como proyectos en sí mismos o solamente en la computadora.

Se supone que siempre todos los proyectos se hacen en forma conjunta con y además de otras actividades fuera de la computadora.

Squeak es simplemente otra manera de ver un concepto.  Algunos niños adquirirán la idea en la computadora y algunos la adquirirán fuera de la computadora.

Thom:

Déjame volver hacia atrás un poco.

Squeak,  ¿es simplemente la próxima etapa mejorada de Logo?

Kim:

No.

Pero,  realmente debemos agradecer a Seymour Papert.  Seymour fué el primer inspirador de Alan [Kay] para llevarlo a pensar en sistemas de computación para niños.  Seymour le dió a Alan la primer idea de para qué las computadoras son buenas,  que es lo que los niños podrían aprender a través de Logo.

Las bases de Squeak pueden encontrarse en Logo.  Quiero decir que tenemos este objeto,  llámalo tortuga y le estás dando instrucciones y hace cosas.

No llamaría a Squeak una continuación de Logo.

Tal vez Squeak es Logo++.

Las bases para pedagogía y la epistemología detrás de ella,  tienen que reconocer y dar crédito a Logo y pensar profundamente en Seymour que siempre habló de ideas poderosas para niños.

Alan y yo y los maestros continuamos en este camino porque creemos profundamente en él.

Thom:

Yo enseñé Logo hace veinte años en Alaska.

Hubo un momento cuando Logo estaba de moda pero luego perdió su colorido y desapareció bastante cuando apareció HyperCard.
¿Como evitan Uds. la marginalización de Squeak?

Kim:

Pienso que uno de los motivos por los que esto sucedió es que mucha gente pensó sobre Logo,  y tal vez piensen lo mismo sobre Squeak,  “esto es realmente difícil”.

Y es verdad.

Pero también es verdad que es divertido.

Y los niños dicen que es difícil.

Y los niños dicen que es divertido.

He aquí un ejemplo,  una diversión fácil es mirar gente que juega al baseball.

Una diversión difícil es jugar al baseball.

Un entretenimiento fácil es ver a alguien que toca el violín y escuchar un concierto.

Una diversión difícil es tocar el violín.

Así es como vemos a Logo y a Squeak,  como actividades constructivas.  Es más difícil.  Tienes que usar tu cabeza.  No es simplemente juntar cosas hechas por otros.

Francamente te digo,  cantidad de personas dejan de usar Squeak porque es difícil y lleva tiempo aprender a usar Squeak bien.  No aprendes a tocar un instrumento musical en un par de días,  toma tiempo.  Es un ambiente de aprendizaje más profundo.

Es un poco contrario a mucho de lo que nuestra cultura y nuestra sociedad están haciendo y aprendiendo y esperando estos días.

Hay comidas rápidas, todo rápido.  Lograr tus objetivos rápidamente.  No es trabajar largas horas y lograr una comprensión profunda.  Es apurarnos y llegar al final de ese capítulo porque alguien espera que nosotros lleguemos al final,  en cierta etapa de nuestro aprendizaje,  en un cierto momento.

Squeak se desplaza en dirección contraria a muchas corrientes de nuestra cultura.  Esto es lo que estamos haciendo.

No vamos a decir “Olvidémoslo si la mayoría del mundo piensa que es demasiado difícil”.

Thom:

Muy bien pero,

¿Piensas que las escuelas,  tal cual están estructuradas hoy,  están realmente preparadas para “diversiones difíciles”?

Kim:

No.  No creo que lo esten pero dentro de esas escuelas hay maestros individuales que están preparados para diversiones difíciles.  Ven el valor que hay en las diversiones difíciles.  Ellos son la esperanza,  siendo románticos como yo,  son los pioneros y tal vez podamos lograr hacer una diferencia.

También,  como Squeak se distribuye a través de Internet,  las escuelas no son necesariamente nuestro objetivo primario.

La enseñanza en casa es un área que está creciendo tremendamente.  Los niños están aprendiendo por su cuenta en casa,  a través de bibliotecas y clubes con computadoras.

Pienso que hay individuos y otros ambientes que están preparados para diversiones difíciles y Squeak.

Pienso que la infraestructura general de una escuela tradicional no está preparada para diversiones difíciles.

Algo que frecuentemente ocurre es una escuela donde el maestro desea usar Squeak pero la escuela tiene un reglamento que no permite bajar ni instalar programas de los llamados plug-ins en sus computadoras.  No se puede usar Squeak sin plug-ins.

Las pobres escuelas están agobiadas con el peso de tener políticas y reglamentos aceptables para el uso de las computadoras y mantener el buen funcionamiento de las redes locales de las escuelas.

Tal vez esto sea subversivo pero estamos tratando de entrar ahí [a las escuelas] y tener algún éxito para mostrar a la gente como se puede aprender en gran forma enfocándose en una idea poderosa durante varias semanas y no simplemente decir “bueno,  hoy vamos a aprender todo sobre aceleración en la próxima media hora”.

Las grandes ideas toman tiempo y si realmente quieres que los niños las entiendan y no simplemente memorizen algo y lo repitan como loros,  entonces la solución es aprender a través de diversiones difíciles.

Thom:

Si te pregunto

¿Cuál ha sido tu mayor éxito con Squeak hasta ahora,  que dirías?

Kim:

Con la orientación de Alan,  B. J. y yo hemos estado creando un programa de estudios para ampliar el aprendizaje de matemáticas y ciencia.

Acabamos de ver a sesenta alumnos de cuarto y quinto grado,  comprender algunos conceptos muy difíciles de matemática y ciencia.

Nos parece que lo lograron gracias a algunas de las actividades de Squeak.

No fué exclusivamente gracias a Squeak porque también incluímos algunas actividades fuera de la computadora porque hay ciertas cosas que solamente pueden aprenderse en el mundo real [por ejemplo]  dejando caer objetos desde el techo.  En este caso la maestra informó que no habría logrado que los niños llegasen a ese nivel de entendimiento,  sin crear simulaciones en Squeak junto con actividades fuera de la computadora tales como grabación de videos digitales como instrumento de medida.

Pudimos traer este video digital a Squeak y reducir la velocidad de reproducción del video examinando lo que estaba sucediendo. ¿Cuánto puedes observar en un segundo?  No mucho,  a menos que puedas reducir la velocidad y observar,  lo que no tuviste tiempo de observar en el mundo real.

Thom:

¿Hay un informe sobre este proyecto?

Kim:

Todavía no.  Estará incluído en el libro que estamos preparando.

Thom:

Cuando te pregunté por experiencias exitosas,  estaba pensando en algo que se preguntó a A.S. Neill en relación con Summerhill,  la escuela alternativa en Inglaterra.

Dijo que lo que nunca tuvo Summerhill fué un gran éxito como para ponerla sobre la cumbre en la forma que los pequeños éxitos no lo hicieron.

Me preguntaba si has tenido ya algún éxito grande?

Kim:

Me preguntaste si se había escrito y te dije que no pero en realidad se hizo un video.  Lo hizo un profesor en Ball State [universidad estatal en Muncie,  Indiana] que necesitaba un proyecto para mostrar la tecnología que estaban usando y lo hizo sobre la base de Squeak,  Alan y nuestro trabajo.

Esta película está en proceso de edición final.  Hay una historia a través de esta película de lo que hicimos con estos niños en cuanto a educación en ciencia y matemática.

Esperamos poder separar ocho minutos de este video que presenta lo que es ViewPoints research,  qué es Squeak,  como podría usarse Squeak en el aula con los niños.

Este video también muestra a Jerome Bruner, de 87 años de edad, a Seymour Papert y a Quincy Jones.  Todos ellos son consejeros y colegas [nuestros],  que se preguntan ¿por qué Squeak? y ¿Qué es Squeak?  El video contiene tambien muchas tomas en el aula y sobre la importancia de ideas poderosas en la enseñanza de matemáticas y ciencia.

Thom:

¿Sabes cómo contactar a esta persona en Ball State?

Kim:

Jim Shasky, jimshasky@bsu.edu   765  285-9079

Thom:

¿Cuál es la base de tu formación cultural?

Kim:

Estudios sobre medios [de comunicación] y Bellas Artes.  No soy experta en computadoras.  Tuve el placer de trabajar con Neil Postman en NYU [New York University].  Al nivel de estudiante no graduado, me especialicé en Bellas Artes en UCLA [University of California at Los Angeles].

Comencé a trabajar con Alan [Kay] en 1986 cuando no había cursos sobre medios múltiples [de comunicación o expresión] o sobre diseños de interfaces [lo que ayuda al usuario a comunicarse con la computadora,  tal como las interfaces gráficas].

He estado en las aulas con maestros desde 1986 mirando a la computadora como medio [de expresión o comunicación],  seguí ese camino con Neil Postman.

Thom:

Kim,  tengo que hacerte esta pregunta.  Habiendo trabajado con Postman, ¿piensas que Neill [Postman] consideraría a Squeak como un intento más de entretenernos a nosotros mismos hasta la muerte?

Kim:

No.  Debido a la naturaleza constructiva de Squeak.  Si fuera más una tecnología para consumidores,  yo pienso Neil lo consideraría más un entretenimiento.  Pero como es un juego de construcción al que el usuario tiene que brindar algo de sí mismo,  y tiene que pensar, es más que un entretenimiento.

Kim.Rose@viewpointsresearch.org
ViewPoints Research Institute
1209 Central Avenue
Glendale, California 91201

Vínculos:

http://www.beanblossom.in.us/larryy/VivHist.html (Vivarium)
http://www.squeak.org/
http://www.squeakland.org/about/index.html ( for teachers )
http://lists.squeakfoundation.org/listinfo/squeak-dev ( mailing list)

Bibiliografía:

Squeak: Object-oriented design with Multimedia Applications, Mark Guzdial, 2001, Prentice-Hall. Este es un libro de texto para Squeak a nivel universitario.

Squeak, Open Personal Computing for Multimedia, Mark Guzdial and Kim Rose

©2002 Thom Gillespie

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